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quarta-feira, 8 de julho de 2015

SÃO PEDRO LAMBRETEIRO - A QUADRILHA

No último fim de semana de junho aconteceu em Campinas, São Pedro, Souzas e arredores, um evento diferente, batizado de São Pedro Lambreteiro. Organizado pelo Motonetas Clássicas Campinas, a concentração e giro contou com a presença de dois-tempistas de vários cantos: São Paulo, Ferraz de Vasconcelos, Jundiaí, Rio Preto, e claro, Campinas e região. Como de costume, o santo abriu o céu e facilitou as coisas para os chegados. A história aqui é narrada pelo Raphael Favero...


9h da manhã no Posto Ipiranga da Marginal Tietê, na Vila Maria, certo? Certo, só que não. O primeiro a chegar deopis de mim (que estou contando a história) foi o Caio Cesar, que chegou as 9h30. e a dupla Gabriel Vesparock e Marcelinho (dessa vez liberado para dormir fora de casa). As 9h45 da manhã então partimos para o Posto Shell da marginal da Via Anhanguera - ponto de concentração que já faz parte dos passeios. Chegando lá as 10h em ponto encontramos o Ambrósio com sua namorada Rita. Eles estavam de carro, e nos seguiriam como carro de apoio.

Partimos de lá as 10h15 rumo à cidade de Souzas, ao lado de Campinas, a 100 kms de São Paulo. Por lá começava a festa organizada pelo clube Motonetas Clássicas Campinas. No caminho rolava um clima bem legal entre todos, com um sol bem generoso que fazia um cenário espetacular. Seguimos em frente. No km75 da Anhanguera a Vespa do Caio parou. Eu que estava na frente tive a notícia quase imediata pelo Ambrósio, que parou atrás do Caio. Não era nada grave. Foi um vacilo: pôs pouco óleo no tanque. Óleo colocado, motor mais frio, e pau no gato! (Foi só o tempo de me esperarem então, porque eu tinha feito o retorno para encontrá-los. Seguimos até o km 86, onde teríamos um anel viário e um pedaço da Dom Pedro. E aí já era: chegávamos na Sede do Motonetas Clássicas Campinas.

A recepção foi massa! O Tatu e a turma já estavam no trabalho, e que não era pouco: desde a decoração até as guloseimas. E nos mostrou a casa, que era quase que centenária e muito bem conservada. E nos apresentou um quarto onde poderíamos arrumar nossas coisas. E prontamente arrumamos tudo, porque bêbados seria osso. Começamos a dar uma força também, que foi o trampo mais difícil: pôr gelo nas brejas e fogo na geladeira hehehehehhehe.


Mais a tarde a outra turma da SP chegava: o Reginaldo e a Rose, o Diogo, e o João, nas suas motonetas. Junto o Leo Russo de carro com a família, e o Roberto de Kombi. Era 16h20, e já estávamos bem entrosados com a turma, que diga-se de passagem, eram bem bacanas, festeiros. Chegava também o pessoal de São José do Rio Preto, o Marcelo, o Júlio, e um camarada que não lembro o nome. Todos gente fina!! Já com um pouco de atraso aconteceu o passeio até o mirante da cidade: o Cristo Redentor. Mas nesse não fui. Então foi fogo na churrasqueira, e na fogueira, se não, não teríamos festa junina, que estava completa como manda o figurino. E teve até banda ao vivo.

Curtimos até tarde, o que fez mudar o horário do passeio para São Pedro em um hora, para dormirmos mais um pouco. Nesse meio tempo o Assef me ligou perguntando se eu estava no passeio, pois iria direto para lá. Ele foi, e ao retornarem fio só alegria até a madrugada. Bem de noite o Russo, Assef, Ambrósio voltaram com a família para São Paulo. E a turma de São José do Rio Preto foram para o hotel. Nós "humyrdy" dormimos no chão mesmo, até as 6h30 da manhã.


Cedo arrumamos as malas porque de São Pedro já voltaríamos para a capital. Nisso chegaram todos os que dormiram em outros lugares, e agitamos um café ali mesmo com os bolos que o "Joaninha" pegou, uns pães com mortadela. E foi show, merenda certa. O rádio do Tatu não parava de tocar. Umas dez Vespas e Lambrettas nos aguardavam no posto combinado, no km 110 da Anhanguera. Junto estava o pessoal do Clube da Lambretta de Jundiaí. Num total de 19 motonetas ou mais partimos, com dois carros de apoio também - um do Ito de Curitiba, e outro do Tatu. Quase perto do destino o pneu do Gabriel furou. Logo já foi rebocado até o destino, que era muito legal. E lá chegamos as 12h.

Duas pessoas da organização nos deram boas-vindas e bateram um retrato oficial. O pessoal de São José do Rio Preto veio até nós e avisou que antes das 13h eles iriam partir, devido a distância. Não poderiam mesmo ficar mais, e assim procederam. Perguntei se estavam gostando do rolê e disseram que sim, e acho que era verdade heheheheheh. E nos convidaram para um dia colarmos lá, que também daria para fazermos um rolê bem legal. Já nós da SP e nosso pequeno comboio partimos as 14h45 com uma estrada muito bela.

Entre São Pedro e Águas de São Pedro paramos no posto da Rodovia dos Bandeirantes, onde o Gabriel lançou, como um grande funkeiro, o sucesso "As Mocinhas no Graal". Brincadeiras a parte, a rodovia a noite é osso, e domingo é pior ainda: todos muito apressados. Nos juntamos mais para não ter brecha para os carros entrar no meio, porém não adiantou, eles entraram. Mas deu tudo certo. Logo no Rodoanel o Reginaldo e Rose saíram, e nós continuamos. E todos foram pegando suas saídas para as suas casa.

E todos chegaram bem, graças à Deus.

Por Raphael Favero

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