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quinta-feira, 15 de março de 2012

SC em Lambretta e Vespa - A Volta (Etapa 1)

Acordamos na segunda-feira às 8h com a decisão tomada na última noite: voltaríamos direto para Curitiba junto com o Vesparaná Clube pela mesma rota que fizemos na vinda. Porém ao chegarmos na Vila Germânica às 9h30, a outra parte da turma já havia mudado de idéia subitamente e decidido a seguir com a programação do passeio até o Balneário Camboriú. Na noite anterior cerca de 40% dos scooteristas presentes estavam decididos a ir embora logo cedo para suas cidades. Bem devido ao cansaço provocado pelo calor e pela viagem feita no sábado até lá, além da desconfiança geral com o trânsito do carnaval praiano. Porém pela manhã, quando os motorinos roncaram, muitos mudaram de idéia, da parte dos paulistas e gaúchos principalmente. Nesse momento não foi difícil convencer os exitantes a passear até o litoral antes de voltar pra casa.


Não me recordo de detalhes e algumas vivências me fogem da mente. Gostaria, e até convoco aos amigos a escreverem sobre esses eventos aqui no blog - basta me enviar o seu texto no email scooteriapaulista@gmail.com -, dessa forma comunicamos melhor os fatos mais ao nível do que foi vivido. Voltando ao texto, o sol era o mesmo do dia anterior, nem mais nem menos. Menos era a quantidade de motonetas, cerca de 40 Vespas e Lambrettas faziam a fila da BR470. Na região de Figueira (talvez), vi o Aurélio parando num posto de combustível. Sabíamos que seu tanque estava baixo mas por via das dúvidas decidimos fazer companhia pro amigo: o Animal, o Flavio e eu, Fidelis. E foi bom! Depois de abastecida a Vespa resistia a funcionar. Ali o Aurélio queimou o joelho na pedalada, e nada. A princípio parecia estar encharcada, mas não. Ele trocou a vela. Depois tentamos fazê-la pegar no tranco (outra vez), mas sem sucesso. Eu cria na teoria do giclê, pois havíamos abastecido com frequência em diversos postos de bandeira branca pelo caminho.
Em tiros longos, sujeira é o um dos problemas mais recorrentes. Aurélio sacou os giclês, limpou-os cuidadosamente, e aí sim! Voltamos para a estrada os quatro, depois de 20 minutos ou mais de atraso. Partimos então na correria atrás do grupo. Foram cerca de 12 kms de acelero até a cidade de Gaspar. Havia um certo trânsito naqueles caminhos estreitos, e a gente seguia o fluxo batendo caixa nos paralelepípedos. Encontramos o pessoal parado no posto da guarda rodoviária. Por ali nos demoramos com a turma sob o sol das 11h. Partiu o comboio então num ritmo de 60 km/h por alguns quilômetros até um posto de combustível. Abastecidos e hidratados, seguimos escoltados pela guarda municipal de Itajaí até a região portuária da cidade. Ali nos despedimos da turma toda, dos clubes, dos camaradas, e tomamos o rumo ao norte. Levávamos conosco as lembranças de um dos melhores carnavais já vividos, pois foram vividos em motoneta, desafiando barreiras e superando os tabus rodoviários dos comboios paulistas de outrora. Eles passariam o restante da semana de férias no litoral catarinense. Nós tínhamos a Sede do Vesparaná Club como destino.



Depois de 75 kms rodados durante a manhã, seguia de volta pro sul brasileiro o Confraria e o Vesbretta. E para o norte, o Vesparaná Club (por dois caminhos, já que o Ito e o Coca seguiram de volta para a BR280, e o Curita seguiria conosco) e a Scooteria Paulista, entrando na afamada BR101 em ritmo de festa. Nosso grupo era composto por: Marcio Fidelis, Uitamar Bandeira, Flavio, Aurélio Martimbianco, Animal e o paranaense Curita. Para essa tarde de segunda-feira nos restava 240 kms a serem cumpridos. The Northern Way!

Um comentário:

Scooteria Paulista disse...

Fotos 1,2,4 e 6 de Animal Taylor.
Foto 5 de Marcio Fidelis