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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Scooteria Paulista no Dia Del Scooter Clásico #4


É com muito orgulho que anunciamos que a Scooteria Paulista estará presente novamente no maior encontro sul-americano da classe, o DIA DEL SCOOTER CLÁSICO #4, que acontece a todo fim de ano em Buenos Aires, Argentina. E o protagonista da vez é o scooterboy China, com a namorada Leika. Nosso irmão Joaquin da Fonseca, diretor da Red de Vespistas Argentinos, ele emprestará a sua Vespa Originale 150 novamente para a Scooteria. China estará presente não só no evento oficial do dia 9 de Dezembro, como também nos dois dias de recepção e aquecimento que antecedem o encontro. Nessa semana confeccionaremos mais materiais da SP para distribuição. Estaremos daqui acompanhando e reportando ao grupo e ao leitor as notícias que nos chegarem de lá. Força nas alturas China!!!!

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Registros de São Miguel Paulista #1


Começamos a semana com os bastidores do Encontro Nacional a toda. Abrimos as portas internas para anunciantes e parceiros scooteristas para o nosso blog e para os próximos encontros (Expedição Tropeira Brasil-Paraguay, V São Anivespaulo e SP em Vespa e Lambretta 2013, o encontro nacional). Nessa quarta teremos Rádio Motoneta no ar, às 21h. E nesse meio tempo reuniões locais com empresários scooteristas para tratarmos das parcerias. Chegou a hora! Interessados liguem no 11 95497-8344, ou escreva para scooteriapaulista@gmail.com

A foto acima vem diretamente do blog http://saomiguelpaulista.blogspot.com . Na imagem está o malabarista Figueiredo numa Lambretta LI.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Rádio Motoneta: Ata No Ar #3


Na próxima quarta-feira, dia 28 de Novembro faremos a terceira edição mensal do programa Ata No Ar, da Rádio Motoneta. Ele será apresentado ao vivo por Fidelis, que convida Gustavo Delacorte e Koré para um papo sobre o III Raduno da Primavera, a Expoclassic de outubro na Argentina, o Encontro Nacional que organizaremos no carnaval de 2013, a viagem dos jacareienses para o Paraguay, a presença rodante de um integrante do Vesparaná Club em nosso evento litorâneo, e outros papos gerais sobre os acontecimentos que envolvem os clubes amigos e hermanos. Ouça e interaja conosco através do link: www.ustream.tv/channel/radio-motoneta (que dessa vez promete funcionar com sucesso). Acompanhe também outras infos e introduções gerais no blog da Rádio Motoneta. A vinheta de apresentação do episódio está hospedada aqui: http://www.esnips.com/displayimage.php?pid=34251419#.ULVOT8lkhts.blogger


Ata no Ar #3
Quarta-feira, dia 28 Novembro, das 21h às 23h

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Desafio de Motonetas #3


Alessandro Soave finalizou a edição-cortesia do Desafio de Motonetas #3 ao Motonetas Clássicas Campinas. Produção especialíssima de alto nível e que expressa o espírito da terceira edição contemporânea da corrida de motonetas. Vale a pena ver hoje, amanhã e até o dia 16 de dezembro, quando acontecerá a quarta (e última) do ano, aonde se definirá o campeão do primeiro campeonato amador, experimental-contemporâneo, da classe. Prepare-se para o Desafio Nacional de Motonetas, com veteranos e calouros da categoria, no dia 11 de Fevereiro pela manhã, num kartódromo da região metropolitana de São Paulo. Scooterismo brasileiro à moda antiga...

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Expedição Paulista Ao Paraguay: Jacareí x Assunção

Daqui a UM MÊS quatro scooteristas da cidade de Jacareí (SP) partirão com a bandeira da Scooteria Paulista rumo à capital do Paraguay. Serão aproximadamente 4 mil kms de alto giro em Vespas, durante cerca de 12 dias de viagem. Eles convidam a todos os scooteristas clássicos para essa saga. Quem puder, entre em contato conosco que a gente repassa as infos. Os aventureiros são: Walter Vespaparazzi, Eder Luiz e Clodoaldo.


Toda forma de apoio financeiro, patrocínio e colaboração será bem-vinda. O blog da Scooteria Paulista estará à disposição para os patrocinadores dessa saga, e a viagem deles será monitorada por nós daqui. Quem estiver disposto a patrocinar essa viagem, são 100 reais, e seu banner ficará por um mês (ou mais) em destaque fixo aqui no blog da Scooteria Paulista. Sugiro uma contribuição coletiva dos scooteristas e amigos também, que ela possa acontecer via conta-corrente, ou pessoalmente nas próximas semanas. Eu, Fidelis, me encontrarei com eles em São José dos Campos nos próximos dias, e poderei repassar aos parceiros. Ou vide os contatos do chefe de expedição, Vespaparazzi, no cartaz acima.

