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domingo, 24 de novembro de 2013

II Expedição Tropeira Brasil Paraguay (Parte 03 de 05)

I ENCUENTRO DE VESPAS EN PARAGUAY

Encarnación, sexta-feira 20h. Huracan Ramirez, Psicoprata, Caveira A Lenda do Trevo e o Esqueleto Brasileiro chegavam (chegávamos) de São Paulo (e Jacareí) para o I Encuentro Internacional de Vespas Paraguay, guiados pelo Pistoleiro Paraguayo à moda galopeira.


01 de Novembro - Encarnación
NIGHT PASSAGE


Num certo hotel tinha umas vinte e poucas Vespas estacionadas e três carros com reboques. Muitos argentinos e Uruguaios pelos quartos. Pouco a pouco conhecemos os primeiros: Juan, Luis, o pessoal de Córdoba, de Rosário e do Uruguay. Encontramos os amigos Diego Lopes (presidente do Vespa Club Paraguay, organizadores do evento), e Pedro Colotuzzo, o veterano mais rodoviário que já se viu - membro do Los Antiguos Vespa Club Uruguay. De repente desceu o pessoal de Vespa Club Rosário e do Charlie Satans Scooter Club, junto a outros afortunados, e com eles seguimos para a Costanera, aonde se daria o início das atividades oficiais. Ao chegarmos, de cara avistei os curitibanos Coca, depois o Farid, na peita do Vesparaná Club. Então a colombiana viajante Elizabeth Benitez na sua Star4 da LML, uma guerreira a dar exemplo pra muito machinho por essas tribos. Por lá uma das grandes satisfações da gente era rever o amigo paraguaio Gustavo Mendieta, ele que estivera em São Paulo - com Diego e Colman - no IV Encontro Nacional. Depois o gaúcho Fernandinho e esposa, com sua PX da Confraria VMC. Aí quem? Quem mesmo? Nano Aliaga - aquele argentino que esteve conosco em São Paulo com sua Originale 150. Inacreditável, pois nosso amigo não tinha confirmado presença até então. Revimos o Jose Rotela (aquele que encontramos na Ruta 6), agora já acelerando sua Sprint Veloce. E de Sprint Veloce o evento estava rico. Conheci ali o Juan Samudio na sua farda do clube nacional debaixo do colete sinalizador, compenetrado na organização do comboio em sua Vespa GT 1962 bicolor. Monica Echeverria reconheci das fotos de street punk pela internet, e ela estava lá, com o Carlos na estica beat em cima do solado grosso. O pessoal se conhecia, se cumprimentava, tomava um trago e festejava sem cerimônias. Fazia calor, a noite estava agradável como tão poucas vezes pudera ter sido para a maior parte daquela gente. Eram 90 pessoas, fácil, em 70 motonetas, fácil. Já tínhamos os cinco países reunidos em algumas frotas, e no dia seguinte, mais scooteristas chegariam. Demos um giro pela Costaneira, a orla da praia artificial de Encarnación. Muchiba na minha garupa segurava o banner da Scooteria Paulista - feito pelo Vespaparazzi especialmente para o evento. Foi nessas que o Canal 9 filmou a gente com alguma insistência. No meio do buzinaço achei o Hernán procurando o Vespão. Ficamos juntos, como viemos. Em meio à esfumaçante celebração Farid passava sem capacete gritando "brachooolaaaa". Colotuzzo abria seu enorme sorriso a cada acelerada. Resolvi tirar o casco e tomar um vento na cuca também. A polícia era amiga, havia um combinado em prol do evento. Pista livre!!




