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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

XII ENCONTRO DE LAMBRETTAS, VESPAS E MOTOS ANTIGAS DE JUNDIAÍ

Outro agosto em Jundiaí com grande elenco. O mês do mais tradicional "encontro de estradas" do país. E foi top! Antes de mais nada a gente agradece ao Clube da Lambretta de Jundiaí por mais um ano, por tudo, e à Free Willy por pegar pelas mãos as damas e raparigos e os conduzir pela pista desde criança. Doze anos vivendo e aprendendo.


As 10h30 as motonetas estavam na estrada. O sol e o vento característico estavam lá para mais ou menos 35 motonetas, motocicletas e afins. A viagem foi tranquila e bem tocada, divertida, cheia de expectativa. Quantos de nós nos conhecemos por causa dessa Anhanguera? No meio dela mesmo? Essa viagem é importante. E o mais importante é que no vai-e-vem da cena paulista é no "mês do cachorro louco" que isso acontece. E para os leitores mais antigos, repito o discurso de sempre: todos chegaram bem ao destino. Acho que o pior que aconteceu foi um pneu furado... coisa rápida. (Também rolou uma expectativa pela minha presença na concentração, mas eu queria descansar sem carregar a pedra nesse dia - rotina puxada -, e como se fosse a primeira vez colei junto no rolê). Da minha parte procurei ajudar na condução ou contenção do comboio, e no mapa da viagem, além das fotos pra eternidade. Bom, uma hora tínhamos que chegar. E chegamos, num enxame cabuloso, a maior parte constituído de dois-tempistas.  


A décima segunda edição do encontro "foi jogo em casa". Ele voltou para o Clube Sede de Campo, a 500 metros de onde foi da última vez, e cerca de 75 motonetas estavam por lá, todas lindas como sempre - motocicletas idem. É um eclipse que acontece uma vez por ano. É um evento necessário, ele conta muito do amadurecimento das pessoas. E por lá muitos amigos e camaradas de outrora, muita gente contente, gente do bem. Sempre tem um mala, alguém que deu vexame, queimou a língua, a largada, a rosca. E em se tratando de pessoas isso andou bem complicado nos últimos anos. Até o Toninho do Diabo apareceu por lá. (Quem fez aquela foto? Na minha câmera ele saiu torradão; veja abaixo). Bom, foi isso e mais um monte. Passamos bem de novo, e quando a gente chega depois em casa é como um carimbo no passaporte do scooterista paulista.


A volta foi por mais um ano feita em blocos, ou seja, aos poucos pequenos grupos ou duplas tomaram o caminho pra casa, e pelo que sei, todos chegaram bem. Eu voltei com a última leva, a da galerinha mais zica. E essa viagem nos clareou um monte de coisas boas para aplicarmos juntos no futuro da cena rodoviária. Ano que vem a Anhanguera vai ter que ampliar.  E que os ensinamentos de cada rodada seja compartilhado para toda a vida.

Por mais um ano agradecemos ao Clube da Lambretta de Jundiaí pelo evento e recepção, e à Free Willy Moto Peças pela iniciativa desde sempre. Doze edições!!! Com os aplausos do taxi-driver Travis me despeço dos companheiros que só encontro nessa viagem. Mas sem esquecer da eterna SP, a minha família, a causa nossa: Leonardo Russo, Reginaldo/Rose, Koré, Rafael Piera, Guiba Rocha, Flavio Mendonça e família, Caio Cesar, Mestrinelli, Vanessa/Nano, Sr.Artur Biscaia, Turiani/Gisele, Vitor Hugo, Favero e Fidelis. Até o ano que vem Jundiaí.

Keep the faith!!!
Por Marcio Fidelis

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