Estaremos em contato com os aventureiros que levarão a nossa bandeira por quase mil kms de giro somente dentro do território paraguaio. Pretendem encontrar no caminho o VesParaná Club (em Curitiba) e o Vespa Club Paraguay (em Assunção).  Atualizações diárias no Blog e no Twitter da Scooteria Paulista.

Saída: Domingo, 16.12.2012, às 9h30.
Local: Posto Frango Assado (Rod.Carvalho Pinto, Jacareí).
Rota: Jacareí - São Paulo - Curitiba (PR) - Foz do Iguaçú (PR) - Assunção (Paraguay) - Pedro Juan Caballera (Paraguay) - Ponta Porã (MS) - Dourados (MS) - Bataguaçú (SP) - Presidente Epitácio - Presidente Prudente - Ourinhos - Boituva - Sorocaba - São Paulo (SP/Rádio Motoneta) - Jacareí.

(*Daqui ficaremos na torcida a cada dia, a cada mensagem ou sinal de fumaça vindas do sudoeste/oeste brasileiro. Walter será o fotógrafo oficial da expedição, Clodoaldo se encarregará de nos reportar notícias, e os posts para o nosso blog aqui serão escritos em conjunto por eles durante a viagem. Uma saga que entrará para a história do scooterismo sul-americano. Toda a boa sorte, e que a força esteja com vocês!!!).

"En un barrio de asunción

Gente viene gente va

Ya está llamando el tambor

La galopa va a empezar

Galopera baila tu danza hechicera
Galopera mueve tus plantas desnudas
Cimbreando la cintura en tu promesa de amor."
(Galopera, M.Cardoso Ocampo)

Arte por Marcio Fidelis

sábado, 17 de novembro de 2012

III Raduno da Primavera - Da Volta e Mais Relatos

O III Raduno da Primavera reuniu 36 scooters clássicas e mais ou menos cinquenta pessoas em prol do acontecimento. E lá no topo do Morro da Asa Delta, na miolo entre São Vicente e Santos, os scooteristas rodantes da cidades de Santos, São Vicente, São Paulo, Campinas, São Roque, Jundiaí, Taboão da Serra, Santo André, São Bernardo do Campo e Mauá. Chamamos isso de encontro de estradas.


Por Marcio Fidelis

Chegamos lá ao meio dia e alguma coisa no ponto combinado: o Restaurante Ao Mirante. Às 14h30 finalmente Gustavo Delacorte trazia o Daniel Turiani, Gisele, Sr.Albertini, o rebocador e família. Um pouco depois o Sergio Pasqualini - sua estréia no Raduno, na camisa do Clube da Lambretta de Jundiaí, e o Ricardo anunciaram partida. Precisavam chegar antes de escurecer, e evitando a prevista chuva do final de tarde, pois levariam uma Lambretta Standard no seu motor de 1957 até Jundiaí. Com eles partiu uma pequena leva de volta pra estrada. Vinte minutos depois outro grupo de quatro ou cinco Vespas tomou o rumo ao norte. E às 16h a última leva, a maior parte, que havia ficado até o final do almoço dos amigos socorristas e socorridos, foram, ou fomos para as motonetas. Esse sistema modular, conforme definiu o Rafael Assef, é um sistema interessante e já havia sido aplicado espontaneamente em outros giros (por exemplo nos encontros de Jundiaí). O importante é nunca voltar sozinho.


Na saída o Sonnesso e eu brincamos que desse Raduno até que estamos passando ilesos, com excessão da quebra da Vespa do Turiani, fato que passava longe do script raduneiro. Maldita hora que eu fui abrir a boca. No mesmo minuto o Sr.Albertini ao dar ré na pick-up encostou o para-choque num carro sedam que estava estacionado num local não apropriado. Três moças saíram do carro e começaram o escândalo. O risco feito na porta do carro era de um palmo e meio, e era superficial. Resumindo a história, fizemos um vaquinha coletiva e angariamos a maior parte do dinheiro sugerido pelo funileiro pessoal do proprietário do carro. Pensando bem, o Raduno é o evento das vaquinhas e colaborações em vil metal. No primeiro de 2010 fizemos uma arrecadação dos scooteristas para pagarmos a volta da Vespa do China que havia quebrado no pé da Rodovia dos Imigrantes. No ano passado o grupo se mobilizou pela minha viagem para a Argentina. E dessa vez novamente passamos o chapéu. Coincidência? Ou seria mais um dos mistérios ocultos do Raduno da Primavera?

