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segunda-feira, 14 de março de 2016

GRÉCIA, ARGENTINA E BRASIL: UMA GRATA CONEXÃO EM 2 TEMPOS

No mês de fevereiro recebemos em nossa Sede dois gringos viajantes: o argentino Pedro Fernandez em sua Siambretta 1963, e o grego Stergios Gogos em sua Vespa PX200 2003. Foram três ou quatro dias de São Paulo, entre giros urbanos e uma bela festa. E fica aqui o registro desse momento histórico que deverá se repetir em partes em 2017...


Pedro é de Santos Lugares, município da Grande Buenos Aires, e essa é a terceira vez que vem ao Brasil rodando em Lambretta/Siambretta, e é a segunda em que visita e se hospeda em nossa Sede - a primeira foi em 2014, na Copa do Mundo. Na Argentina é restaurador, na sua Henrique El Antiguo, e membro ativo do Speed Old Scooters.

Stergios é de Salonica, a segunda maior cidade da Grécia, localizada na região da Macedônia, e veio à São Paulo para nos confiar a guarda de sua Vespa por um ano, tempo em que passará em sua terra natal a trabalho. Lá Stergios é membro do Vespa Clube que leva o nome da sua cidade, e seu projeto pelo mundo se chama World Vespa, e que por muitos países da África e da América do Sul foi acompanhado pela namorada conterrânea Alexandra.


Ambos subiram de Curitiba para a nossa capital, logo após o carnaval, depois de abrilhantarem o VII Encontro Nacional de Vespas e Lambrettas. Foram quatro dias, entre visitas à oficinas, bares e lugares da capital paulista, com apoio direto do Diego Pontes e Fidelis, com Fernet, cervejas artesanais, churrasco, rock'n'roll. Sim, no sábado a tarde improvisamos uma festa com comes, bebes, e banda, e recebemos cerca de quarenta visitantes em nossa casinha, incluindo a turma do Motonetas Clássicas Campinas, amigos do ABC e de Santos. Foi um dia para sempre! Um pouco antes da partida de Stergios (que viajaria de avião para Buenos Aires, para então voar para a Grécia), curtimos o show do trio Ted Boys Marino, banda de surf music que nasceu aqui no bairro, na Mooca, e que conta com ex-integrantes de bandas como Os Ostras, Skuba, e Inner Circle, entre outras. Foi uma das mais divertidas festas que fizemos em casa, festa essa que durou doze horas ou mais. Na primeira hora da manhã de domingo Pedro amarraria sua bagagem na Siambretta e tomaria o caminho rumo ao sul-brasileiro.


Fica aqui o nosso apreço à atitude e simpatia desses caras, que de relâmpago aparecem e somem de nossas vidas, deixando, no rastro da fumaça, exemplos do que é o certo (no nosso ponto de vista), e de como se faz, enchendo de sentidos a pulsante cena dois-tempista sul-americana.















Relato por Fidelis. Fotos por Elizete e Stergios.

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