Últimas Imagens

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

DA EXPEDIÇÃO DA SP AO ENCONTRO NACIONAL EM TAPEJARA (A IDA)

O VI Encontro Nacional de Vespas e Lambrettas em Tapejara (RS) foi incrível. O evento reuniu mais de cem motonetas de RS, SC, PR, SP, Paraguai e Argentina. E claro que não poderíamos ficar de fora dele. A SP estava lá, representada pelos figuras Raphael Favero (S.Paulo), Rafael Assef (S.Paulo), Gabriel "Vesparock" (Ferraz de Vasconcelos), Gustavo Delacorte e Karla (Santos) e Reginaldo Silva e Rose (S.Paulo). Contaremos essa história em três etapas: a ida, o evento, e a volta. A começar pelos relatos de Favero e Delacorte abaixo, que seguiram por momentos e rotas diferentes.

RELATO 1: Por Raphael Favero e Rafael Assef


Sexta feira 13, e seus medos e supertições. As 4:30 em ponto partimos de café tomado e tanques cheios, uma felicidade que era vista em nossas caras. Quase nem frio sentíamos era pura adrenalina. Saímos de um posto da Marginal Tietê logo depois da Ponte do Limão, no meio do caminho de todos, todos! Sim, Rafael Assef, Gabriel Vesparock e eu, Raphael Favero, o "Trio Ternura" nas Vespas Super e PX200. Isso sem descrever toda a ansiedade dos dias anteriores a viagem, a preparação e a despreparação que envolve realizar uma longa rota de asfalto. Digo preparação porque realmente nos preocupamos e tentamos arrumar a Vespa, o corpo e a mente para um longo percurso no qual não saberíamos exatamente o que iria acontecer. (Nossas Vespas são antigas e por isso precisamos ser cautelosos). Despreparação porque até a hora de pegar a estrada de fato, a possibilidade de desistência é gigantesca. Você pensa na sua mulher, pensa no seu filho que acabou de nascer e a cabeça não para de pensar; vou ou não vou. E fomos.

Seguimos sentido Rodovia Castelo Branco. Ainda no km 35 veio o susto: estourou o pneu de um carreta. O estrondo vibrou dentro da minha barriga. Não deu outra: pedaços enormes de pneu na pista. Desviamos friamente, com a habilidade de só quem anda nas ruas de São Paulo poderia ter. (Quem anda no dia-a-dia sabe do que estou dizendo). Talvez tenha sido bom aquele susto no começo; deu para a ficha cair e a gente se ligar que era só o início da expedição. Faltaria ainda 1030 kms até o maravilhoso encontro. Depois falamos do tal.

Aceleramos o resto da madrugada com os faróis sem muito efeito, além do que já estávamos com o bagageiro dianteiro carregado, e com isso a luz não chega ao chão. Porém a estrada nesse início era muito boa, e continuamos até a nossa primeira parada. Num posto da Rodovia Raposo Tavares tomamos outro café e conversamos de fato sobre a rota a ser feita, já que tínhamos ela em nossos telefones celulares (ôh! dependência infinita!). Eu tinha esquecido de imprimir a rota, aquele fornecida pelo Google Maps, mas com anotações sobre avulsas sobre as paradas etc. E isso seria mais ou menos assim: a cada 100 kms rodados a gente pararia para abastecer e começar a entender o consumo das Vespas.

O Favero foi o grande roteirista dessa viagem. Fizemos uma reunião na sede da Scooteria Paulista, um pouco conturbada, onde decidimos qual a melhor rota: a mais rápida ou a mais segura. Decidimos pela mais segura óbvio. De quebra ganhamos a mais bonita também! Após escolher a rota, Faverão, "dexavou-a" em
texto. Com todas as estradas pelas quais iríamos passar, todos os entroncamentos que iriamos cruzar ou adentrar, referência de postos e cidades mais importantes, quilometragens, possíveis pontos de parada para pernoite, quilometragem desejada para o primeiro dia de viagem e possíveis extras, caso estivéssemos adiantados no roteiro. O ponto fraco do nosso roteiro foram os postos de gasolina que não foram bem estudados ou achados nos mapas! Para seguirmos o roteiro pensamos sempre em rodar 100 km e parar para reabastecer e dar uma esticada nas pernas. Com os argentines, Nano e Cris, vimos que eles fazem de outra forma. O que acredito é que não existe uma fórmula. Existe uma vivência!!!