Gustavo nos guiaria até o pé do Morro, e de lá direto para o Portal de Santos. No caminho, pelo Canal 1 de Santos, meu Rádio Nextel tocou. Era o Raphael Favero perguntando por nós. Havíamos combinado de encontrá-lo e a mais amigos num Ipiranga à direita da orla. Só que nos esquecemos e seguimos direto para a saída, crendo inconscientemente que os encontraríamos em algum posto por lá. Pedi ao Favero que guiasse a turma até o segundo posto de esquina da Avenida Pinheiro Machado. Aproveitamos para abastecer e dar uma checada nas motonetas. Então Favero chegou com a turma. Estava irritado e falava da desordem. Foi mais uma desinformação, e tudo pôde ser corrigido com bastante simplicidade. No posto seguinte nos encontramos com o Gustavo e companhia ilimitada, e Favero reclamava. O Koré e eu conversamos com ele ali até que se acalmasse. Não foi a primeira vez que isso acontece, e talvez não seja a última. Só que uma crise instaurada não seria a melhor das idéias. Tudo é contornável.

Nos despedimos ali dos amigos de Santos, os cicerones Gustavo, Luca e Eric. Gustavo estava chateado pois queria que ficássemos mais em Santos, para um brinde, um rolê, um papo sem pressa. Infelizmente tínhamos que partir pois estava anunciada a previsão de chuva no final da tarde. E os primeiros amigos que naquele momento já chegavam em São Paulo enviavam mensagens desanimadoras de lá pelo celular. Juntos, quietos e concentrados seguíamos para a saída da cidade. Entramos na Rodovia dos Imigrantes e seguimos tocando na média dos 80km/h. Depois de cinco ou sete kms de giro Favero parou no acostamento. Seu pneu traseiro havia furado. Leo Vasconcelos emprestou o step da sua Vespa pois o amigo já tinha furado o seu mais cedo. Depois foi a minha vez. Antes de partirmos, o cabo do acelerador da minha Originale 150 havia soltado no carburador. Tiramos as partes e Favero o reencaixou. Seguimos então na mesma tocada. No posto de combustível seguinte encontramos a outra parte da turma parada. Tatu limpava a passagem de gasolina da Lambretta, e brincava: "Tá vendo, quer economizar no que não deve, dá nisso!". Disse que havia colocado a gasolina do tanque sujo da velha Xispa nessa Lambra e junto com a gasosa veio a ferrugem. Depois de limpado os giclés, foi só ligar a revanchista e subir a Serra. Bom, não seria lá tão fácil subir uma LI de 1964 e com garupa. Mas a melindrosa é das fortes e foi. Pista acima a frota era formada por cerca de uma dúzia de motonetas ou mais, e também dois carros: a pick-up do Sr.Albertini e o utilitário do Chico e namorada. Ambos ofereceram proteção na retaguarda do nosso comboio, e foi muito importante. Fizeram ali o papel do ferrolho, trancando a porta dos fundos. No ritmo dos 70km/h subimos. Dias depois soubemos de uma reclamação feita por uma motorista qualquer que foi publicamente na Band News FM e na Rádio Sulamerica reclamar de uma atitude do Sr.Albertini (que para proteger o nosso comboio de uma ultrapassagem arriscada que ela faria sobre nós pelo acostamento), fechou sua passagem duas vezes, impedindo a passagem da reclamante. Imprudente, ela teria arriscado uma ultrapassagem pela direita do comboio, quando a lei, no artigo 199 do Código de Trânsito Brasileiro, diz  que é infração é há penalidade para veículo que "ultrapassar pela direita, salvo quando o veículo da frente estiver colocado na faixa apropriada e der sinal de que vai entrar à esquerda". O assunto foi debate entre alguns scooteristas no Facebook durante a semana. O Sr.Albertini estava conosco para nos proteger. De fato a subida da Serra é tensa em todos os anos, como bem salientou a Rosa Freitag: "também observei assustada vários carros costurando desde a faixa da esquerda até o acostamento para fazer ultrapassagens. A Ecovias não deveria liberar o acostamento, a não ser que o trânsito esteja realmente intenso - nenhuma das pistas estava com tráfego carregado". David Reader também justificou por nós a atitude: "O Codigo De Transito Brasileiro afirma que os veículos maiores são responsáveis pela proteção dos veículos menores", pode consultar. A solução encontrada pelo sr. Allbertini foi entrar na faixa da direita antes que o veículo em questão pudesse por em risco a vida dos pilotos do comboio". (Nesse domingo, amanhã, dia 18 de Novembro, faremos uma pauta sobre isso na Sede da SP, pois sentimos a necessidade de nos protegermos mais. Vivemos um ritmo frenético em cima de nossas motonetas, fazemos mais de 20 giros em comboio por ano, e estamos expostos à situações como essas a cada giro. O que podemos fazer para nos cuidar? É isso! Domingo é só colar na Sede, em São Paulo, das 14h às 18h. Pegue o endereço por email ou fone).


