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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

III Raduno da Primavera


Salve salve amizade. Dia 11.11 os raduneiros voltam à baixada para a terceira edição do encontro litorâneo da SP. Esse Raduno em especial terá algumas novidades: a concentração do evento será às 9h da manhã do Posto Frango Assado do início da Rodovia dos Imigrantes (final da Av. Ricardo Jaffet). A concentração em Santos será no Canal 1, no Emissário Submarino. Dali subiremos o Morro da Asa Delta até o restaurante Ao Mirante, de onde desfrutaremos da bela vista praiana. Para dúvidas ligue pra gente.

ATENÇÃO! Evento fechado para scooters clássicas (Vespa, Lambretta, Bajaj, Iso, Cezetta, Rabit, Moskito...).

Arte por Leo Russo

sábado, 27 de outubro de 2012

Clube de Regatas Santista (1971)


Essa é uma colaboração do Gustavo Delacorte. Diante da fachada social do exinto Clube de Regatas Santista está uma bela Lambretta LI. A foto é de 1971, e postamos ela aqui para lembrar ao scooterista que no próximo 11.11.2012 faremos o III Raduno da Primavera, a descida da Imigrantes e o encontro de motonetas na cidade de Santos. Nas próximas horas postaremos as informações gerais do evento. Lembrando que o Raduno da Primavera é totalmente fechado às scooters clássicas: Vespas, Lambrettas, Bajaj's, Cezettas, Iso etc...

III Raduno da Primavera (11.11.2012)
Concentração em S.Paulo: 9h no Posto Frango Assado (Av.Ricardo Jaffet/Rod.Imigrantes)
Concentração em Santos: 11h, Canal 1 - local a confirmar.

Fonte: Jornal Eletrônico Novo Milênio

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Rádio Motoneta (Ata no Ar #2)


Salve salve leitores, ouvintes, pilotos e simpatizantes. No próximo domingo de 28 de Outubro, às 10h da manhã faremos a segunda transmissão do programa Ata No Ar, a partir do qual recaptularemos os acontecimentos do mês de outubro. Teve a chegada em São Paulo do argentino Nano Aliaga com sua Vespa Originale 150, a corrida de motonetas em Paulínia (SP), a visita do Pedro Colotuzzo (Los Antiguos Vespa Club Uruguay) ao Confraria Vespa Motor Club (RS), e também a visita de uma parte do clube gaúcho a outro clube churrasqueiro, os Herdeiros do Passado. Teve a viagem do Koré e da Cris para a Autoclásica (Argentina), juntos do casal Alvisi e Erley Jr (do Poços Scooter Club/MG), aonde encontraram por lá o Joaquin da Fonseca (RVA). E a presença deles no Desafio de Motonetas #3 em Paulínia, junto também dos membros do Vesparaná Club: Ito e David. Lembramos da Vespa do John Silva quebrada em Goiás, que mobilizou muita gente, dos encontros informais dos amigos em SP e dos futuros encontros oficiais que já estão anunciado. Pelas clássicas de volta às ruas.

Domingo, 28 Outubro, às 10h.
Locução: Marcio Fidelis
Convidados: Tatu Albertini (Motonetas Clássicas Campinas) e Nano Aliaga (Córdoba, ARGENTINA).

sábado, 20 de outubro de 2012

Desafio de Motonetas #3 (A Corrida)

Ready, steady, Go!! A largada foi dada, e já na primeira volta a emoção corria lado a lado com o perigo. Os competidores seguiriam embolados até a terceira ou quarta curva. Uma combinação de traçado, motor e piloto definiria a colocação de cada um ao final da primeira volta.