Me bateu um certo nervosismo, um certo "piriri", e tive que parar mais uma vez antes do combinado. Fiquei aliviado duas vezes, uma deles você já deve imaginar o por quê. Era muito bom ver o Assef indo também nessa viagem pois ele já tinha ido para o Paraguai sozinho. Eu estava num lucro tremendo. Somente o Gabriel "Joaninha" que parecia estar sempre com aquela calma que só ele tem, aquela cara de menino triste. Assim seguimos na estrada, com o dia abrindo e o trânsito muito calmo. Quando passamos por Capão Bonito pra mim foi maravilhoso, porque a cidade era uma das referências do nosso mapa. Estávamos tão entrosados que era mágico ver tudo passando (até que bem rápido). Havia ali um último posto só que não sabíamos, e chegamos em Taguaraí com os três tanques quase vazios. Ainda não havíamos enchido os galões. Ali completamos tudo e mais um pouco e partimos rumo à Itararé, divisa com o Paraná, aonde abastecemos novamente e lanchamos. O "Joaninha" aproveitou para completar o óleo do câmbio que parecia estar um pouco baixo. Eu acho até que era um modo de se sentir um nervoso um pouco mais agradável do que os nossos (se é que você me entende). Daí pra frente foi só alegria.

Essa primeira parte da viagem foi muito importante para vermos como nossas vespas estavam e também, para sentirmos o grau de entrosamento entre a gente. Nunca haviamos viajado um com o outro. Principalmente por uma longa distância. No meu ver, foi uma tocada perfeita até chegar em Tapejara. Um olhava pelo o outro e, ao mesmo tempo, puxava, o outro, pra andarmos sempre próximos. Existiu uma conversa muito produtiva. Muito equilibrada e sincera. Sem qualquer forma de discussão ou de briga. Seguimos o roteiro e aceitamos os contra tempos um do outro sem o menor motivo para crise. Foi lindo porque ai você consegue relaxar e curtir a paisagem, curtir a estrada de fato. Sua cabeça vai longe e flana em pensamentos. É muito gostoso.

É engraçado mas durante o percurso fui conhecendo melhor meus companheiros de viagem! O Faverão, que já conhecia um pouco mais, é o homem da organização, do esforço, da meta, do racional. Ele trabalha e se esforça muito para seguir os passos corretamente, para tudo acontcer direitinho e, tudo aconteceu. O Gabriel, que conhecia um pouco menos, é o menino curioso, ele aceita um planejamento mas tudo acontece de fato durante o percurso onde as coisas podem mudar. Não há uma necessidade, para ele, da exatidão, ele funciona no imaginativo, no sonho sendo realizado. É ai que o menino triste mostra seu sorriso.
No meio da tarde chegamos em Ponta Grossa (PR), debaixo de uma chuva daquelas. Não havia mais nenhum buffet aberto porém numa lanchonete nos fizeram quatro lanches de primeira a um preço quase nada. Dos 650 km que havíamos planejado para o primeiro dia, eles se tornaram 720 km. O que nos fez aportar em União da Vitória e Porto União. Chegamos com Deus segurando o sol com as mãos aceleramos até Porto União. As 20h20 escureceu, no minuto em que paramos na porta do hotel. Essas são duas cidades de fronteira entre Santa Catarina e Paraná na qual, a antiga linha do trem é que faz a divisa das cidades e dos estados! Cidadezinha dos anos 50 maravilhosa, com arquitetura de época! Linda. Dormimos em um hotelzinho, um predinho de uns 4 ou 6 andares, antiguinho! Bem bacana! Dividimos um quarto para os três por um preço muito bom! Quarentão por cabeça com banheiro no corredor, o que se tronou um empecilho para o Faverão. Tomamos um delicioso banho quente e fomos para a rua comer algo e beber uma cerveja pra relaxer o corpo! Detalhe: o
estacionamento do hotel ficava no prédio do antido cinema da cidade! Maravilhoso ver os restos e conseguir aos pouco identificar onde estávamos guardando nossas Vespas. Essa noite foi a noite das brincadeiras e da diversão. Foi onde surgiu o “De Various” como apelido para o Faveiro e mais tarde para a nossa viagem e já no quarto do hotel, "Duque de Cambriedge", que depois de Tapejara se tornaria 
"Duque de CambriTchê". Porque? Não sei. Vocês tem que perguntar para o Faveiro ou para o Gabriel. Apagamos na cama! Cansados e felizes. Viva!!! Descançar, tomar uma breja, lanchar e dormir.
O SEGUNDO DIA ...

