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quinta-feira, 16 de junho de 2011

SP EM 2T (Parte 2)

Esse foi o SP EM 2T, que aconteceu no começo de junho, no Caos da Rua Augusta. O brinde do Ano I da Scooteria trouxe à festa cerca de 35 motonetas e outros tantos apaixonados pelo estilo.


Pontualíssimos, Daniel e Gisele foram os primeiros a chegar. Trinta metros rua abaixo estava lá o Melk e o blues da Lambretta Cynthia - um gaitista e tanto!! Passei na Scooterboys, e enquanto parte da zona leste se reunia, segui ligeiro em carreira solo na missão de resolver com o Henrique Picelli o frete dos troféus SP em 2T.

 

O portuga Afonso chegava com sua Originale, e na sequência também o nosso amigo caipira Uitamar, dessa vez sem a Super Super 200, ao peso do visual inglês e das suas memórias de estradas adesivadas na lataria. Daí encostaram os avisados Lowercy e a Alda, de Cotia, quando em seguida o China guiava a tropa da leste: Much, Adriano e Simone, o Isbul e Érica, amigos da vila e a Fernanda Borges, a mais nova lambrettista do pedaço. O Andreas dessa vez não pôde vir com nenhuma Vespa, mas curiosamente fazendo jus ao SP EM 2T, veio com seu "dois-tempista" DKW, uma pérola de 1964. Ainda que sem sua PX - devido aos atrasos do mecânico fanfarrão da Z/O - o Gabriel Corazzin também compareceu.

Um pouco abaixo do Caos uma Burgmann parava discretamente. Foi imediatamente direcionada à uma vaga para o nada, para depois do primeiro carro, para onde a vista não alcançava. Chegava o Haine de PX e o Sr.Artur com sua estimada Lambretta LI, e ambos vinham de Taboão da Serra. O Anderson trazia as plaquetas dos troféus, e o Gustavo vinha de Santos sem sua PX, ainda assim honrando o posto de representante local.

Pouco a pouco as pessoas foram se surpreendendo com as antiguidades e curiosidades de época do interior recém-inaugurado chamado Caos. O power-trio Marcelo, Cristian e Edu traziam suas relíquias sessentistas bem rodadas. E na seqüência o Oliver e seu filho Gabriel estacionavam a Vespa Super 200 da Adidas. Chegava também o restaurador Poló com sua Xispa mezzo motoneta mezzo motocicleta. Um pouco depois o mecânico scooterista Reginaldo com a Rose. 


Além da Fernanda Borges, outros batismos aconteceram: conheci os vespistas Fernando Soares e o Sergio Andrade, que demoraram mas não tardaram em trazer suas Vespas PX 200 novamente às ruas, dessa vez sob nova direção e com um visual levemente personalizado. E nessa tarde sacra outro batizado aguardado aconteceu, o do meu velho camarada Caetano Sevilla, quem tardou mas não falhou, e tão logo que pegou a habilitação saiu do prédio rasgando o chão. Vitor Hugo e Rodrigo Sonesso chegariam na sequencia, vindos da Lapa.  

Dento da festa a vitrola alternava discos de jazz e Johnny Cash. O papo era quente e a moçada se espalhava pelo ambiente. Uma Super 150 italiana (do Leonardo) e outra "200" hot (do Rafael Assef) viriam quase juntas da alta Rua Augusta, e nesse momento começávamos a apertar as primeiras motonetas. Então com o rádio ligado chegava a Rosa Freitag e seu marido Mário. Ela surpreende o pessoal, e a novidade da vez fora o sistema de rádio instalado na Vespa, tocando T-Rex e outros setentistas. Havia ali ao lado uma moto japonesa desde o começo do evento, e como não localizamos o proprietário, erguemos ela no braço uns metros acima para fazermos caber as PX do Braga e da Luciana, que trazia também outra portuga vespista, a Carol. (Ao puxarmos a moto o alarme disparou a sirene, buzina e uma voz que comunicava: "atenção, esse veículo está sendo roubado"... kkkkkk).

Batismo de uns, aniversário de outros. O carioca Braga vinha com um novo acessório de inverno trazido da Alemanha, e o Davilym trazia para mim uma lembrança de Paris: um folder publicitário sobre a motoneta Star 2T (produzida atualmente pela LML), e um adesivo da loja Les Années Scooter Paris. Davilym então me pediu algumas palavras de sopetão para um vídeo que desejava produzir do SP em 2T. No mesmo momento o Nei com a Tatiana traziam, no meio da filmagem, a velha PX200 preta. E o pessoal ia colando, com suas motonetas, a pé ou de carro. O papo estava bom, e para onde eu olhava via amigos e camaradas. A cozinha do Caos em atividade e luz baixa deixava o ambiente familiar em meio aos quadros, brinquedos, peças, posteres e toda sorte de quinquilharia de época. E em meio a tudo isso, conversa vai e conversa vinha, aos goles, com as selvagens imagens do Six Day Trial, trazido de 1959 para a TV da casa. Uma festa inesquecível. Pergunte para quem foi.

2 comentários:

Anônimo disse...

Foto grande 01 do Davilym Dourado.
Foto grande 02 do Hugo Frasa.
Foto grande 03 do Rogério Gomes.
.
Foto pequena 01 do Rogério Gomes.
Foto pequena 02 do Sérgio Andrade
Foto pequena 03 do Davilym Dourado.
Foto pequena 04 e 05 do Rogério Gomes.

Anderson disse...

Confesso. A Burgman era minha. rs. Mas agora a minha LI esta pronta. Abraços
A.