Voltando à rota. No Rodoanel nosso amigo David Reader entraria rumo à Regis Bittencourt. De lá seguiria com uma pick-up que o aguardava, para uma longa viagem até o berço do Vesparaná Club: Curitiba. Reginaldo Silva e Rose entrariam juntos rumo à zona norte da cidade. Ambos se borraram um pouco de medo ali pois no Rodoanel não há postos de combustível. A chuva parecia cair sobre a metrópole. Passamos pelo trecho de São Bernardo do Campo, Santo André e Diadema, até que finalmente saíamos da Ecovias direto pra Avenida Ricardo Jaffet. Buzinaço geral e adeus Raduno. Ali os remanescentes do último comboio seguia, cada qual para o seu destino, sob a breve chuva que cairia na sequência. Abaixo reporto ao leitor os pontos de vistas e os relatos de outros raduneiros. Daqui da minha parte, eu agradeço a cada scooterista que fez essa história ser rica e bem vivida. Aos cicerones santistas (Gustavo, Luca, Mario e Eric) parabenizo pela escolha do local e pelo trabalho de guia, esse Raduno superou os outros no aspecto cidade-Sede. E insisto a eles que busquem abraçar mais scooteristas perdidos na baixada, com paciência e compreensão. Ao Reginaldo e Free Willy agradeço o apoio à minha Vespa, a Internazionale presidente não poderia ficar em casa num dia como esse. Ao Restaurante Ao Mirante, agradeço a recepção, e que num futuro se organizem melhor para receber a Scooteria. Ao Serginho Pasqualini agradecemos a força com a M4 do Marcos, e à família Albertini (Motonetas Clássicas Campinas) agradecemos pelo empenho na escolta do grupo, e no reboque da PX estradeira do Turiani e Gisele. Parabéns aos 36 raduneiros dessa história. Até o próximo.

Por Rosa Freitag:

Ótimas as fotos, e aqui o relato: Gostei muito do destino do Raduno e acho fantástico o espírito de família unida que impera, assim todos podem viajar tranquilos com as motonetas sabendo que não serão deixados pra trás em caso de quebra. Também acho legal combinar diversos pontos de encontro sem parada, pra quem quer se juntar ao longo do trajeto. Foi interessante fazer aquela parada na descida da serra, mesmo tendo sido forçada por uma quebra. Mas as paradas subsequentes por causa de problemas mecânicos acabaram dispersando o grupo. O que eu acho mais legal é ver que estou no meio de um super enxame com 30, 40 Vespas, mas não foi assim a chegada... e com isso chegamos mais tarde que o esperado, e aí com a  previsão de chuva no fim da tarde muitos quiseram sair lá pelas 16h para não arriscar. No fim, nada de chuva, mas aí morreu o espírito do Raduno. Eu tinha achado tão legal pegar a balsa no ano passado, e fazer o percurso diferente na volta... Senti falta de ver outras motonetas em todas as direções, do aroma 2T ao redor, de poder contemplar melhor a paisagem e, por que não, fazer algumas paradas no percurso! Acho que faltou uma "ordem" sua mais enérgica para que todos voltassem no grupo grande, e uma agilizada para sair do restaurante. O Mário me disse que você falou que a volta estava liberada, cada um por si, então fizemos um pequeno grupo para voltar. Você ainda veio conferir se estávamos mesmo indo num grupinho, achei isso muito legal da sua parte! Mas o Mário ficou muito decepcionado por não ter sido realizado o verdadeiro Raduno! Então o meu espírito "motociclista" avisa que é muito importante fazer uma manutenção preventiva frequente na motoneta - acho que isso preveniria a maioria das quebras na estrada. E o espírito "scooterista clássica" está frustrado com a dispersão do grupo na volta. Mas na ida em vários momentos eu tive aquela sensação que me faz estar sempre presente nos passeios!

Por Tatu Albertini:

Bão ,a viagem começou bacana com um pequeno atraso da minha parte pra variar. Fomos eu e Adriana Frias direto para a Bandeirantes encontrar com o pessoal que sairia do ponto de encontro. Chegamos antes deles e lá estavam Flavio Barbie, David S Raeder e Marquinho. Saimos a caminho do posto Bellair no km 56 para encontrar mais um. Pela pista todos de PX200 e eu no lambrão. No meio da estrada chegou o Ricardo Moreira com sua PX200 e seu espirito de piloto de corrida, (sai depois de nóis só pra esticar o cabo e pegar a gente na estrada). Paramos no posto e lá estava Sergio Ricardo Pasqualini com sua Standinha 50 tons de cinza. E de lá tocamos até o ponto de encontro. Chegamos no ponto de encontro exatamente as 9h,e lá já encontramos grandes amigos. Esperamos o nosso presidente e mais alguns amigos chegarem, ouvimos as recomendações e fomos embora em mais um Raduno. No meio do caminho ,encontramos Marcelo Santana e mais alguns até uma M4 que não vi, parece que estava no pedágio. M4 essa que nos ajudou a aumentar nossos conhecimentos mecânicos em bons trechos da estrada. Chegamos no litoral e lá fomos bem recebidos por nossos amigos da baixada. Paramos na praia e fomos até o morro do Voo livre onde pudemos desfrutar de uma bela comida e de uma bela vista. Depois disso, logo às 15 hs varios amigos já começaram a debandar. Acabei depois de dar uma salgada e curtir um pouco do no areião. Saindo de Santos, às 17h20, eu pensava que faríamos uma volta solitária somente com o carro de apoio, mas numa bela surpresa, no Fango Assado da Imigrantes, encontramos vários outros parados esperando mais alguns que estavam ainda perdidos por contra tempos na cidade. Depois da chegada de todos tocamos o pau na subida da Serra e o Lambrão pediu arrego: quase o motor travou, mas subiu em 3° e sem pressa com a Adriana na garupa e Marcio Fidelis com seu motor amaciando junto comigo no martírio da subida. Lá em cima perto de vários destroços de um acidente qualquer os vespistas mais ligeiros estavam esperando por nós. Tocamos direto e sem parada e eles vieram no vácuo. A partir do anel viário vários debandaram cada qual para seu canto e nós continuamos na jornada. Vimos o avião do acidente (que desceu a pista e parou no muro) e fomos mais uma vez agraciados por São Pedro lambreteiro que nos deu a boiada de escapar da chuva que caiu nervosa depois que entramos na pista. Cheguei em casa eram quase 22h, pois parei para fazer uma pesquisa em um lugar na estrada e estou aqui hoje só o pó da rabiola, porém feliz e realizado, pois tirei da garganta a questão da lambretta subir e descer a Serra.