Dia seguinte acordei um pouco mais cedo e fui procurer um banco para sacar um cash (estava só no cartão). Aproveitei pra dar um rolê na cidade, coisa que adoro: ver e tentar entender como as coisas são. Saquei meu dinheiro, dei meu rolezinho a pé, comprei algumas tranqueirinhas, passei na feira de produtos naturais, mel, ervas e coisas do tipo, realizada na antiga estação de trem. Maravilhoso o lugar. No momento ela se encontrava desativada mas muito bem preservada inclusive com uma maria fumaça e seus vagões. Lindo! Voltei para o hotel e fui de encontro, na mesa do café, com meus dois comparsas! Comemos, falamos mais besterias e subimos para arrumarmos as malas para pegar a estrada rumo a Tapejara.

Nosso Segundo dia de viagem foi mais desencanado/desorganizado. Acho que isso aconteceu porque só faltavam 300 kms e estavamos mais tranquilos com relação a estrada! Saimos de União da Vitoria as 10h50 sob uma leve garoa. Paramos no primeiro posto assim que entramos na rodovia para checar nossa rota. Tudo discutido, rota checada e voltamos pra estrada! Aí botamos o couro pra derreter. Durante o trajeto surgiu uma dúvida sobre o roteiro. Paramos, discutimos, e pedimos informação. Para a nossa alegria estávamos bem certos. Foi só uma desconfiança nossa com a sorte pois estava dando tudo muito certo. Assim continuamos, e quando avistamos a divisa com o Rio Grande do Sul a curva que dá de cara com o Rio Uruguai (com uma largura monstro), paramos para fotografar pois valia a pena.

Essa foi a parte mais bonita da viagem. As paisagens eram simplesmente maravilhosas. Umas vistas de campos e plantações abertas que iam ao longe. Umas cidadezinhas perdidas que pareciam que haviam parado no tempo. Uma coisa de louco. Muito lindo.

Entramos na Estrada de acesso e ela era toda cheia de curvas e pequenas subidas e descidas, pequenos vales, que discorriam pelo meio das plantações!Aceleramos novamente seguindo o nosso plano até Getúlio Vargas, e lá veio a grande notícia: faltava apenas cinco trevos. "É tetra, é tetra"!! Só que não. Era o VI Encontro Nacional de Vespas e Lambrettas em Tapejara (RS).
Em Tapejara fomos muito bem recebidos por todos, e havia na cara das pessoas um ar de alegria e espanto, já que fomos rodando: "somos a Scooteria Paulista, porraaaaaa" (como diria Renato Teixeira). Daí em diante... foi maravilhoso.

RELATO 2: Por Gustavo Delacorte


Saímos as 13h30 de Santos rumo a Curitiba, onde dormiríamos no primeiro dia. Estava sol, mas o tempo mudou bruscamente assim que chegamos em Peruíbe, com uma nuvem negra com nos acompanhava lado a lado e que minutos depois iria nos batizar para todo o resto da viagem.

Logo após a segunda parada, entre Registro e Cajati, um pequeno susto. A moto morreu e não ligou mais. Não tinha mais faísca, então parti direto para o CDI. Verifiquei os fios, tudo ok, e nada de faísca. Então resolvi não perder muito tempo e imediatamente o troquei por outro, sanando o problema e seguindo viagem. Nisso não perdemos nem 5 minutos.

Logo depois de Cajati iniciamos o trecho de serra bastante sinuoso da Régis. Com a chuva, a velocidade caiu bastante. Entre um km e outro, tomamos um susto com um pneu de caminhão que estourou bem na nossa frente, e seu pedaço maior voou cerca de 50 metros de altura, me fazendo tirar a mão e esperar ele cair antes de prosseguir. Também vimos uns carros batidos, e um outro que tinha acabado de capotar, com o motorista ainda saindo pela janela. Ambos acidentes com certeza resultados da alta velocidade que os motoristas insistem em andar mesmo com chuva forte.

 A noite foi caindo e a visibilidade diminuindo. A única coisa que só aumentou foi a chuva. Faltavam ainda cerca de 80 km quando não conseguia ver mais nada. Nas últimas horas de estrada naquele dia, fui obrigado a pilotar sem óculos, pois era a única maneira de conseguir enxergar alguma coisa, mesmo tomando pingos que doíam na cara e algumas vezes nos olhos. Por volta das 22h30 chegamos em Curitiba, cansados e estressados pelo pequeno perrengue noturno. Pra ajudar, o carregador que instalei na Vespa quebrou e o celular perdeu a bateria. Pra encerrar a rodagem do dia de vez, acabei pagando um taxista para nos guiar até a casa de um amigo, onde terminamos a noite e descansamos.