Da Costanera seguimos em comboio rumo ao Parque Quiteria. Felipe Aquino guiou os perdidos, e Hernan, Vespão e eu estávamos nele, com Elizabeth e alguém mais. Rapidamente o agrupamento se reuniu em auto-pista. No caminho um acidente se deu, envolvendo duas personalidades caras na cena sul-americana: Paola Diaz e Pedro Colotuzzo. A argentina seguia pela Marginal Sur quando o pneu traseiro estourou. O uruguaio, que vinha atrás, deu em cheio, levando ambos ao chão. Ela sofreu algumas escoriações entre a perna e o pé, e Pedro teve o paralamas amassado e parte do parabrisas quebrado. O pessoal se mobilizou ali mesmo em ajudá-los, e em ligeiros minutos trocaram o pneu da Caderona. Enquanto isso Colman me cedia o sinal do celular para que eu procurasse informações sobre o Assef na internet. Diego e João (JWT) procuravam pela gente no comboio. Nisso estourou o cabo de embreagem da PX do Coca. Desci da Vespa e empurrei-o para que tentasse levá-la no braço até a parada definitiva. Quase chegando no Parque Quiteria noto, sem capacete, numa Vespa PX, a colombiana Maryzabel Cárdenas, uma das principais ativistas do movimento Dois Tempista em Bogotá (COL). Nos cumprimentamos em giro, e levamos uma idéia até chegarmos no Parque. E por lá era tudo buena onda: vespistas se conheciam ou se reencontravam. Em algum momento conversei com Alejandro Morel, que levava a sua Super Sprint sob a bandeira paraguaia. E por aí adiante. Alguns seguiram pro banho. O banheiro ficava a 300 metros do salão do acampamento. Tinha gente que ia de Vespa. Esqueci de alguns detalhes, mas me lembro que uma turma chegou com cerveja enquanto a outra convocava a geral para o jantar. Ainda me demorei naquelas muitas prosas com os locais, em algumas frustradas tentativas de aprender Guarani - língua oficial no Paraguay. Uma grande mesa foi armada enquanto a churrascada descia da casa ao lado. Conversei ali com Alejandro Balsamo (Vespa Club Argentina), um senhor calmo e bastante atencioso com os acontecimentos. Sua Vespa é uma das novas. Nessa ocasião também tive a feliz oportunidade de conhecer, através do Colotuzzo, seus companheiros de viagem, os membros do Vespa Club Salto: Ever (Forever) e Nelson Irace. Dois sujeitos muito simpáticos e bem dispostos a queimar os pneumáticos. Fiquei desiludido em saber tardiamente que havia um clube de motonetas muito próximo a Taquarembó (URU), por onde passei quando fui sozinho pro Argentina (no DSC#3, em dezembro de 2011). Ok, agora eu sei! Agora sabemos! Passado o jantar - a paella estava deliciosa - uma turma voltou para o acampamento, enquanto a outra se distribuiu pelos dois hotéis. Comprei umas cervejas e me sentei por ali no chão na companhia de Marizabel, Elizabeth e Fabio Much. Proseamos até umas horas, e eu queria saber exatamente por que os colombianos são tão loucos, cheios de vigor de sair para o mundo. O assunto foi longe, até Much pegar no sono ali mesmo e mijar no meio da roda ainda sonâmbulo (gente, o que foi aquilo? rsrsrs). Depois da chuva ainda levei um lero com a moçada e fui dormir. Vespão, Hernán, Diego e João tinham arrumado tudo. Nossas barracas estavam armadas num dos boxes do camping (coberto): Vespão, eu e Much numa, Hernán em outra, João e Diego em outra. Ao lado a Elizabeth na dela, Nano na sua, e Paola na sua também. Era o nosso quarteirão!!