Eu (Fidelis) particularmente fiz uma péssima largada. Devido à minha Originale 150 estar atualmente com uma taxa de compressão baixa, tentei puxá-la na embreagem ao máximo para sair arrancando, todavia enquanto isso acontecia eu caía para a décima segunda posição. Recuperaria uma ou duas ainda na primeira volta, e dali em diante brigaria com o Erley #43 até a oitava volta. E o pega foi emocionante. Nas longas retas e nas subidas o Erley esticava um segundo a mais de distância, todavia eram nas curvas que eu tirava o atraso e emparelhava na disputa. A diferença entre nós: eu corria com um motor de 150cc e ele com um de 200cc; era a sua primeira semana com uma Vespa, era o meu terceiro Desafio de Motonetas. À nossa frente eu notava a Luciana Silva com sua cinza PX200 #130. Ela tirava mais de dois segundos de distância da gente por volta. E brigaria muito na primeira volta, carregando uma das Vespas mais pesadas da pista. Para trás ia ficando o Leo Russo #150 e a Carol Louzinha #78. O primeiro resistiria até o fim da corrida com uma Super 150 original, a mais antiga Vespa a receber a bandeira quadriculada até o momento. Já a Carol conduziria sua PX200 com cautela, e seu objetivo estava mais na contemplação e na experiência do que na competição. Ambos respeitaram do início ao fim o código da bandeira azul, e no meu ponto de vista, abrilhantaram o cenário vespertino.


Barbie seguia com sua Racer #88 na defensiva, tendo durante as suas dezesseis voltas realizado uma ultrapassagem na Luciana Silva e herdado outras quatro posições. Aliás, um tombo nas voltas de reconhecimento o deixaria receoso, assim como ao Tatu Albertini #12, que confessou ter mantido uma regularidade sem ousadias depois de ter tomado dois caldos de asfalto e terra antes da corrida. Faz sentido! O susto estava fresco. Ainda assim Tatu forçaria em diversos outros aspectos, como na largada. Uma das grandes vantagens tiradas por alguém na pista foi a dele, que feito um puma, saltou de nono para quinto lugar, tendo findado a prova em quarto, depois de tomar duas ultrapassagens (do Gustavo Delacorte #10 e Aurélio #7), e herdar outras três que abandonaram a corrida por força maior. Lembro-me bem da disputa duvidosa que ele e Aurélio travariam nas últimas voltas. Tatu fecharia a porta para Aurélio, evitando assim que o competidor da "laranja mecânica" o fizesse retardatário duplo - uma vez que todos já eram retardatários do Serginho Pasqualini #57. E dentro do código há nesse discurso um real sentido advogado, uma vez que os fiscais de prova não haviam erguido a bandeira azul, que indica que o piloto deve facilitar a ultrapassagem dos (três primeiros) líderes da prova. E quem diria, o próprio Aurélio nem cogitava correr, ele foi para assistir e prestigiar o evento, e depois de ter experimentado o sabor da pista durante as voltas de reconhecimento do traçado, pegou gosto e resolveu se inscrever.


Falamos do nosso camarada Delacorte, mas é preciso dar destaque ao santista em dois aspectos: com motor amaciando, depois de ter rodado quase 200 kms pela manhã para correr no Desafio, Gustavo fez receoso suas voltas classificatórias, reflexo disso foi a parca décima primeira posição no grid. Mesmo dividido entre o medo e a adrenalina, Gustavo teve uma das melhores performances dentre os 16 competidores. Em alguns momentos derrapou para entrar nas curvas, mas manteve-se no controle e foi ultrapassando um a um, tendo no final, com ajuda da herança dos quatro que quebraram à sua frente, terminado a corrida em terceiro lugar. Sua estratégia foi essa: "nem acelerei total, não deitei muito, o motor estava recém feito; andei o mais rápido que pude dentro dos limites da brincadeira".


E o grande destaque naturalmente é o vencedor, e com todos os méritos Serginho Pasqualini voou na frente, e faria a corrida de ponta a ponta, isoladamente, se mostrando um piloto de alto nível técnico, ou no mínimo, de futuro próspero na categoria. Seus truques no motor foram revelados por ele mesmo, sem receio nenhum. Sergio tinha ali dois páreos que certamente disputaria sua vaga com muita eficiência: o Leo Carradori com a Lambretta Racer #56 e o Edu Parez com a PX200 racer equipada com Kit Malossi, usando o número #45. Eram os três primeiros colocados no grid. Apesar de não querer, o kamikaze tio Dario #15 largou dos boxes pois havia sofrido um tombo na última volta classificatória. Não fosse isso talvez ele disputaria as primeiras posições nesse "bloco de elite". Nesse momento os competidores já estavam atentos e amedrontados com a agressividade do sujeito na pista. Certamente ele é dos bons e seu espírito caberá em outras categorias de velocidade. Na nossa, fica a critério dos diretores Tatu Albertini e Ronaldo Topete decidirem se haverá coerção, suspensão ou alguma advertência ao competidor da última hora.