No dia seguinte, lembrei de alguém que me escreveu de Curitiba oferecendo um parabrisa semanas antes da viagem, e resolvi contatar a pessoa. Fui buscar o parabrisa mas faltavam os suportes de apoio no guidon, foi aí que decidi atrasar a saída rumo a Tapejara e visitar a oficina Motos Antigas, de Curitiba. Fui muito bem recebido pelo Vitor e seus funcionários, que entre um café e outro prontamente fabricaram um suporte para o parabrisa para que eu seguisse viagem.

Por volta das 11h saímos de Curitiba. O parabrisa caiu como uma luva, livrando o corpo e o rosto dos pingos e do vento que insistentemente estressam e irritam qualquer piloto. Não havia tido ainda uma experiência com parabrisa e depois dessa posso dizer que ele torna a viagem mais confortável em 50% ou mais. Pelas minhas contas, o consumo caiu em apenas 2 km por litro devido ao arrasto do parabrisa.
Nas demais paradas passei a observar que o pneu traseiro estava raspando na mola do amortecedor bem de leve, devido ao peso das bagagens. Isso me preocupou e me fez ficar um dia a mais na estrada, pois resolvi não arriscar seguir os 300 km finais até Tapejara no escuro, sem saber se o pneu aguentaria pois os buracos na pista só aumentavam. Ficamos num hotel meio macabro, mas que nos foi bastante útil para descansar e fazer as checagens necessárias na vespa para seguir viagem despreocupado. Optei por não calçar a roda com arruelas por medo que o peso sobrecarregasse os prisioneiros. Acabei apenas invertendo o pneu SC 30, que não tem sentido de rotação, e segui viagem.

No dia seguinte saímos 8h30 e tivemos o melhor dia de todos na estrada. Velocidade moderada, média entre 60 e 70km/h, e o mais importante, sem chuva. Assim que entramos no Rio Grande do Sul o sol nos recompensou de vez para esquentar nossos corpos e suprir as energias. Duas centenas de km depois avistamos a primeira placa indicando Tapejara. Chegamos na cidade as 13h30 e fomos direto para o almoço de confraternização que estava acontecendo. Fomos muito bem recebidos pelos amigos e brindamos a chegada com almoço e cerveja Polar (muito boa, que infelizmente não tem em SP).


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

ALMANAQUE MOTORINO #5 - Bootboys

Nesse sábado aconteceu no ABC Paulista uma gig musical diferente do gênero punk rock Oi! E o evento rolou com o apoio da Scooteria Paulista, como suporte ao Bootboys durante estadia no Brasil - essa banda é do norte do Chile, Iquique, lugar de praia e chumbeques. A gig virou também pelas bandas Sindicato Oi, Expulsos do Bar e Lifetrap, incluindo os apoios do Semper Adversus e Empório 69. E tudo isso só aconteceu pelo respeito que a The Firm Records tem na sua cena.

ALMANAQUE MOTORINO 
Foi um evento fechado, marcado pelo lançamento do Almanaque Motorino #5 (capa azul Bootboys), esse que você pode adquirir pelo valor de 10 Reias (+ correio). São 32 páginas de um pouco dessa infinita cultura old scooter. Edição limitada a 120 cópias.

GIG
Agradecemos a presença dos amigos, provando que até mesmo numa gig de música de ódio com 120 machos feios, sujos e malvados, é muito possível estar em paz; quando o respeito e a comunhão prevalece. Ainda sobre o Bootboys, o elo foi que temos um cartunista (russo) predileto em comum (Abú'12), que alguns de nós gostamos muito do som, e que os músicos de apoio foram o Pancho, o Soleta, e o Fidelis (da SP, na bateria). E aqui a gente tocando Yo Quiero a Mi Pais. Jorge Ramos, o vocalista, fica na casa do Diego Pontes em São Paulo até quinta-feira cedo, quem quiser gravar algum programa de rádio ou entrevista em fanzine etc procure-nos.

MEMÓRIAS PAULISTANAS


Mais uma da página Memórias Paulistanas. Compartilhar é preservar. 
Compartilhe com a gente as fotos da sua família. Com certeza seus pais, avôs ou tios têm um baú cheio de lembranças dos anos 80, 70, 60, 50. Nelas estão as nossas Lambrettas e Vespas, histórias curiosas e nostalgia pura. Das ruas, carros e arquitetura. Das motos, da moda, das coisas pitorescas. 

scooteriapaulista@gmail.com

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

ENCONTRO NACIONAL NA TV GLOBO

Nessa manhã teve fim o VI Encontro Nacional, em Tapejara (RS). Dezenas e dezenas de motonetas do sudeste e sul brasileiro, do Paraguai e da Argentina compareceram. E cinco condutores da Scooteria estavam lá, quatro deles em giro.


