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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Nota sobre o III Desafio de Motonetas SP

Dois sócios da casa estiveram no III Desafio de Motonetas, no Kartódromo de Paulínia a dez dias atrás, o Reginaldo Silva e o Aurélio Martimbianco. O primeiro, junto da Rose e Diogo, forneceram o apoio pedido pela organização, o Motonetas Clássicas Campinas, enquanto o que o segundo camarada, esse correu! E escreveu para o nosso blog compartilhando conosco a sua experiência de ser um piloto amador de corridas malucas.


Vou explicar o que senti nesta pegada deste desafio motonetas! A coisa é muito louca e interessante pois  a corrida começa desde quando você sai de casa, porque o relógio nunca vai estar ao seu favor, pois se fica preocupado em atrasar e atrapalhar ou não participar do evento. O que vejo e que minha organização é extremamente importante nestas horas, pois tem que pensar em um simples cabo de embreagem que pode quebrar e até mesmo num pistão que pode furar! Você tem que ser rápido, pensar em tudo, levar tudo, gostar de tudo!!

Tatu: Pistão furado
É muito louco a situação, pois existem todas as condições, neste momento, quando um pneu fura porque você andou segurando muito no freio traseiro (aonde o conjunto freio-roda-pneus esquenta muito, vindo a dilatar a câmera até sua exastão), e aí você se lembra: "fudeu!! não trouxe a porra da roda reserva!". O que eu percebi que na pista não existe amizade pois todos querem ganhar, mas no bastidores a coisa é outra, pois a fraternidade e a amizade são imprescindiveis. Somos todos amigos em busca da mesma diversão!


Agora falo do que  sinto na pista. É foda! É muito bom! Quando eu entro acho que não vai dar, pois me sinto quadrado nas curvas, mas logo pego no breu!  A motoneta vai indo até que acho os limites, e então a confiança chega, e aí a brincadeira começa a tomar forma. Hoje vejo que estamos se tornando mais competitivos, pois os caras estão melhorando bem as máquinas, e isso me preocupa pois não quero ficar para traz. Outra coisa que vejo é que nas curvas somos todos iguais, e cada um com seu medo. Pois pode não ser uma corrida tão veloz pra quem assiste de fora, mas para quem está correndo é muito foda, pois as motonetas não ajudam nas curvas, aonde o que manda é a habilidade de cada um. Falo até para algum amigos que quem anda de Vespa dirige facilmente qualquer moto. Agora, imagina correr? Então pra finalizar confesso ser uma experiência muito louca aonde o medo ocorre porque se pode cair e se machucar ou alguém passar por cima de você etc. Mas completar uma corrida inteira e ter uma colocação boa é uma sensação muito boa! Obrigado a todos amigos envolvidos por isso acontecer e por partilhar o mesmo gosto que tenho!
Aurélio





Texto: Aurelio Martimbianco
Fotos: Pedro Parez

No estilo do autor desse texto a gente dedica essa:

JOHN MAYALL'S BLUESBREAKERS: Steppin' Out

4 comentários:

Animal Taylor disse...

Ééé rapaz. Deve ser loucura mesmo. Parabéns a todos os loucos. \o

David Raeder disse...

esqueceu de falar do seu tombo hehehe

Anônimo disse...

QUE DEMAIS!!! TEM QUE TER MUITA CORAGEM PRA FAZER ISSO O QUE VOCÊS AÍ FAZEM. EU NEM NO CENTRO DE SÃO PAULO AINDA FUI. PRECISO PEGAR PRÁTICA COM MINHA LAMBRETTA. MAS UM DIA EU CHEGO LÁ.

PJ LAMMY

Antonio disse...

quando vai ser o outro? eu vou ver. sou o Antonio carlos de Mogi das cruzes.