Por Gustavo Delacorte:

Dois anos depois de ter o meu primeiro contato com a SP, justamente no primeiro Raduno, quando nem Vespa eu tinha, aqui estou hoje na linha de frente de um evento do calendário do grupo. Sendo assim, me senti na obrigação de fazer de tudo para que todos pudessem aproveitar ao máximo o passeio. Abraçar o Raduno dessa maneira me fez pela primeira vez sentir na pele o que o nosso camarada Fidelis passa na maioria dos eventos, e isso só me faz respeitar ainda mais quem se coloca a disposição de tornar os passeios algo possível e prazeroso para todos. E como cada giro tem suas características próprias, posso descrever momentos únicos do III Raduno da Primavera que ficarão para sempre na minha memória. Pude acordar e ver um céu que estava nublado se abrir justamente no dia do Raduno, vi um mar de motonetas surgir da ponte estaiada na interligação da Imigrantes com a Anchieta, assim como muitos outros momentos gratificantes como ver a expressão de satisfação do pessoal almoçando e apreciando a vista do morro da asa delta. A parte mais divertida pra mim, sem dúvida, foi ajudar o nosso colega que estava de M4 a subir as ladeiras morro acima, numa soma de esforço dos motores das duas motonetas e da habilidade dos dois scooteristas para que ninguém se esborrachasse no chão. Quando todos se preparavam para retornar para suas cidades, a sensação de "quero mais" bateu novamente, assim como nas duas primeiras edições. Que venha o próximo!

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

III Raduno da Primavera - A Ida

O Raduno da Primavera é um dos eventos mais esperados do calendário paulista, mas é também, disparado, o mais difícil e até polêmico evento da classe. A cada edição novos revezes acontecem, e no dia seguinte as opiniões são as mais variadas a respeito. O destaque maior do Raduno tem sido a beleza do caminho, e dessa vez, também do espaço escolhido para o almoço, com vista panorâmica pra orla de São Vicente e Santos. O número recorde (em radunos) de 36 scooteristas com seus motorinos foram os personagens dessa história que será contada aqui em dois movimentos. Tudo isso aconteceu no dia 11 de Novembro...


Durante a semana a expectativa foi aumentando. Pelas redes sociais os amigos confirmavam presença, faziam reparos nas motonetas, falavam dos documentos que ainda não haviam sido liberados pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente (essa grande bagunça retrógrada)... nos bairros formavam-se pares, e nas cidades os grupos locais que chegaria pouco a pouco na manhã ensolarada de domingo no Posto Frango Assado, à beira do km 2 da Rodovia dos Imigrantes. Às 9h da manhã metade do comboio já havia chegado. Abasteciam, proseavam, faziam ajustes ou desjejum. De fato a experiência das concentrações em postos de combustível tem sido um sucesso a ser repetido. 