ABANDONOS

Acidente com Leo Carradori 
Dos 16 pilotos inscritos, somente 10 concluíram a prova. E o que se passou com esses seis? O primeiro a abandonar a prova foi o Rafael Assef #3. Numa Super com motor de 200cc ele foi calmamente entrando no espírito da competição. Todavia na quarta volta estourou o cabo da embreagem e Assef deu adeus ao seu primeiro Desafio. Outro que teve problemas com a embreagem fui eu (Fidelis #55). Já na volta classificatória sentia perder a passagem das marchas, me restando a quarta, e quando muito, a terceira. A torre da embreagem havia estourado. Passei a conduzir a moto no intuito de pelo menos terminar a corrida. Mas aí começou uma série de travamentos no motor, foram 3, então abandonei a prova depois de oito voltas. Outra Vespa a abandonar a prova foi a do Edu Parez #45. Preparada com o afamado Kit Malossi, ela voava baixo no asfalto entre a segunda e a terceira posição. Mais tarde Edu justificou que os méritos da sua performance no grid/corrida foram todos do motor e não dele, pois ainda experimentava a novidade com muito receio. O que ele e nem ninguém esperava era que depois de tudo preparado, das importações, dos dias de trabalho em cima do motorino, da mobilização toda para transportá-la, uma câmara de ar usada comprometeria de vez sua performance, pondo fim ao seu segundo posto na metade da corrida: a nona volta. E as Lambrettas? Sim, as velhinhas estavam lá, representando o passado em alto estilo, mas não chegariam até o final. Leo Carradori viera equipado: macacão de competição, motoneta Racer de época restaurada, e junto dela o ex-proprietário/competidor Peixinho, que nos anos sessenta levava nela o número #56, mantido agora pelo Leo. E ela estava bem, no "bloco de elite", virando 1min.06seg. quando podia. Todavia problemas com o carburador comprometeria sua corrida, e o levaria para os boxes quatro vezes. Quando o problema parecia estar resolvido, Leo voltou pra pista em último colocado e investia tudo numa corrida de recuperação. E foi numa dessas que ao deitar demais a Lambretta na curva do fim dos boxes o pedal de partida raspou o chão e o desequilibrou. Esse foi um capote de verdade, e resultou num prejuízo de verdade: o braço do guidão se partiu em dois e o bloco do motor fora perfurado, além de outros problemas menores. Pessoalmente só teve escoriações nas mãos. O paulista/paranaense Ito 8 exigiu o máximo da sua Lambretta LI ratoeira, e na décima segunda volta seu motor travou, obrigando-o a abandonar a competição. E por fim o Dario tomaria seu terceiro tombo na oitava volta e para o alívio da classe, Augusto Dkw recolheria a Vespa das mãos do kamikaze.


RESULTADO

1. Serginho Pasqualini – Vespa PX200 Preparada #57 (Jundiaí)
2. Aurélio Martimbianco – Vespa PX200 “Orange” #7 (São Bernardo do Campo)
3. Gustavo Delacorte – Vespa PX200 #10 (Santos)
4. Tatu Albertini – Vespa PX200 Racer “John Player Special” #12 (Campinas)
5. Flavio Barbie – Vespa PX200 Racer “Barbi” #88 (Campinas)
6. Luciana Silva – Vespa PX200 Cinza #130 (São Paulo)
7. Erley Jr – Vespa PX200 “PXoços200” #43 (Poços de Caldas/MG)
8. Dário Gonzales – Vespa PX200 Racer Preta/Cinza #13 (Campinas)
9. Leonardo Russo – Vespa Super 150 #150 (São Paulo)
10. Carol Louzinha – Vespa PX200 Vermelha #78 (São Paulo)

NÃO COMPLETARAM A PROVA:

11. Marcio Fidelis – Vespa Originale 150 “Internazionale” #55 (São Paulo)
12. Ito – Lambretta LI150 “Ratoeira” #8 (Curitiba/PR)
13. Edu Parez – Vespa PX200 “Speed Malossi” #45 (São Paulo)
14. Dario – Vespa PX200 “Vespertina” #15 (Campinas)
15. Leo Carradori – Lambretta LI175 Racer “Peixinho” #56 (Atibaia)
16. Rafael Assef – Vespa Super 200cc “Hot” #3 (São Paulo)


*A corrida foi um sucesso, e apesar dos pequenos acidentes, tivemos um legítimo dia de diversões. Essa é uma brincadeira que vem ganhando corpo. É uma idealização campineira que vem agregando adeptos, apoios e patrocínios, e que, pelo entendimento da maioria, visa recuperar a tradição nacional em corrida de Lambrettas e Vespas. Tal brincadeira oferece riscos? Sim. Provoca prejuízos? Às vezes. Tem custo? Tem. Mas ela está aí, para quem quer viver em alto grau um desafio de motonetas. É um evento diferente e merece respeito e apoio. Agradecemos a todos os que ajudaram cada piloto a colocarem suas máquinas na pista, e a todos os amigos visitantes do Desafio de Motonetas #3. O evento foi organizado pelo Motonetas Clássicas Campinas, e que contou com o apoio das marcas: Free Willy Moto Peças, Mattioli Lambrevespa, Scooteria Paulista, Villela Moto Design, Super Bacana Loja e Ateliê, Jair Recuperação de Rodas, Escuderia Chic, Exibidão Funilaria e Pintura e Alberti Ar Condicionado para Autos. Que venha o próximo Desafio, em 16 de Dezembro de 2012.

*Esse texto foi escrito por Marcio Fidelis, e está encharcado da visão pessoal de um competidor (#55).

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Desafio de Motonetas #3 (Parte 1 de 2: Concentração/Grid)

O sábado de 13 de outubro foi um dos dias mais marcantes do ano. Aconteceu a terceira edição das corridas amadoras de Vespas e Lambrettas no Kartódromo San Marino, só que essa foi a primeira sob a luz do sol. Dezesseis competidores entraram na pista e ferveram os motorinos numa tarde fora de série em Paulínia (SP).


O feriado se anunciou com chuva na maior parte do Estado, e se o sábado amanhecesse sob as águas, a corrida estaria cancelada, esse era o aviso da organização Motonetas Clássicas Campinas. Todavia São Pedro Lambreteiro foi generoso e nos trouxe um belo dia de sol e vento no Circuito das Frutas. As 14h algumas máquinas, pilotos e amigos já estavam nos boxes realizando os últimos ajustes. Cabos, velas, regulagens, gasolina temperada, adesivos numerados e todo tipo de assunto em 2 Tempos... No decorrer da hora mais scooteristas e visitantes foram chegando. Até as 15h10 estariam todos lá: os parceiros das cidades de São Paulo, Santos, São Bernardo do Campo, Santo André, Campinas, Atibaia, Jundiaí, Poços de Caldas (MG) e Curitiba (PR) e Córdoba (Argentina). Das quatro primeiras quase todos foram e voltaram rodando. Outros rebocaram suas máquinas pois eram preparadas exclusivamente para esse tipo de proposta. Sem falar nos camaradas que levaram suas motonetas exclusivamente para estar entre as outras, eles abrilhantavam o cenário nos boxes.


A pista foi liberada para treino livre às 14h45. Quem não competiria ainda assim entrou para sentir o sabor do palco do terceiro Desafio de Motonetas, que pegaria fogo naquela tarde. E para desmistificar de vez o medo do asfalto, Barbie e sua Racer Barbie #88 em dado momento foram para o chão. Tudo não passou de um susto. Tatu Albertini então pegou sua "Xispamonha" (motoneta Xispa com cor de pamonha) e partiu pro arrebento. Na primeira volta levaria um caldo de asfalto e voltaria amarrotado para os boxes. Por lá sacudiu a poeira e ligou sua Racer John Player Special #12. E essa foi pra ficar esperto mesmo: na primeira curva Tatu tomou outro capote. Foi direto pra terra. Também não passaria de um susto, e dali em diante a #12 faria toda a corrida de pé. Um tal de Dario entrava na pista com a PX200 #15 do Augusto Dkw, e partia literalmente para um tudo ou nada, tomando o seu primeiro tombo. Haveriam outros dois. Esse indivíduo da Vespa #15 foi advertido no dia seguinte e sua conduta está sendo avaliada pela diretoria de prova.