02 de Novembro - Encarnación-Trinidad
JESUIT JOE

O passeio programado para a manhã miou. Chovia, e o céu da cor de chumbo não animava os visitantes. Hernán preparava o café com produtos do patrocinador JWT, enquanto que João checava os registros audio-visuais feitos no dia anterior. Uma das coisas mais improváveis de se acontecer num grande encontro é o dia amanhecer com chuva. Mas nesse aconteceu! A turma se preparava mas o céu não abria. Nos reunimos, pouco a pouco, na área de convivência coberta do Parque. Ali vendi alguns Almanaques Motorino e distribuí adesivos. Elizabeth fazia um dinheiro para a sua viagem vendendo souvenires. A turma chegava aos poucos, lembro do Cristian Ariel, Martin, Agustín, Ini, Pato, David, Federico, Daniel e companhia. Eles traziam um repertório de hinos e cantorias. Pareciam um bando de hooligans na porta de um estádio de futebol. Buena gente!! Conheci nesse dia o Cae, parte da equipe do evento, junto do Arsenio, Gaston Cardoso, Jorge Dancuart, Oscar Alberto.
Também com a turma estava o Diosnel Marin, que me fez questão de apresentar a sua belíssima Vespa 1955, a do guidão pelado. Impecável, funcionava, a relíquia do evento. Vespaparazzi fazia diversas fotos e Hernán estava deveras contente em reencontrar o conterrâneo Nano Aliaga, quem conheceu em São Paulo, no ano passado. Em meio às fotos e prosas lá estava o Oscar Argüello, membro do clube nacional e mecânico da cidade de San Lorenzo. Assef já tinha entrado no Paraguay e seguia sem mais notícias. Mendieta acendia a churrasqueira e dominaria a brasa até a metade da tarde. Sim, como a chuva não dava tréguas, o passeio matinal estava cancelado. Alguém teve a idéia de fazer fotos das placas emparelhadas, e Colotuzzo gritou "Fideeeelis". E na ordem se deu a foto das visitas: Elizabeth, eu, Diego, Ini e Colotuzzo. Representando assim a Colômbia, o Brasil, o Paraguay, a Argentina e o Uruguay. Como disse Pedro: "Cinco paises representados en matriculas, tripulación y común voluntad integradora!!"



Degustei com a turma de Assunção uma bebida diferente: vinho com Fanta e gelo, acho que era isso. De bicada em bicada fui me contentando junto das Brahmas. Diego reuniu a moçada e confirmou que o passeio da tarde aconteceria às 15h30, com chuva ou sem. Essa já tinha dado uma trégua a um tempo, mas precisamente no horário da saída, ela voltava. Dentro das roupas apropriadas a turma foi saindo assim mesmo, em blocos. Vespaparazzi decidiu ficar. Fabio Much pegou uma Vespa emprestada, a Sprint Veloce do Walter Fabian (vespista da cidade) e seguiu conosco. Hernan idem. Nosso carro com João e Diego seguia na rabeta. Achamos uma turma um pouco a frente e seguimos junto. Firmava-se uma leve garoa. Depois de 3 kms rodados notei lá atrás um pequeno comboio perdido. Senti que era preciso dar uma mão na organização e assim decidi represar num posto de combustível os que estavam conosco enquanto eu saía à caça dos perdidos pela cidade. (Nessa hora lembrei da boa vontade do Ito 8). Encontrei a turma de Córdoba e os guiei até o posto. Depois de alguns minutos encontrei outra turma na Colectora Sur e os trouxe. Paola arrastava a perna dolorida do tombo da noite anterior, e estava decidida a prosseguir na garupa. "Todos ok? Então vamos!!" Só que na hora da partida Hernán reclamou que sua Vespa não ligava. Nessa hora bateu o espírito "Reginaldo". Saquei a vela fora e identifiquei falta de faísca. Pane elétrica! Puxei a capa que protege os conectores do CDI e "tcham tcham tcham tchaaaam": havia uma poça d'água ali. Aí foi só bater um ar, reconectar e funcionar. Foi nesse momento que conheci o Michel Mendoza e sua PX. Ele tinha um sotaque híbrido, e ao perguntar foi que ele me contou que vivera por algum tempo no Rio de Janeiro, e que ainda tem parentes por lá. Então partimos pela Marginal Sur, até a divisa com Trinindad, aonde encontramos um pessoal parado no acostamento. Foram cinco minutos por ali, aonde alguns abasteceram, aguardando outros, até que fomos guiados (por não lembro quem) à grande atração do evento: as ruínas jesuíticas de Trinidad. Um lugar fantástico, preservado com carinho pelo povo sulista, e carregado de histórias e lendas. Um instrutor respondia com atenção a todas as perguntas sobre o passado local. Havia cinco ou seis construções arruinadas, sendo a primeira delas datada de 1706. As Vespas ficaram do lado de fora. E foi na grande capela que fizemos a foto oficial do evento, reunindo quase todos os participantes. Conheci aí a Andréa, repetindo o ligüajar do Muhiba: "é nóis", "vem comigo". Também o vespista Demian, que tinha a fama de esquecer insistentemente o nome das pessoas, então "é nóis". Lá estava Dieter e sua T5 bicolor. Enfim... Eram 19h30 quando chegou o Vespaparazzi, do nada, na hora do show de luzes nas ruínas. Um lance totalmente lúdico, um espetáculo new-wave-gregoriano, algo fantástico!!