Conosco somente Vespas e Lambrettas: PX200, Super 150, M4 (que se juntaria a nós no perímetro de Santo André), Originale 150 e LX150; e as Lambras Standard D e LI. Metade ali já era raduneira. Somava-se à frota, a equipe, com dois carros de apoio: a Brasília do Mestrinelli (com um belo adesivão da SP no vidro traseiro), e o Polo da Claudia Silva, que ajudou bem com as caronas dos pais do Leo Russo, da Cris Yummi e da Gisele Leiva. E a pick-up de apoio do Sr.Albertini e a família. Pai do Tatu, o próprio que retornava com sua Lambretta LI revanchista. Tinha vindo de Campinas com a Adriana na garupa. Também de lá o Barbie com sua Star 4 e Marquinhos com sua PX200 e alguns bonés com bordados da Vespa e da Lambretta para venda. Junto com eles vieram de Jundiaí o Serginho Pasqualini de Lambretta Standard D, o Ricardo de PX200 e o David Reader, integrante do Vesparaná Club que veio com sua PX200 cinza do farol redondo. Mais abaixo, de São Roque chegava o raduneiro Ed Purga na sua PX200 hot. Também do preto fosco viria da Z/L da cidade o scooterboy Koré. E falando nelas, outra à Califórnia raduneira chegava em cima da hora: Rafael Assef, pela segundo ano consecutivo. Rodrigo Sonnesso e sua PX200 Two Tone também. Leo Russo e sua Super 150 rodoviária idem. Falando nas de dois dons, a PX200 do Sr.Artur e seus 78 aninhos de idade. E falando em veteranos, o Sr.Luiz de Castro também foi, com sua inseparável PX200 preta. Ambos os senhores receberam de nós os troféus SP EM 2T (Categoria Del Vecchio - critério: veteranos da classe). Ah, o seu Artur vinha de Taboão da Serra. De São Bernardo do Campo chegava o Aurélio Marimbianco, com outra Vespa a 'radunar': a laranja sonora. Com sistema de som outra Vespa, a PX200 da Rosa Freitag, e o Mário Baraçal, com a GT250 blackout. Das novas Vespas também estava lá uma conhecida LX150 cinza, do Gilson, que esteve no Circuito das Motonetas de Interlagos em 2011, no III São Anivespaulo. E falando de Interlagos, o Reginaldo e a Rose chegavam com a estradeira PX200 vermelha, herança da loja da Barão, do Brilhantina MC, e que faria o seu terceiro Raduno. Da loja apoiadora Free Willy para as ruas o Senna se realizando com sua PX200 tricolor: branca, preta e rosa. Outro raduneiro que cedo chegava era o Marcio Fernandes com sua PX200 num vermelho impecável. Da oeste vinha com sua PX preta o Hernán Rebaldería, argentino que vive em nossas terras agora: atenção para suas RAF's do Brasil e da Argentina na Vespa. Vini Delante repetia a experiência com sua PX200 amarela metalizada. Também o Raphael Favero, com sua branca Elvis, trazendo consigo o parceiro Leo Vasconcelos na PX200 cinza. Havia um novo parceiro com garupa mas não me recordo o nome agora. Ele estava com uma PX200 azul. Quem mais? Ah, eu, Fidelis, com minha Originale 150 a ser amaciada na estrada. Ah sim, havia uma scooter de plástico de um vespista desavisado que encheu ela de adesivos da Lambretta para passar não sei que tipo de impressão. Pedi que fosse pra trás de tudo pois o nosso grupo é só das clássicas. Ele compreendeu e se pôs à parte. Muito, e conforme eu for lembrando vou incluindo aqui os nomes e as motos.

Serginho e Marquinhos

Leo e Marcos ditando o ritmo
Realizamos um briefing de 3 minutos e seguimos. Às 10h em ponto entrávamos na pista da Rodovia dos Imigrantes. Uma parte saiu em disparada enquanto dois amigos ficaram com as motonetas afogadas no posto. Pedi ao Marcio Fernandes correr até a ponta do comboio e pedir que esperassem os companheiros. Tudo ok, todos na pista. No quilômetro seguinte formamos o bloco numa extensão de 400 metros de motonetas. O trânsito estava generoso, carros e caminhões respeitaram o nosso procedimento e seguimos em segurança. Na altura de Santo André o Marcelo Santana nos aguardava com sua estradeira PX200 vermelha. Logo após o pedágio um novo companheiro se insere ao grupo: Marcos Ricardo, diretamente de Mauá, com sua Vespa M4 recém-restaurada na cor cinza. Por respeito a ela seguramos um pouco a velocidade média do grupo. Depois de 20 kms rodados Sergio Pasqualini pára a sua Standard no acostamento. Parecia sério, então segui voando até a ponta do comboio e sinalizei a todos que parassem. Favero achou um recuo metros antes da sequência dos túneis. Desligamos as motonetas diante da bela paisagem da Serra do Mar. 


Foram 15 minutos ali. Gustavo me ligava pela terceira vez, estava ansioso lá em Santos. Calma amigão, o Raduno já começou. Então chegou o Serginho. Disse que o escapamento da Lambretta havia se soltado e que nada como um bom arame pra segurar. Comuniquei então ao grupo que essa Lambretta, a Vespa M4 e a Super 150 do Leo fariam a frente do comboio, e ditariam o limite de velocidade do bando. E assim se sucedeu. A descida foi frenética e emocionante, feita na média dos 75km/h.