Nano Aliaga (Argentina x Brasil em Vespa)
Às 15h30 os pilotos retornavam para os quinze minutos das Voltas de Reconhecimento do Traçado. Tivemos nessa tarde a presença do argentino Nano Aliaga, em Vespa Originale 150, tendo vindo da cidade de Córdoba, norte da Argentina, diretamente para os braços de sua namorada paulistana Ana. Nano deu algumas voltas na pista e de lá saía com o sorriso aberto. Oito ou nove voltas ambientavam os pilotos no grau de dificuldade do traçado.

Às 15h45 se iniciava a contagem de quinze minutos de voltas classificatórias. Em cada motoneta havia um sensor eletrônico que era identificado por um aparelho matriz na reta de chegada/largada. E o gigante placar eletrônico no início dessa reta contava o desempenho de cada inscrito. As motonetas voavam baixo na busca pela melhor posição no grid. Eram 16 loucos com ares de pilotos incontestáveis. E mais um capote aconteceu por lá: novamente o Dario – não é o nosso camarada Gonzales –, que corria deitado com a PX do Augusto na mola e que pulava como um Pogobol, ele me passou e ao Tatu Albertini também, quase que ao mesmo tempo na curva da árvore. Naquele momento Tatu já pegaria o corredor para os boxes, e eu, três ou quatro metros de vácuo, até quando, na penúltima curva, Dario escapou dos pneus sinalizadores à beira-pista para voar rasteiro rumo à grama. Ele faria a sua largada dos boxes. Já findava o tempo classificatório, e para a surpresa geral, no painel estava anunciado o seguinte grid de largada:

Grid de Largada:

1. Serginho Pasqualini – Vespa PX200 Preparada #57
2. Edu Parez – Vespa PX200 “Speed Malossi” #45
3. Leo Carradori – Lambretta LI175 Racer “Peixinho” #56
4. Dario – Vespa PX200 “Vespertina” #15
5. Dário Gonzales – Vespa PX200 Racer Preta/Cinza #13
6. Aurélio Martimbianco – Vespa PX200 “Orange” #7
7. Marcio Fidelis – Vespa Originale 150 “Internazionale” #55
8. Luciana Silva – Vespa PX200 Cinza #130
9. Tatu Albertini – Vespa PX200 Racer “John Player Special” #12
10. Flavio Barbie – Vespa PX200 Racer “Barbi” #88
11. Gustavo Delacorte – Vespa PX200 #10
12. Rafael Assef – Vespa Super 200cc “Hot” #3
13. Erley Jr – Vespa PX200 “PXoços200” #43
14. Ito – Lambretta LI150 “Ratoeira” #8
15. Leonardo Russo – Vespa Super 150 #150
16. Carol Louzinha – Vespa PX200 Vermelha #78

domingo, 14 de outubro de 2012

SP e MG na Autoclásica (ARG)

No início de outubro aconteceu em San Izidro, região metropolitana de Buenos Aires, mais uma edição da Autoclásica, um dos maiores e mais respeitados encontros de antigomobilismo da Argentina. E a Scooteria esteve lá em pessoas, com o Koré e a Cris. Junto os amigos Eduardo Alvisi/Daniela e Erley, representantes do Poços Scooter Club. E Koré nos contará abaixo um pouco dessa história:


Diário de bordo de Luiz Koré:

Chegamos em Buenos Aires na quinta-feira dia 04 Outubro por volta das 22h. No dia seguinte fomos para a Autoclásica. Lá fiquei impressionado com as variedades de modelos de motonetas, sobretudo das Vespas e Lambrettas. Chorei (brincadeira!) quando vi os modelos vespísticos Excel, H1 com diversos acessórios e peças da loja alemã SIP, GS150, GS160, Primavera 125, Sprint, M3. Notei também uma Bajaj amarela realmente muito igual à Vespa Super 150. Sem falar das Lambrettas, algumas importadas da Alemanha, e outras fabricadas na Argentina, sim, a própria Siambretta. Sem falar nos diversos carros. A noite chegamos no Gran Hotel Bueno Aires, no centro da cidade, e de lá liguei para o Joaquin da Fonseca, um dos diretores da Red de Vespistas Argentinos. 


Depois de uma madrugada muito chuvosa, pela manhã o Eduardo Alvisi e eu (Koré) seguimos para a Autoclásica, enquanto as meninas foram para as compras. O encontro de antigos acontecia ao ar livre, e parte do espaço era pavimentado, parte não, então imaginem o barreiro que ficou nas minhas botinas. Por volta das 16h o Joaquin da Fonseca chegou com sua Vespa Excel. Nos reconhecemos pelas camisetas da Vespa. E o papo fluiu rapidamente. Entreguei a ele os souvenires da Scooteria Paulista e do Fabio Much. Era notável que ele ficou mesmo feliz com as lembranças. Seguimos então para o stand do Vespa Club Argentina, e ali conheci o presidente e o secretário da entidade, que disseram ser o clube nacional oficial em termos de Vespa. No mesmo stand conheci um senhor, que ao saber que eu era um membro da Scooteria Paulista, veio me comprimentar emocionado dizendo que é um leitor assíduo do blog da Scooteria, e que exercita seu português lendo o nosso blog, às vezes até duas vezes ao dia. O tempo fechava e o barro aumentava, e pisando nele fomos andando até o mercado de pulgas. De motonetas ali encontrei poucas itens de Vespa e Lambrettas novos, a maioria estavam rudimentares e caros. Comprei alguns patches, adesivos e três pares de faixas brancas aro 10, aquelas cobiçadas no Brasil. Às 17h30 nos despedimos do Joaquin e seguimos pro hotel, na promessa de nos encontrarmos na noite seguinte. 

Joaquin da Fonseca (RVA), Koré (Scooteria), Alvisi (Poços SC)
No domingo ainda chovia em Buenos Aires. Fizemos um city tour, conhecendo os principais pontos turísticos da cidade: Casa Rosada, Plaza de Mayo, Porto Madero, Obelisco, Av. 9 de Julio, La Boca, San Telmo etc etc etc. Por volta das 21h Joaquin passou no hotel e nos levou para uma pizzaria tradicional, depois de um pequeno tour pela região central. Conversamos sobre política, situação econômica e Vespas, Vespas e mais Vespas. Os passeios, viagens e encontros!! Joaquin me entregou de surpresa uma sacola com regalos para Fidelis e Much. Nos despedimos pelas 23h na porta do Hotel, e muito satisfeitos com a recepção e o carinho dispensado pelo nosso anfitrião luso-hermano Joaquin da Fonseca (RVA), voltamos pro quarto. No dia seguinte, tomamos café e tomamos o vôo no Aeroparque (ARG) rumo à Cumbica (BR).

Siambretta e Vespa PX no show do Los Primitivos na Autoclásica

Considerações finais

Sempre ouvi o Fidelis e Much falarem muito bem da RVA. Sempre esteve muito claro entre os que frequentam a Sede da Scooteria, que a Red de Vespistas Argentinos é a referência internacional em termos de agrupamento. E isso tudo eu pude ver e ouvir que é realmente verdade. E fico orgulhoso!!!

Siambretta Standard D

Stand da "Restauraciones Extremas"

Stand do Vespa Club Argentina

Scooter alemã NSU Fünfsterns


Dias 04, 05 e 06 de Outubro de 2012

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Velozes e Curiosos: Das Corridas de Bauru e Região


E no clima do Desafio de Motonetas #3 chamamos a atenção do leitor para esse vídeo-reportagem. Simples e objetiva, a matéria traz o depoimento de dois antigos corredores de Bauru: o Gury e o Elias Cardoso. No interior do Estado essas competições aconteciam nas ruas, com o aval da Prefeitura e da Guarda Municipal, e mobilizava um mar de gente. Eles citam aqui as cidades de Presidente Prudente, Assis, Marília, Ribeirão Preto, Jaú, Araraquara e a deles: Bauru. Parabéns ao Gustavo Camilo pela produção do documento.

"Eu corri com uma Lambretta chamada Paulista e outra chamada Jupira" (Gury)
"Tanto os pilotos como as Lambrettas sempre tinham apelidos.

Tinha a Fuçada, tinha a Tartaruga, tinha a Ventoinha" (Elias Cardoso). 

sábado, 6 de outubro de 2012

Desafio de Motonetas #3


No próximo sábado de 13 de Outubro, às 14h acontecerá no Kartódromo San Marino, em Paulínia, o Desafio de Motonetas #3. Trata-se de uma corrida amadora de Vespas e Lambrettas que é puxada bimestralmente pelo Motonetas Clássicas Campinas

O evento terá início às 14h, com acertos e consentimento de regras. Um dos debates mais interessantes sobre essa edição da corrida é a possilidade dos competidores fazeram uma largada invertida, na qual a motoneta mais rápida largará na última colocação, e assim sucessivamente. Às 15h as motonetas entrarão na pista para as voltas de reconhecimento e classificação. A corrida então terá aproximadamente 25 voltas. Previsão de fim do evento para as 16h30.

A inscrição na corrida é de 80,00 REAIS, e há possibilidade forte de um bom desconto. Vá e prestigie o evento, ainda que não queira competir. Há lanchonete e um agradável espaço com visão para toda a pista, além dos amigos que por lá estarão nessa tarde diferente.

Tatu Albertini das "Motonetas Clássicas Campinas" apresenta apoios culturais das frentes: Mattioli Lambrevespa, Free Willy Peças e Serviços, Scooteria Paulista, Albertini Ar Condicionado para Autos, Exibidão Funilaria e Pintura, Willela Moto Design, Jair Rodas, Super Bacana Loja e Ateliê e Escuderia Chic.

Informações sobre o Desafio com Tatu: 19 7803-3445 ou ID 129*7339
Ou infos extra-evento com Fidelis: 11 9 5497-8344

(Comboio de São Paulo e região sairá da Free Willy Moto Peças às 11h (da manhã) da Rua General Osório, 687). Mais infos aqui no decorrer da semana.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Desafio de Motonetas #2 (Vídeo)


Essa foi a segunda corrida amadora da temporada 2012 do "Desafio de Motonetas", promovido pelo Motonetas Clássicas Campinas e amigos. O evento vem acontecendo bimestralmente no Kartódromo Internacional San Marino, em Paulínia (SP), e tem atraído mais competidores e público a cada edição. O ato acima aconteceu em 17 de Agosto, numa noite de sexta-feira. As imagens e a edição impecável foram feitas pelo Alessandro Poeta Soave. 

E os campineiros reportam à classe que o próximo Desafio de Motonetas será na sábado de 13 de Outubro, no mesmo local, só que as 14h. O convite está aberto para competidores com motonetas e visitantes de toda espécie. Mais infos nesse final de semana...

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Lambretta LI na Claudia Noivas



Essa Lambretta o sr. Artur a tem desde os anos 70, e participou com ela de diversos encontros em São Paulo e interior, inclusive recentemente na Adega do Vinho, no Brás, quando nos reunimos para receber o colombiano John Silva e sua Vespa Matilda, na intenção de uma reportagem do jornal O Estadão. Bom, a reportagem não evoluiu e foi pra gaveta. Mas para a banca foi essa Lambretta, na revista Claudia Noivas #4 (de setembro), com agradecimento especial à Scooteria Paulista. Copiei a foto do blog Lambretta Brasil. (E para quem possa interessar, comunico à classe que o nosso amigo veterano Sr. Artur Biscaia sofreu um acidente com sua estradeira Vespa PX200. Aconteceu nessa segunda-feira a noite em Osasco. Ele está em sua casa e se recupera.) É amigos, o tempo não pára!

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

RÁDIO MOTONETA - Ao Vivo


Ontem, 30 de setembro, inauguramos a Rádio Motoneta com o programa Ata No Ar, com duas horas e meia de programa apresentando ao vivo os assuntos do mês. Ata no Ar #1 foi apresentado por mim, Marcio Fidelis, com dois convidados do grupo: o Fabio Much, da zona leste da capital, e o Flavio Barbie, de Campinas, interior. Do asfalto para o ar:

*Ouça a primeira parte do programa inaugural:

*Acesse fotos, links e comentários no blog:
http://www.radiomotoneta.blogspot.com

* O próximo programa será anunciado em breve.