A volta foi tensa. Além da garoa e da escuridão, o comboio estava disperso. Não tínhamos certeza sobre quem seguir. Em dado momento vi uma Vespa Rally 200 encostando. Uma ruiva reclamava com o piloto, o Denis, ou David, ou sei lá o nome do pobre rapaz. Ela pediu-me que a levasse, subiu sem capacete em minha garupa e então ele foi atrás acelerando desconcertado. Fiquei apreensivo pois podia ser a namorada ou paquera do rapaz, e aí um simples favor poderia custar caro. Mas não, ela se divertia mesmo era pulando de garupa em garupa, e nessas tinha chegado a minha vez. O cara da Rally passou duas ou três vezes por mim tentando provocar um racha ou qualquer coisa, mas sem sucesso. Minutos depois tive que dar um basta nas brincadeiras do xovem gagoto, primeiro quando ele parou bem no meio da estrada, e depois porque queria levar o comboio para uma parada cervejeira num posto de combustível. Então procurei puxar o comboio até o Parque Quiteria, porque lembrava do caminho, e principalmente porque havia uma programação no evento, com um jantar nos esperando, junto a um monte de gente que foi embora antes ou que nem tinha saído das redondezas. Aí aconteceu com a gente também (viu Ito)!! A 100 metros do Parque Quiteria, confuso quanto ao portal correto do evento entrei no parque errado. Much, que vinha logo atrás, se confundiu também, e ao frear no pé, a Vespa derrapou pros dois lados e o jogou ao chão. Paramos por ali, mas em 10 segundos ele já estava de pé dando a partida no motorino, dizendo "ai ai aaaai" em grunidos reprimidos "aaaaaai". O prejú na lata ficou pequeno, e Walter não se importou, dizia que poderia resolver facilmente ali na sua cidade mesmo. Já no Parque, eis que encontramos por lá o Rafa Assef recém-chegado. O amigo tinha tomado a rota errada e rodado por mais de 500 kms dentro do Paraguay. Agora sim o time da Expedição estava formado por cinco autênticos membros da casa. Outra turma da pesada que chegara naquele fim de tarde eram os gaúchos dos Herdeiros do Passado e os do Vale dos Sinos Scooter Club. Com grande prazer revia o Danilo Lauxen, Kiko e Vania, Jacque, Paulo, Stello e Cris, Cleberto e cia ilimitada. Eles tiveram diversos imprevistos durante a viagem, atrasando a chegada em praticamente um dia. Teriam poucas horas para desfrutar do evento e da companhia dos camaradas dois tempistas.


Depois do banho pouco a pouco a turma se reuniu no refeitório. Depois do jantar Diego Lopes abriu o plenário. Representantes de diversos clubes tomaram a palavra. Pedro Colotuzzo emocionou a todos com uma homenagem ao finado Mário de Las Heras. Sim, o presidente do Vespa Club havia cometido suicídio a dias atrás. Pessoa boa, quieta, focada, que eu conheci pessoalmente no DSC3 de Buenos Aires. Foi chocante saber ali de tamanha tragédia. Voltei pensando muito nisso. David Casero virou o mestre de cerimônias da noite, enquanto Cristian anunciava "tiempoooo". Fui chamado ao discurso, e falei por um bom "tiempoooo", valorizando os viajantes, a equipe colombiana de resistência dois tempista, o projeto Vesparolliando el Sur de Elizabeth Benitez e anunciando, finalmente, para a América do Sul, o MUNDIAL DE MOTONETAS BRASIL 2014 (evento que organizaremos em São Paulo durante a COPA DO MUNDO). Durante os sorteios Hernán foi contemplado com uma camiseta do sponsor Klein Soldaduras. Vespaparazzi fazia uma série de fotos. E Assef cuidava da banca dos Motorino's. Depois da gastronomia toda a gente foi com parte da turma para uma festa numa casa noturna, mas voltamos cedo pois o cansaço era grande e a festa parecia miada. Passei a madrugada com parte da turma de Córdoba, de Assunção e de La Plata, e amanheci com eles. Não conseguia me embriagar apesar da insistência. Era mágico tudo aquilo, aquele encontro, essas tantas pessoas que citei aqui, e outras dezenas que não pude conhecer em tempo ou que não me recordo agora. E simplesmente acabou!! O I Encuentro Internacional de Vespa Paraguay oficialmente chegava ao fim.