Lá embaixo, em Cubatão, notamos que a M4 do Marcos estava com problemas na entrada das marchas, talvez na alta. Ao tomarmos a entrada para Santos, depois da Ponte Estaiada, encostamos todos para verificar o que se passava. Serginho e Reginaldo se empenharam por ali. Era necessário uma regulagem de entendido na velharias. Por ali ficamos uns 15 minutos mais. Então voltamos pra pista, para adiante encontrarmos o cicerone Gustavo Delacorte e sua PX200 branca. Ele entrou na ponta e seguiu guiando-nos pelo Canal 1 até a orla. Mário Lebon estava por lá com sua PX200 bicolor e havia conseguido junto à CET um espaço reservado para as nossas motonetas. Outro santista em Vespa ali era o Eric, que repetia a dose do evento. Encostamos, e por ali fizemos mais 20 minutos de concentração. Deveria ser mais, todavia eu já sentia a necessidade de nos recolhermos para um local "nosso". A tietagem na beira da orla era grande. Muitos tiravam fotos, perguntavam a respeito, falavam dos seus tempos de brilhantina etc. Nisso o Marcelo Santana ajudava o Marcos Ricardo a regular novamente o cabo de marchas da M4 pois estava previsto uma escalada de alto nível pelo Morro da Asa Delta. Só de ver o tamanho do morro, quase que eu morro. Alguns amigos correram para se hidratar ou salgar as ancas nas águas de São Vicente. Quando voltaram (com um pouco de atraso perdoável) seguimos em comboio ao destino: Restaurante Ao Mirante. Só que pelo caminho o inesperado aconteceu. A PX200 cinza escuro do Daniel Turiani/Gisele parou estranhamente na esquina entre a Orla e o Canal 1. Mário Lebon, santista que guiava o comboio não reparou no fato e seguiu em frente, puxando consigo uma leva de motonetas. Saí em disparada atrás do grupo enquanto outra turma ficaria com o Daniel. Consegui alcançar Mário e companhia no começo do Morro da Asa Delta. Pedi que encostassem em respeito aos outros. Mário parou mas não entendeu, botou a primeira e subiu. Os outros ficaram. Desligamos as motos e aguardamos. Pelo Rádio eu me comunicava com o Tatu e com o Aurélio, que estava com Daniel Turiani e mais uma dúzia na esquina da Orla. Aguardamos por 20 minutos até que chegaria o Gustavo, o Aurélio, o Luca e cia. Uma pequena parte ainda ficaria por lá com o Turiani até chegar a pick-up de apoio do sr.Albertini. Subimos o morro então, em cerca de 25 motonetas em sistema modular. Uma imagem e tanta desse Raduno foi ver a M4 chegar no topo do morro apoiada pelo pé de 200 cilindradas do Gustavo. Aplausos aos guerreiros. Por ali espalhamos as motonetas e escolhemos nossos assentos. Ficamos impressionados com a vista panorâmica da orla de São Vicente e de Santos. Aos poucos mais vespistas chegavam. Nisso conheci o Chico, vespista da Mooca que estava por lá com sua PX preta fosca com a bandeira da Itália adesivada, e a bandeira do bairro (Cosa Nostra). Dois veteranos também por lá estava, um deles com sua PX200 vermelha. Era de São Vicente e contava-nos algumas histórias pitorescas dos tempos em que competia de Lambretta. Hora ou outra eu saía para averiguar as motonetas, e foi numa dessas que um dos garis me passou a contagem de 38 motonetas ao todo. Creio que ele tenha confundido motoneta com outras motos de clientes do restaurante. Pelas minha contas gerais esse Raduno somou 36 motorinos, não mais.


Grande parte do comboio havia chegado no restaurante às 12h40 ou 13h, e curtiram por bastante tempo o visual e o momento. Havia porém a última parte, a socorrista, que chegaria somente às 14h30. Era o Gustavo, Turiani, Gisele, Sr.Albertini e família. Tal fato modificou o nosso planejamento, e a nossa volta que estava marcada para as 15h30 foi adiada naturalmente, sem muita conversa, para as 16h30, uma vez que os remanescentes nem almoçado haviam (pois o atendimento no restaurante andava bagunçado com tanta gente). Achamos que o proprietário e a equipe do Ao Mirante não haviam botado fé no nosso acordo, verbalmente fechado com ele dias antes pelo Gustavo, Luca e Mario em nome da SP. Não foi lá muito barato, mas as opiniões gerais contam que valeu. Compensaram então com a natureza, a "gratuíta" contemplação da paisagem. Nos dividimos entre 7 ou 8 mesas por lá. E perdoe-me por não bolar um esquema melhor de socialização, mas nesse domingo de Raduno, eu, Fidelis, andava cansado e exaurido como nunca antes estive. E é por isso que convoco para esse domingo do dia 18 de Novembro uma reunião da parcela interessada do grupo, para fazermos juntos as coisas. Para falarmos de conduta, reciprocidade, e produção. Pois a nossa cena scooter será expressada para o Brasil e clubes internacionais no SP EM VESPA E LAMBRETTA 2013. E é aí que o bicho vai pegar. E o Raduno, que já era para nós um espelho das internas do grupo, dessa vez mostrou um pouco mais do que imaginávamos. No próximo post falaremos da volta e somaremos outros relatos.