Foi incrível. Nos próximos dias contaremos com detalhes. Saiu também na Rede Globo regional. CLIQUE AQUI e assista a reportagem, com participação do Paulo Godinho (Lambreteiros Tapejara), Nano Aliaga (Vespa Club Córdoba) e Raphael Favero (Scooteria Paulista). 

domingo, 15 de fevereiro de 2015

JENNY WOO NO V RADUNO DA PRIMAVERA

Em meados de novembro de 2014 organizamos o V Raduno da Primavera, o giro dois tempista rumo à baixada santista. Para essa edição decidimos experimentar um rolê de dois dias, e ao cair do sol eis que chega a skinhead girl mais conhecida do mundo, a canadense Jenny Woo. 


Improvisamos um palco no próprio Hostel Santos, e diante da Lambretta do Macruz ela fez um show de 40 incansáveis minutos, debaixo de chuva, breja e bom humor. A The Firm Records, responsável por ela aqui, editou um trecho da apresentação, em I Fought the Law, do The Clash.

"I fought the law and the law won"
(Eu lutei com a lei e a lei venceu)

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

ALMANAQUE MOTORINO #5

Nesse mês, dia 21, sai do forno a sexta impressão do Almanaque Motorino, um fanzine totalmente dedicado à cultura old scooter. Nessa edição trazemos temas e especulações sobre o passado e o presente das motonetas clássicas e suas personalidades esquecidas no tempo, além de entrevistas e diálogos coerentes com outras subculturas. Segue...


Lançamento: 21 de Fevereiro durante tour do Bootboys (Chile).
São 4 páginas coloridas e outras 36 em preto e branco, num tamanho de gibi. Estamos trabalhando nele, ansiosos pelo resultado final. Dessa vez o entrevistado da casa é o Rodrigo Sonnesso (Marzela / Skamoondongos). Também trazemos um outro olhar sobre Corradino D'Ascânio. E aquelas páginas sobre música, cinema e os anos 80. Mil e uma utilidades a-temporais.

ANUNCIE SUA MARCA, LOJA, SERVIÇO OU MOTONETA e seja parte de um seleto grupo de apoio e colaboração dessa causa que resiste ao tempo. Entre em contato: scooteriapaulista@gmail.com

Página A5 em preto e branco: 80,00 (direito a dois Motorinos)
Meia página A5 em P&B:50,00 (desconto de 50% no Motorino)
Página Colorida: 120,00 (direito a 2 Motorinos)

domingo, 8 de fevereiro de 2015

VI ENCONTRO NACIONAL - TAPEJARA

Nesse carnaval acontece na pequena e acolhedora Tapejara, Rio Grande do Sul, o sexto encontro nacional da categoria. O evento promete receber vespistas e lambreteiros de vários cantos do Brasil, do Paraguai e da Argentina. Estaremos lá.


Na linha de frente a Scooteria Paulista que vai rodando no aro 10: Gabriel, Favero, Assef e Delacorte e Karla. (Reginaldo e Rose por ar). Ansiedade a mil pela estrada e pela comunhão. Esta com adesivos e alguns souvenires da Scooteria para câmbio. 

Certo de que será um evento inesquecível, esse encontro promete render histórias incríveis e inéditas, sobretudo na estrada. Reportaremos notícias dos expedicionários em tempo real no nosso Facebook e Twitter. Faremos 2200 kms de asfalto em 5 dias. Que a força esteja com esses bravos.


Mais informações sobre o evento entre em contato pelo email e fones do cartaz. Boa sorte e êxito aos Lambreteiros Tapejara.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

DESAFIO DE MOTONETAS - Kartódromo de Paulínia


Trata-se de uma corrida alucinante de Vespas e Lambrettas dentro de um Kartódromo afastado da cidade, relembrando os velhos tempos dos arranca-rabos bairristas dos anos 60 e 70. Nessa etapa noturna os veloses e furiosos vão para Paulínia, sob a tutela dos idealizadores Motonetas Classícas de Campinas. E o convite está aberto a todos, com motoneta original ou modificada para competições. Rola uma taxa de inscrição e é necessário corresponder às normas de segurança, como o uso do capacete fechado, macacão e luvas. Procure mais informações com o Tatu nesse link: MCC.


Sábado, 07 de Feveireiro, às 19h no Kartódromo de Paulínia.

Interessados em competir pela primeira vez entre em contato conosco ou direto no link.