03 de Novembro - Encarnación
ADIOS AMIGO

Difícil dizer em que momento começou o dia 3. Mal dormimos. Assef por exemplo pegou um colchão inflável furado e acabou dormindo no chão gelado. Durante a noite o João, Diego e Hernán passaram medicamentos curativos no pé da Paola enquanto ela dormia. E de manhã já estávamos em meio à moçada novamente. Uns iam e outros voltavam do banheiro. A turma carregava os reboques e a gente dava uma mãozinha. Vespão fazia as fotos da turma que partiria de volta pra Asunción. Hernán fazia o café para todos, literalmente, a conta-gotas os copos se enxiam. João me cedia o sinal e Diego tirava o dia para lavar o carro, assim como os outros faziam também com suas Vespas. Uma hora depois descemos pro refeitório e tivemos uma conversa longa e produtiva com o Christian, Victor e Esteban, do VC Córdoba. Nano, também da mesma cidade, levava muito a sério o assunto também. E o assunto era sobre a formação de clubes nacionais na América do Sul. Falamos de gente, de intenções opostas, do que era necessidade e do que era fetiche, e da real dimensão prática de se Viver em Vespa. Ao final de tudo, Christian tirou sua camiseta polo oficial do clube e me deu. Foi uma das atitudes mais sinceras que já presenciei nesse nosso universo 2 tempista. E mesmo tendo esse breve contato com os cordobenses, vê-los partindo nos deixava saudades ali mesmo. E ficamos nós, somente: a Scooteria e o Nano, que já é da casa. Tiramos a tarde pro lazer, e seguimos lá pra Costanera, curtir um sol na areia com mate quente e amigos: Vespaparazzi, Hernán Rebalderia, Rafa Assef, Nano Aliaga, João Unzer, Diego Koba e eu Fidelis. (No caminho encontramos alguns argentinos voltando). Horas se seguiram por lá, ainda vislumbrados com os encantos e com os costumes paraguaios. Quando o sol baixava seguimos pro Parque Quiteria, aonde passamos a noite com alguns dos organizadores do evento, podres de cansaço. Praticamente não haviam dormido. Então capotaram por 12 horas direto. A gente pediu uma pizza, nos alimentamos e dormimos, pesadamente, depois de uma boa conversa com Dieguito Lopes e Nano.


Tentei aqui fazer um relato pessoal sobre o evento, destacando fatos que vi e que senti. Certamente esqueci de coisas e de pessoas, então durante a semana, conforme vocês me lembrarem e me corrigirem, vou retocando o artigo aqui. Parabenizamos ao Vespa Club Paraguay pelo primeiro encontro internacional de vespistas. Apesar da chuva e contra-tempos comuns à toda espécie de grande evento, vocês conseguiram tirar de si o melhor, e proporcionarem aos visitantes o prazer de conviver e de viver em Vespa. Pra gente que tem na Vespa (e na Lambretta ou na Bajaj) muito do nosso sangue e suor diário, a dimensão das nossas idéias podem ser diferentes do geral. Então as coisas podem brilhar ou ofuscar numa outra intensidade por dentro das lentes. Não é bom ou ruim, nem melhor ou pior. É viver o dia-a-dia. E falo porque aqui pra gente, vocês fizeram a história pulsar, a amizade firmar chão, e o mundo virtual e o que ele esconde, voltar para o plano da realidade e sob a luz do sol. Parabéns!! Três bravos para o Vespa Club Paraguay. Fica o tema: Adios Morena - Quemil Yambay y Los Alfonsinos.

Relato por Marcio Fidelis
Fotos por Fidelis, Vespaparazzi e Demian Florentin

2 comentários:

juan disse...

saludos paparazzi fidelis scooteria. juan

Anônimo disse...

MEU, QUE MEMÓRIA DE COMPUTADOR A SUA FIDELIS. PARABENS.

PJ LAMMY