*Relato por Marcio Fidelis
*Créditos das fotos nos coments...

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Nada Como Uma Lambretta


A correria está grande e o tempo curto, e enquanto damos um talento na Sede administrativa da SP recolhemos os depoimentos, pareceres e fotos do que foi o III Raduno da Primavera. Então logo mais subiremos tudo isso aqui. Enquanto isso segue uma propaganda nacional da Lambretta (modelo LD), uma Lambretta de verdade, ítalo-brasileira, forte e rebusta, como uma Lambretta de verdade é na pista. Parabéns aos lambrettistas do III Raduno da Primavera: Sergio Pasqualini (Standard D - Jundiaí-Santos ida e volta) e Tatu Albertini (Campinas-Santos ida e volta). 

Lambretta do Brasil S.A.
Esc.Central: Pr. da República, 468 3.o - Fáb.: Trav. Bartolomeu Pais, 200 - S. Paulo
"Só Lambretta Supera Lambretta".

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Scooteria Paulista no Momento Moto (Band)

Scooteria Paulista from MOMENTO MOTO on Vimeo.

Foi pra net a matéria na qual Fidelis entrevistado por Dino Benzatti no programa MOMENTO MOTO, do canal Band. Exibida no domingo dia 4 de novembro às 10h, ela está sendo reprisada durante essa semana nos canais Band News e Band Sports. Nela consta diversas fotos de giros do grupo e nossos encontros com amigos e clubes com os quais nos encontramos pelas rutas da América do Sul.

(*Correção: A Vespa modelo P citada não é a mesma apresentada na foto)

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Arquivos do Cidade de Santos (1970)


Essa é uma colaboração do Gustavo Delacorte, que nos encaminhou o link do jornal eletrônico Novo Milênio, site que hospeda uma série de reportagens de época. A foto foi feita em 01.05.1970, pelo fotógrafo José Escandon, que percorrera diversos morros de Santos a serviço do antigo jornal Cidade de Santos. Acima um pitoresco momento no Morro da Nova Cintra, com uma sofisticada Vespa M4 na beira do córrego.

*Subimos essa foto para lembrar ao scooterista clássico que nesse domingo dia 11 Novembro faremos o III Raduno da Primavera, o giro da classe rumo ao litoral sul-paulista. Acesse o cartaz e as infos nesse link, e compareça nesse evento especial de sol e brisa: http://scooteriapaulista.blogspot.com.br/2012/10/iii-raduno-da-primavera.html

sábado, 3 de novembro de 2012

Lula e Família na Praia Grande


E falando em política e Raduno, compartilhamos essa foto dos arquivos do JC Online, o Jornal do Commércio, de Recife (PE). A foto é da virada dos anos 50 para os 60, na Praia Grande, litoral sul-paulista. Nela estão Dona Lindu e seus filhos Rute, Luis Inácio Lula da Silva, Jaime, Joaquim (na Lambretta Standard) e Maria.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

A Vespa da Soninha


Agora que acabaram as eleições municipais vale a pena resgatar essa lendária história. Soninha Francine - ex-vereadora, ex-subprefeita da Lapa, ex-VJ da MTV, etc - foi vespista por duas décadas. Na virada dos anos 80 para os anos 90 ela comprou a Vespa PX200 do irmão, e dali em diante tudo o que fazia na cidade era de Vespa. E a associação entre a Soninha e sua Vespa era imediata, ao ponto da própria se tornar um símbolo do seu marketing político. E até hoje nos perguntamos por que ela se desfez da motoneta?

Há três meses atrás ela respondeu no site Ask.Fm: A Vespa "foi-se... Cicloativistas me repreenderam: "Você é cicloativista e usa um veículo que polui tanto quanto um ônibus!". Desapeguei e dei para o meu cunhado, que gosta de restaurar velharias, com a condição de que ele não a usasse..."

Uma pena pois seria um grande prazer tê-la rodando conosco no próximo Raduno da Primavera. Esse discurso sobre poluição não deve sequer passar por perto do antigomobilismo e da preservação da veículos clássicos. Ande nas ruas e perceba quem é que polui mais. Quer uma dica? Olhe para os escapamentos dos caminhões e ônibus. Outra dica? O desmatamento do entorno da cidade. Que bom seria se tivéssemos mais veículos clássicos e elegantes nas ruas, pois eles expressam muito sobre o nosso passado, são museus itinerantes, e mexem com os nossos sentidos, tal como uma intervenção artística. E Soninha, de fato a Vespa lhe cai bem.

Uma história pitoresca sobre ela e sua Vespa foi contada pelo jornalista Flavio Gomes em 2006: http://flaviogomes.warmup.com.br/2006/02/acharam-a-vespa-da-soninha/.