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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Scooteria Paulista na Revista Época São Paulo


Saiu a matéria sobre a Scooteria Paulista na revista impressa Época São Paulo (Novembro 2011). Essa reunião aconteceu em 9 de Julho, e foi divulgada via Twitter, Facebook e boca-a-boca. O interesse pela matéria foi confirmada pela revista na sexta-feira, e dois dias depois lá estávamos com um terço da frota nas imediações da Estação Bresser/Mooca. Fizeram frente nessa tarde os scooteristas clássicos Artur Gildo, Marcelo Canto, Rafael Assef, Adriano Lemos/Simone, Cristian Nucci, Carlos Tuco, Daniel Turiani/Gisele, Emerson Mestrinelli, Lincoln Telles, Lowercy Aires, Isbu, Thiago Braga, Leonardo Russo, Andreas Triantafillou, Nei, Jun Santos, Fernanda Borges, Fabio Much, Anderson Ballet, Victor Hugo, China, Rodrigo Sonnesso, Uitamar Bandeira; o fotógrafo e editor de vídeo Davilym Dourado com o repórter Ricardo Valadares. E eu, Marcio Fidelis, apresentando pra vocês um pouco do nosso conceito.


Link: http://img10.imageshack.us/img10/6572/sppocasp.png


*Detalhe para a errata da próxima edição: A integrante do grupo em destaque na foto se chama Fernanda Borges, e não Fernanda Gomes. E ela não é a única mulher do grupo, o grupo conta hoje com seis garotas destemidas. A Fernanda é a primeira a pilotar uma Lambretta nos giros da Scooteria.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Vivendo e Não Aprendendo (IRA!, 1986)


Nesse domingo dia 30 de outubro eu, Marcio Fidelis, farei uma discotecagem especial na maior feira de vinil do ano, organizado pela Locomotiva Discos. Fui destacado como "Marcio Fidelis da Scooteria Paulista", então de certa forma estarei representando um pouco da classe com meus discos de vinil. E nada mais coerente do que levar às agulhas canções de referência Mod e afins.

Clique nessa figura e leia a programação
Apresento aqui o encarte do disco "Vivendo e Não Aprendendo", do extinto conjunto paulistano IRA! Notem no topo da imagem o baixista Ricardo Gaspa na sua Vespa Sprint. Conversando com meu colega Andre Jung (o baterista da banda), ele me disse que essa foto foi tirada pelo Rui Mendes, nas imediações da Aclimação/Vila Mariana, em São Paulo, que foi aonde o Gaspa tinha ido morar naquela época, meados de 1985. O disco é de 1986.

Esses e outros petardos você vai ouvir nesse domingo no Armazém Piola durante a tarde. Eu farei meu set das 14h às 15h - depois do Kid Vinil, e antes da banda Os Pólvoras Negras.

Você scooterista que quiser acompanhar essa gig musical, estarei às 13h no Largo do Arouche a postos - saída às 13h20. O Armazém Piola fica na Rua Aspicuelta, 547, Vila Madalena.

"E aqui estou então, não estou sozinho não
É mais de um milhão, ninguém mais pensa em vão
Existe confusão
Gritos na multidão..."

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Vespas Urbanas - São Paulo


Esse é um trabalho de faculdade dos alunos da Universidade S.Judas Tadeu: André Braz, Edlon Batista, Ana Miranda e Marcos Felipe. Eles captaram o percurso do casal Daniel Turiani e Gisele Leiva rumo ao encontro SP em 2T, do bairro da Mooca até a Rua Augusta, passando pela Radial Leste, Igreja da Sé, Páteo do Colégio, Viaduto do Chá, Avenida São João etc. Na Avenida Paulista cruzaram por uma manifestação política, então filmaram os grafites do túnel da Av.Paulista com a Av.Consolação, o asfalto esburacado e os transeuntes pelas calçadas de um domingo de junho. O vídeo finaliza na porta do evento, com as motonetas do SP em 2T, a premiação ano 01 da Scooteria, no Caos Loja e Bar, na Rua Augusta. Parabéns pra professora Gisele Leiva e alunos do curso de Desenho Industrial, que nasceram para serem selvagens.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Matéria da SCOOTERIA PAULISTA no site da GLOBO



O site Globo.com disponibilizou uma parte da matéria que a Época São Paulo realizou com a Scooteria Paulista há três meses em São Paulo. Ela foi confirmada pela revista na sexta-feira, e dois dias depois lá estávamos com um terço da frota nas imediações da Estação Bresser/Mooca.

