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quarta-feira, 22 de agosto de 2018

III SÃO PEDRO LAMBRETEIRO

Julho abriu com um encontro diferente dos padrões dos clubes em geral, o São Pedro Lambreteiro, realizado pelo grupo Motonetas Clássicas Campinas e Região anualmente na cidade que leva o nome do santo. E mais uma vez estivemos lá, curtindo a viagem e a companhia geral. Abaixo uma breve narrativa.


Domingo de frio e Anhanguera nublada, estávamos em quatro Vespas a caminho do posto de combustível indicado pela organização, na Bandeirantes, entre Campinas e Paulínia. Os meliantes da SP presentes no evento foram Diogo Reis, Koré, Fidelis, Rafael Piera, nós de Vespa, mais o Reginaldo e a Rose de carro. Vinte motonetas se reuniu por lá, e num comboio de tocada forte seguimos até Águas de São Pedro, quando a viagem se torna passeio. Cruzamos Piracicaba, com uma breve parada para combustível e tocamos para São Pedro, ao lado de membros do Vespa Clube Sorocaba, São Roque Vespa Clube, Vespas na Estrada, e dos organizadores Motonetas Clássicas Campinas. Na cidade nos demoramos por uma hora na praça central da igreja matriz, onde acontecia um evento popular com música caipira, muita comida e muita gente feliz da região que aos domingos visita a cidade do padroeiro. Houve algum furo de pneu, alguma regulagem a mais em moto, mas nada que não fosse resolvido no ato.


Por volta das 13h tocamos, em comboios separados, até o Morro da Asadelta, por uma tortuosa estrada de terra e pedra de quatro quilômetros, de onde em seu fim se vê um imenso campado verde e ao longe as cidades de São Pedro e Piracicaba, cidade que fez parte do trajeto da viagem. Nas alturas rolou um divertido piquenique, com leitoa, doces, comidas de casa, algumas latas geladas e um frio de sol maravilhoso. O terreno fica à beira de um penhasco e pertence à uma escola de asadelta, tendo suas principais atividades aos finais de semana, como foi, enquanto estávamos por lá. 












Por volta das 16h armamos acampamento e iniciamos a volta da SP pra casa, com Animal Taylor e sua namorada no grupo da volta. E foi uma volta excelente, no ritmo que tem que ser, a 90km/h até o tanque secar. Piera seguiu para Itatiba enquanto a gente chegava em casa pelas 21h com as baterias mentais renovadas. Pouca coisa é tão libertadora quanto passar um dia na estrada, sozinho ou acompanhado. Não só pelo isolamento, como também pelo vento, que como um sopro nos limpa por dentro. E é isso, com dois meses de atraso e muitos esquecimentos fica aqui um ligeiro registro desse glorioso momento. Obrigado aos envolvidos. 


Texto e imagens por Fidelis.

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