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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

VII SÃO ANIVESPAULO - Relato #1

O VII São Anivespaulo foi inesquecível, a boa vontade e um desejo preso em nós por união fez dessa sétima edição a melhor de todas. 123 motonetas de um monte de cidades vieram, e todas elas rodando, e deram o ar da graça ao ar da mais cinza das cidades, colorindo as ruas com suas cores, pilotos e motores. Nas redes sociais todo mundo posta e compartilha fotos, vídeos e os comentários mais legais sobre o evento. Um deles foi do amigo campineiro Tatu Albertini, do Motonetas Clássicas Campinas, que puxou uma bela tropa caipira na Anhanguera.


SÃO ANIVESPAULO !
por Tatu Albertini

Depois e 3 tentativas frustradas de participar desse evento da Scooteria Paulista, pois sempre caía num dia de semana,esse ano consegui participar de um .Já tinha visto vídeos e comentários dos anteriores ,que só me enchiam de vontade ,mas ,tudo tem sua hora e essa hora chegou esse ano. Na noite do dia 24 ,tive o prazer de receber em casa ,os amigos Antonio Carlos Mattioli , Gustav Ferrer e seu amigo ,que vieram rebocados até Campinas ,para saírmos em comboio rumo a capital.Depois de descarregar as danadas e uma boa prosa fomos tentar descansar as carcaças.6:45 hs o despertador tava marcado ,mas o Matiolli já tinha pulado da cama e eu tambem ja estava fritando na minha ,acordado desde a alvorada que é sempre linda da janela do meu mezanino. Café da manhã tomado ,tererê preparado e bóra pegar o caminho aé o ponto de encontro ,para variar um pouquinho já estávamos atrasados,na subida pro Anel Viário vejo o que parecia ser uma scooter adiante ,imaginei que seria mais algum para o grupo ,mas ao chegar perto notamos ser uma Lead cor de rosa com um senhor de quase dois metros em cima ,por isso talvez a mesma estava tão lenta na subida. Ao chegar no Posto Saci , Adriana Frias , Alvaro Mantovani e Ricardo Moreira já estavam nos esperando, vimos que pelo horário mais ninguêm mais viria e saímos em 5 motonetas num ritmo tranquilo pela Anhanguera. Já perto da capital notei que La Motita perdeu a marcha lenta provavelmente por causa de algum cisco, na entrada da Marg.Pinheiros o Gustav assumiu a ponta do comboio pois ele já tinha morado na capital e apesar de ter feito um caminho muito louco e La Motita morrendo a cada semáforo chegamos na Caixa Dágua da Vila Mariana exatamente as 10hs, horário programado para a saída sem atraso.


Ponto de encontro lotado ,coisa linda de se ver e Marcio Fidelis já passava contando as motonetas, enquanto já cheguei pensando apenas em limpar meu gicle para não sofrer no passeio ,em vez de cumprimentar os amigos. Gicle limpo e agora dava tempo de cumprimentar os que estavam mais próximos,mas não muitos, pois o comboio já estava sendo formado para a saída e alguns outros fui cumprimentando no caminhar do grande enxame. A clássica passagem pela av.Paulista e a descida pelo lado pobre da Augusta não podiam faltar, muito menos uma Vespa com placa amarela no rolê, no final da Paulista entramos numa ruinha a direita, ruinha linda que sempre vejo ao passar de carro mas nunca entrei ,lindas casas assobradas que viraram quase todas restaurantes e voltamos a boa e velha Augusta, e vamos ao centrão da capital, Teatro Municipal, Copam, Pátio do Colégio e demais lugares lindos que meu caipirismo e falta de memória não vai lembrar nem reconhecer,até chegarmos no tal Edifício Martinelli, estacionamos e fomos a aventura da subida ,corredores amplos ,espelhados e iluminados por lindos lustres de cristais,pena não ter os antigos elevadores que provavelmente deveriam ter aquelas portas ventiladas de ferro.














Ao chegarmos no 24°andar ,subimos mais 2 andares ,de escadas mas não encontramos nenhum dos dois ilustres fantasmas moradores desse edifício e encontramos um belo jardim suspenso no lugar dos lustres,ao sair para a cobertura é que pudemos contemplar a maravilhosa vista do edifício , de um lado o Pico do Jaraguá ,Serras do Japi e Cristais,do outro lado , prédios e mais prédios da capital dos arranha céus,que vista maravilhosa, fora o bar que tem lá em cima ,que deve ser frequentado apenas por poucos bom pagadores e o tal 27° andar ,a casa do Martineli,que dizem ser cercada de virais maravilhosos, que está fechado para restauro a mais de 10 anos disse nos a ascensorista. Discurso ,foto oficial e bóra descer pois tinha mais uma grande quantidade de turistas querendo desfrutar do mesmo prazer que estávamos desfrutando. 


Saímos rumo a mais um pouco de passeio e parada no ponto final do encontro, a Trackers , situada ao lado do Santuário ,Galeria do Rock, garagem reservada para nós e subimos rumo a um dos picos mais interessantes que estive na minha vida de submundo do rock alternativo. Cara , que pico insano ,um andar inteiro do prédio ,paredes grafitadas ,cada cômodo um espaço distinto ,área para shows,uma vista bacana na varanda e as maravilhosas placas vermelhas as portas ,que me atentaram muito de levar uma delas embora escritas :ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESÁRIOS DA DIVERSÃO. E como me diverti lá dentro hem.Mesmo não tendo ficado até o final . O Pastifício Primo estava lá com um restaurante móvel servindo um Nhoque espetacular ,os DJs apavorando na trilha sonora ,pebolim ,conversas sinceras,sorrisos no rosto ,diversão e rock´n´roll e em dado momento vejo o ilustríssimo Senna passando pela rua ,chegando tarde pois não nos deu a honra da sua presença no passeio.A galera de Ribeirão precisava voltar e se uniram ao Ricardo e Alvinho na tocada de volta,enquanto eu e Adriana ficamos ,pois ficaríamos por lá curtindo mais um pouco ,mesmo saindo antes dos shows que faziam parte da programação .Modulares já conhecia mas infelizmente deixei de conhecer o Marzela,mas oportunidades não faltarão.
De lá fomos ao Largo do Batata ,se perder um pouco nas ruas da capital ,encontrar uns amigos e assistir uns shows,conheci umas 3 bandas novas e interessantes ,O Lendário Chucro Billy Man ,fez um senhor show em cima de um pallet e com apenas uma caixa de som ,e no meio do show do Nação Zumbi ,São Pedro Lambreteiro tava iluminado os céus na festa de São Paulo ,passamos a mão em La Motita e antes da meia noite chegamos em casa eu e Adriana ,quebrados ,porêm extremamente realizado e cheios de cultura ,e olhares lindos e novos para podermos contemplar na memória.

Scooteria Paulista, parabêns pelo empenho ,união ,carinho e capricho que vocês fazem seus projetos.


(Fotos por Maurício Constantino, Tatu e Instagram com a #scooteriapaulista, use em 2Tempos).

Um comentário:

阿童木 disse...

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