Fizeram frente nessa tarde os scooteristas clássicos Artur Gildo, Marcelo Canto, Rafael Assef, Adriano Lemos/Simone, Cristian Nucci, Carlos Tuco, Daniel Turiani/Gisele, Emerson Mestrinelli, Lincoln Telles, Lowercy Aires, Isbu, Thiago Braga, Leonardo Russo, Andreas Triantafillou, Nei, Jun Santos, Fernanda Borges, Fabio Much, Anderson Ballet, Victor Hugo, China, Rodrigo Sonnesso, Uitamar Bandeira; o fotógrafo e editor de vídeo Davilym Dourado com o repórter Ricardo Valadares. E eu, Marcio Fidelis, apresentando pra vocês um pouco do nosso conceito.

Destaco aqui a viagem de 560 kms que o Emerson Mestrinelli realizou de Presidente Prudente pra cá no dia anterior à matéria. E também os 300 kms que o Uitamar Bandeira fez no domingo, entre Americana e São Paulo. Dois guerreiros das rodovias brasileiras.


segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Jundiaí - São Paulo (A Volta)

No último 28 de agosto pegamos a estrada num grande comboio até Jundiaí, com destino ao VIII Encontro de Lambrettas, Vespas e Motos Antigas. Durante todos esses anos o Reginaldo e a Rose (Free Willy) puxaram o lado paulistano para esse evento, e nesse não poderia ser diferente. Respeitamos a tradição desse comboio e dividimos a estrada com algumas motos e scooters modernas. E aí 25 virou 50, e a cidade parou "pra ver a banda passar". Contamos toda a história aqui no blog, e agora vamos falar da volta, quando éramos praticamente nós, dois-tempistas.


Por volta das 16h deixamos o VIII Encontro de Lambrettas, Vespas e Motos Antigas de Jundiaí. A Rosa e o Mário já estavam na estrada, o Rodrigo Sonnesso, o Emerson Mestrinelli, o 69 Vespa Clube, o Leo, Rafael, Daniel, Alex e mais uma turma que agora me foge à memória agora. Uma parada num posto e já se sente a calmaria do interior paulista

Depois de 10 kms de estrada, com o grupo esticado na pista direita, mais um pneu furou. Era a Vespa PX200 do Aurélio que havia encostado. Paramos na sequência: Antônio e a Beth, o Reginaldo e a Rose, a Vanessa e o Alessandro, e o Razec com seu utilitário de apoio. A maioria do pessoal estava à frente quando isso aconteceu, e não havia como retornar se não fosse pela contra-mão. O Reginaldo e a Rose seguiram em frente para o caso de precisarem prestar alguma assistência ao grupo adiante. E nós, após a troca do pneu seguimos adiante na mesma tocada. O fim de tarde estava maravilhoso e o sol daria seu ar da graça até as 18h.


Feita a troca do pneumático, rodamos 20 kms na média pulsante dos 80km/h. Foi quando o motor da PX da Vanessa travou. Eu estava logo atrás, e vi sua Vespa balançar pra esquerda, pra direita, pra esquerda novamente, e Vanessa, com muita habilidade e reflexo, conduziu a máquina para o acostamento. Nessas ocasiões, quando o motor ameaça travar, a primeira coisa a se fazer é puxar a embreagem e sair da pista. E foi o que ela fez! E ali na beira da estrada foi quando conheci de fato o destemido casal. Ela anda de Vespa com frequência na cidade de São Paulo mas ainda não tinha experimentado um giro rodoviário. Motor travado muitas vezes é por falta de óleo. Por sorte eu tinha ainda um restinhono baú e virei 100ml's. Esperamos alguns minutos, e então ouvimos o ronco grave novamente.




