Últimas Imagens

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

XI ENCONTRO DE LAMBRETTAS, VESPAS E MOTOS ANTIGAS DE JUNDIAÍ

No penúltimo domingo de agosto aconteceu o XI Encontro de Lambrettas, Vespas e Motos Antigas de Jundiaí, oficialmente o mais tradicional da categoria. O evento reuniu mais de 60 motonetas e 90 motocicletas ao todo - meu "achismo" -, e mais uma vez saiu tudo excelente. Eu, Fidelis, participo desde a edição número 4, e a conclusão que chego é que o São Pedro Lambretteiro (padroeiro do Motonetas Clássicas Campinas e amigos) costuma abençoar o Clube da Lambretta de Jundiaí nesse evento. Nunca choveu. Fica abaixo as linhas de Gustavo Delacorte (Santos) e Rafael Piera (Itatiba), membros da SP, que repartem conosco um pouco das percepções desse domingo legal.


Relato de Gustavo Delacorte

Ainda de ressaca pela "Copa das Copas", chegou a hora do XI (sim, 11º!) Encontro de Lambrettas, Vespas e Motos Antigas de Jundiaí, o evento mais tradicional da categoria no país, organizado pelo Clube da Lambretta de Jundiaí.

De Santos, saímos eu (Gustavo), Luca e Francesco (o Perucchinha). Sob forte neblina, deixamos a cidade para encontrar o pessoal que se concentraria no Largo do Arouche, em São Paulo. Faltando cerca de 3 quilômetros para o fim da subida da Serra a vespa do Luca apresentou um problema na embreagem que, infelizmente, não foi possível resolver na estrada. Ligamos para a Ecovias, que fez o socorro, e segui o roteiro em vôo solo, seguindo direto para o segundo ponto de encontro, em Pirituba.

Lá encontrei alguns amigos que já haviam chegado, e em poucos minutos a galera que se concentrou no Largo do Arouche chegou. Cafés tomados, águas do joelho aliviadas e tanques cheios, a turma se preparou para seguir em comboio rumo ao encontro. E que comboio!

Foi bonito ver dezenas de motonetas perfeitamente alinhadas em zigue-zague, eram 30 motorinos, ainda mais escoltadas por uma bela pick-up antiga, vermelha e branca, que na caçamba levava uma linda Lambretta LD. Outro ponto positivo é que nenhuma motoneta ficou "na rua". A turma tá tinindo!


Depois de bons quilômetros na Anhanguera, chegamos ao evento, que já estava lotado com muitos novos e velhos amigos. Na parte externa, dezenas de motonetas, entre elas Lambrettas LD, LI, Cynthia, Standard, TV (se não me engano), Motograziela, Vespas PX, Originale, Super, M3 e M4, muitas delas guerreiras urbanas e outras verdadeiras modelos de desfile. Todas reunidas pelo mesmo propósito, conviver em motonetas! E foi regado a pastéis, churrascos, suco de cevada e óleo 2 tempos que terminamos a agradável tarde em Jundiaí. Deixo aqui os parabéns ao Clube da Lambretta de Jundiaí pelo evento!






Relato de Rafael Piera


Dia 16 foi meu batismo na Scooteria Paulista e dia 24 meu primeiro encontro de motonetas pela associação. Aquela vontade de estar com ela no evento. Só um problema, minha vespa estava toda desmontada, praticamente morta, devido à idade. Assim, seu primeiro sinal de vida foi por volta das 16 horas, no sábado (23/08), mas ainda com muito trabalho para ser feito. Com empenho do Tatu, de Campinas, e do Animal, de Santo André, ficou pronta por volta das 20h30 daquele sábado.

No amanhecer do dia 24/08, às 7h30, já fazendo o teste drive de aprovação, nem acreditando que foi possível, o primeiro susto: o motor travou a 65km/h, num trajeto de 14km até a casa do meu irmão, em Plena Rodovia Dom Pedro, e arrastou uns 15 metros antes de destravar. Parei assustado por tamanho susto, dei uma nova partida e funcionou perfeitamente.

Retornando para ponto de origem para fazer a saída para Jundiaí, a vespa estava muito boa, só tinha um problema no manete de embreagem, onde as marchas estavam enroscando e o curso do manete não estava sendo suficiente, e quando colocava a primeira tinha que sair de imediato se não morria. Na saída de casa, coloquei a primeira e mesma saiu em uma disparada batendo o novo retrovisor na lixeira. Desequilibrado, coloquei o pé esquerdo no chão e não alcancei a guia e a motoneta caiu no chão. Um susto, um ralado no adesivo novo da lateral e no pára-choque do paralama dianteiro.

Me reestabeleci e dei uma nova partida e saí para Jundiaí, na maciota, sem forçar o motor, mas com grande dificuldade nas mudanças de marcha. Depois de 30 km bem sucedidos até a cheguei no evento as 13h00. Chegando lá só foi alegria, enfim uma cervejinha gelada, bastante papo furado, lindas motonetas e motos antigas, lanche de calabresa em outras coisas, Conversei sobre as dificuldades com o Tatu, combinamos fazer mais ajustes na embreagem, mas primeiro tinha que fazer o retorno para casa.


No final da tarde fizemos a despedida da colombiana Elizabete e fizemos a saída da Scooteria Paulista rumo a São Paulo. No caminho, virei à direita ruma a linda Itatiba, mais 30km de estrada, não ultrapassando dos 70km/h, amaciando o motor com mais algumas dificuldades de mudança de marcha, mas valeu a pena cada dificuldade e superação. Essa é verdadeira vontade de andar de Motoneta

Nenhum comentário: