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quinta-feira, 19 de março de 2015

ACAMPAMENTO DE VERÃO #2

Nesse final de semana aconteceu a segunda edição do Acampamento de Verão, um evento ainda tímido porém bastante amistoso, aonde o que prevalece é a boa vontade de estar em comunhão, curtir a estrada e uma das praias mais bonitas do nosso Estado. E muito por causa dos grandes acontecimentos do verão (Natal, Reveillon, São Anivespaulo e Encontro Nacional), optamos por fazer menos alarde a respeito do Acampamento. Ainda assim uma dúzia cumpriram a missão, sendo eles da SP ou não, vindos de São Paulo, Ferraz de Vasconcelos, Santos e São José do Rio Preto. E outra vez é o Favero quem contará como foi.


Por Raphael Favero

SÁBADO 7h45 da manhã e tudo pronto, com o Much na garupa para mais um passeio. Olha, já estou ficando velho em passeios e viagens, porém a ansiedade é a mesma de antes. Ele veio na minha garupa já que está cumprindo punição por muitos e muitos pontos na CNH. Na concentração tomamos mais café, abastecemos, calibramos os pneus e aguardamos a chegada do restante. Chegou dois caras gente fina de São José do Rio Preto, um município a 450 kms distante da capital. Era o Marcelo e o Júlio com suas PX200. Batemos um papo, ligamos as motonetas e partimos pela Ayrton Senna até o trevo de São Miguel Paulista, próximo do Bairro do Pimentas - quase Guarulhos -, onde estavam o Gabriel "Joaninha" e o seu fiel escudeiro Marcelinho, ambos de PX200 também. Conforme o combinado, o Gabriel puxou o grupo de cinco Vespas por um caminho diferente do ano passado, por dentro das cidades, cortando caminho. E assim fomos, no meio do trânsito, num emocionante giro ao "estilo motoboy", como disseram os Rio-Pretenses. Bateu um certo alívio quando chegamos na rodovia onde estaria o Guilherme Castrezana, que ainda não havia chegado. Cinco minutos depois chegou, mas com a notícia de que não iria até o acampamento, somente até o mirante da Mogi-Bertioga.

O caminho foi muito legal. Estávamos em seis PX200 debaixo de um céu nublado mas sem chuva. A descida foi show, todos tocavam suas máquinas com maestria naquelas curvas abertas ou super fechadas. Todos foram nota 10. Nos despedimos então do Guilherme e voltamos para a pista até a reta final da Serra do Mar. E foi lindo ver os movimentos dos braços do Joaninha e do Marcelinho, que com os punhos cerrados comemoravam e agradeciam o fim da descida, caminho esse que merece muito respeito. Na minha opinião essa é a parte mais bonita de toda a viagem.

Chegamos no posto combinado com o Gustavo Delacorte, na Riviera. Lá estavam ele, o Luca Perucchi e o Francesco, seu filho. Tinham acabado de chegar, estava tudo muito certo. Tomamos um café e aceleramos os 55 kms finais. Éramos sete Vespas. No meio do caminho havia um guarda, havia um guarda no meio do caminho. E não é que ele nos parou? Porém achou até legal e perguntou rindo: "é o clube das Vespas"? Então pediu os documentos, mas somente para anotar que havia feito suas devidas abordagens. Todos estávamos com os papéis em ordem, então fomos liberados e continuamos o nosso caminho por uma das paisagens mais maravilhosas do litoral paulista. Foi quando em um posto já bem próximo do destino aparece ele: Marco Tulio Parodi, o cara. Então entramos na rua do camping e fizemos uma visitinha rápida ao sr.Cristóvão, que ficou muito feliz em nos ver. Porém, conforme já sabíamos, ele não poderia alugar o espaço pois seu irmão fazia uma festa de aniversário de 90 anos de vida, com familiares e amigos. Nos instalamos então em outro camping, a 40 metros dali.


Ao chegarmos o Sr.Rubinho, conhecido do Parodi, nos fez um preço bem bacana. Depois das barracas armadas (no bom sentido da coisa) organizamos uma vaquinha para o churrasco, quando o Delacorte e o Parodi cuidaram de todo o resto. Um trampo firmeza dessa dupla que fez as coisas de muito coração, e bem-feito. Churrasqueira e isopor bem abastecidos e arrumados para a festa. E a festa começou, e foi foda, foi louca, sei lá. Tudo numa perfeita harmonia. Mais para o fim da festa chegaram o Reginaldo, a Rose, o Diogo e a Marli, que vieram de carro pois haviam trabalhado até o meio da tarde na capital. Chegaram com a corda toda. Aí a festa começou de novo. Uma nova e pequena vaquinha aconteceu e lá foi o Delacorte de novo para as compras, para a felicidade geral da galera.

Depois de muita confraternização fomos para a praia, e como de costume, com umas brejas e muita criatividade para os nossos conhecidos e esperados vídeos trash. Foi um grande final.

DOMINGOAcordamos as 9h da manhã, e o Marcelo e o Júlio já tinham ido embora cedinho para São José do Rio Preto. O Marcelinho de Ferraz de Vasconcelos, que tinha ido embora no sábado à compromisso, voltou no domingo junto com o Eliseu, da PX200 vermelha - haviam se encontrado na estrada. Ao chegarem ouviram elogios da nossa turma porque saíram cedo e viram que fomos dormir muito tarde e não quiseram nos acordar. Quando chegaram no camping, com pão, toddynho e frios, alguns haviam saído para tomar café na rua e começar os preparos para curtir a praia. E foi foda! Suamos como sempre no mar, surfamos e tudo o mais... Olha, a Scooteria vai virar uma equipe de surfistas também.

Perto das 13h saímos para o almoço num restaurante indicado pelo Parodi. Marmitex responsa, comprados na maior satisfação. Nos alimentamos e então começamos a levantar o acampamento. As 16h entramos na Rodovia sentido capital. Na saída de São Sebastião abastecemos, e o Parodi havia trazido um colega vespista, o Marcio Terrabuio, com sua Vespa Originale 150. Eles nos acompanharam então até a metade do combinado pois a chuva apertou. Em Riviera tomamos um café e colocamos as capas de chuva. Então Delacorte e o Luca com Francesco seguiram para Santos, e nós (Favero, Much, Joaninha, Marcelinho e Eliseu) subiríamos a movimentada Mogi-Bertioga debaixo de forte chuva. A subida foi bem feita e em pouco tempo já estávamos no planalto, aonde o primeiro a sair foi o Eliseu. Paramos no posto para a última abastecida e despedidas - eu seria o próximo a pegar o Rodoanel sentido Ayrton Senna pois moro na Penha. Esse último trecho foi feito sob forte chuva e tráfego na rodovia. Mas deu tudo certo. Quando tudo acabou era só agradecer a Deus por tudo ter sido perfeito, e esperar o próximo. Valeu a todos!!!

Um comentário:

Anônimo disse...

acho que faltou o márcio!