Sugeri ao Alessandro que voltasse na minha garupa pra São Paulo. Assim a gente aliviaria o peso que o motor da Vanessa teria que puxar naquela condição duvidosa. E seguimos tranquilos, com toda a atenção do mundo, e no limite dos 70km/h. Eis que a imprudência do motorista de um carro qualquer vindo do acostamento quase nos levou ao chão. Alcancei o motorista e tratei de dizer-lhe o que era preciso ser dito... E foi assim que entramos na Rodovia dos Bandeirantes, acenando de longe para o Reginaldo/Rose, Anderson e o pessoal que esperava pela gente na continuação da Anhanguera. Não havia como voltar para a divisão das pistas, nem nós, nem eles. Mas enfim, todos seguimos viagem sabendo que até aquele momento o grupo estava bem. Entramos em São Paulo e nos despedimos pelo caminho da extensa Marginal Tietê. O Antônio Guerra e a Beth ainda teriam mais uns 50 kms de estrada até Mogi das Cruzes. 

Cada um pegou o caminho de casa com mais um dever cumprido e uma maravilhosa sensação de espírito renovado. Esse foi o dia em que o Pretinho, depois de anos a fio, voltou pra estrada com sua Vespa. Foi o dia do batismo rodoviário do Anderson (Lambretta LI) e da Vanessa (Vespa PX). E talvez de mais algum amigo que me foge à memória. Agradeço e parabenizo a todos os scooteristas clássicos que juntos fizeram desse domingo um dia inesquecível. A Vanessa prometeu aquele churrasco (ou pizza) no apartamento dela, e estamos aqui no aguardo... hehehehe

OBS: O relato dessa viagem foi escrita por mim Marcio Fidelis, conforme minhas lembranças e interpretações, estando totalmente sujeito à alteração conforme a veridicidade reclamada. Caso você tenha alguma lembrança a mais, ou um texto em mente, mande pro nosso email que nós publicaremos aqui no blog - scooteriapaulista@gmail.com

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Destino Jundiaí 2011 (Vídeos)

Esses vídeos foram feitos pelo Roberto Braga (PX200 vermelha). Os vídeos compreendem todo o trajeto da ida, do Largo do Arouche, em São Paulo, até o evento em Jundiaí.



No último 28 de agosto pegamos a estrada num grande comboio até Jundiaí, com destino ao VIII Encontro de Lambrettas, Vespas e Motos Antigas. Durante todos esses anos o Reginaldo e a Rose (Free Willy) puxaram o comboio paulistano para esse evento, e nesse ano não poderia ser diferente. Respeitamos a tradição desse comboio e dividimos a estrada com algumas motos e scooters modernas. E aí 25 virou 50, e a cidade parou "pra ver a banda passar"...

domingo, 9 de outubro de 2011

Destino Jundiaí 2011

No último 28 de agosto pegamos a estrada num grande comboio até Jundiaí, com destino ao VIII Encontro de Lambrettas, Vespas e Motos Antigas. Durante todos esses anos o Reginaldo e a Rose (Free Willy) puxaram o lado paulistano para esse evento, e nesse não poderia ser diferente. Respeitamos a tradição desse comboio e dividimos a estrada com algumas motos e scooters modernas. E aí 25 virou 50, e a cidade parou "pra ver a banda passar"...


Saímos do Largo do Arouche por volta das 9h45, e em vinte minutos já estávamos na parada geral do início da Rodovia Anhanguera. Abastecidos, calibrados e cafeinados, ligamos os motores. Bem, um deles não ligou. Dez metros abaixo o Anderson encostou sua Lambretta LI. Paramos no meio-fio. E entre pitacos e sugestões, o mecânico Pretinho deu uma mão e a Lambretta esfumaçou. Voltamos...



Pretinho, Reginaldo e a Rose se desdobravam em seis para cuidarem do grande comboio. Procurei ajudar também, assim como o João e diversos de nós. Depois de 20 kms de viagem alguém passou ao meu lado e disse que havia gente parada lá atrás. Deitei o cabelo então até alcançar o ponta do grupo. Pedi a todos os scooteristas que esperassem nosso companheiro de classe. Foi aí que conheci o Leo, o Daniel e o Rafael, três vespistas destemidos da capital, com suas guerreiras PX200. E o acostamento ficou bonito com tantas motonetas.

Nisso veio o Alex, o cara que cruzou a sulamérica até o Chile com sua PX200. Depois a Vanessa em seu dia de batismo com o Alessandro. E olha que barato, dessa vez tivemos uma bela Lambretta TV175 (Série 1), relíquia essa que conheci mais de perto a alguns meses numa oficina em que trabalhei. E ficamos ali à beira-pista proseando até chegar o Pretinho com sua esposa e o Antônio com a Beth. Fora um pneu furado que fez a Beth pular da garupa da PX200. A ferrugem acumulada entre os aros da roda traseira afetou a câmara de ar por três vezes naquele dia. Pretinho parou pra ajudar o casal, e a Beth seguiu então na garupa do Sena até Jundiaí.


Sempre tento imaginar como seria a expressão dos cães se tivessem rosto de gente. E acho que a expressão de contentamento de um cachorro quando come um filé ou sai pra passear com o dono deve ser muito parecida com aquela que a gente mostra no rosto quando pegamos a estrada em grupo, e se olha entre os capacetes com o vento na cara e a turma em volta. O Alberto, o Sonesso, o Reginaldo com a Rose, o Luis, o Cristian, o Marcelo, o Haine, a Rosa, o Mário, o Anderson, o Roberto, o Marcelo, o Emerson, o Antonio com a Beth, o Pretinho, a Vanessa, o Leonardo com a Claudia, o Leo, o Rafael, o Daniel, o Alex, o Aurélio, o Agnaldo, o pessoal do 69 Vespa Clube, o lusitano Antonio, eu (Marcio Fidelis)  etc etc etc. Os amigos e colegas da classe juntos fazem a festa do ano, e a presença das outras motos orientais nesse momento em nada interferiram na nossa alegria em compartilhar da mesma estrada. Estávamos em cerca de 25 motores 2 Tempos na Anhanguera.
Em Jundiaí a notícia que se espalhou por entre os capacetes foi que um companheiro havia ficado pra trás, e que o carro-guincho de apoio, do Razec (11 9475-2945) havia voltado para socorrê-lo. Paramos todos em um posto de gasolina a dois quilômetros do evento. Nisso vi passar do outro lado o nosso amigo campinense Flavio, que havia visitado o evento e voltava para casa. Esperamos ali por cerca de meia hora tentando fugir do sol das 11h30. Depois de algum tempo eis que chega nosso amigo Marcelo com Valery. Tudo pronto pra seguir em frente? Não. O Pretinho saiu num pulo de dentro do restaurante do posto com a notícia de que a Beth havia ficado presa no banheiro. Os funcionários não sabiam o que fazer. A gente menos ainda. E ela lá dentro. A turma toda já estava a postos e com os motores ligados sob o sol das 11h30. Sem pensar duas vezes corri até lá e estourei a porta num chute. Agora sim, vamos em frente. Separamos as motonetas clássicas de um lado e as motos e scooter modernas do outro. E dessa forma adentramos o evento com muita fumaça e um barulho infernal.

E pelo quarto ano consecutivo parabenizo ao Clube da Lambretta de Jundiaí por mais um belo encontro da classe e à Free Willy Moto Peças pelo preparo de mais uma viagem fantástica.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Lambretta na Alta Paulista


Essa é uma matéria feita em 1959 sobre a cidade de Tupã, a cidade progresso da alta paulista. O locutor Ronaldo Goy projeta a cidade como uma das mais promissoras do Brasil, destacando a expansão urbana e o crescimento das linhas rodoviárias, ferroviárias e aéreas como o reflexo do progresso incessante do jovem município. No vídeo vê-se um sujeito dobrando a esquina numa Lambretta LD e rodando na sequência pela Avenida Tabajaras, aos 4min.03seg. Localizada no oeste do Estado, Tupã tem hoje 82 anos e seu lema oficial é: "Trabalhando Por Você".

sábado, 1 de outubro de 2011

As Lambrettas de São Vicente


Essa é uma compilação de filmagens amadoras feitas na cidade de São Vicente durante os anos 60. Aprecio registros como esse pois resgatam o contexto no qual as motonetas fizeram parte. Destaco aí a passagem de duas Lambrettas LD pela orla aos 0min.30seg., no ano de 1960. E também a passagem de outra Lambretta LD nos 6min.0seg do vídeo, no ano de 1962. São Vicente tem 479 anos e o lema oficial da cidade é "Cellula Mater", a célula mãe do Brasil.