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domingo, 29 de maio de 2011

Sean Jordan, um Scooterista à Paulista #1

Faz quase um ano que o vespista canadense, residente na Sérvia, Sean Jordan, decidiu se aventurar em torno do mundo com sua Super Fast. Da Malásia ele veio parar aqui no Brasil, e conosco ele passou oito dias de giros, idéias, reparos e festas. Contarei em duas etapas como foi a sua passagem por aqui.


Sexta-feira, 15 de abril de 2011. Nessa tarde, eu (Fidelis) saí de casa para quatro dias, com mochila preparada para sete, prevenido do que poderia acontecer convivendo com esse maluco. De São José dos Campos até São Sebastião foram 80 minutos de queda livre pela Serra do Mar (Rodovia dos Tamoios), feitos no vácuo do cometa rodoviário. Com meu Pirelli no osso desci os 100 kms de asfalto 'semi-regular' até o tão aguardado encontro com Sean. 

As 16h20 cheguei  Praia da Cigarra, nosso ponto combinado. Ele vinha do Rio de Janeiro, onde passara um pouco mais de um mês - histórias contadas no blog do Confraria Rio Vespa Clube e na matéria do jornal O Globo. Depois de acumular uma lista de histórias - divertidas, inconvenientes burocráticos, e toda a sorte e azar de um notável turista, ele deixou o Rio acenando para o encontro comigo (Fidelis) e em seguida com a frota da Scooteria. Isso tudo foi sugestão do italiano Ilario Lavarra, o milanês que está atravessando as 3 Américas numa Vespa Sprint 1970 e que também passou por aqui. De imediato já notei que meu péssimo inglês estava mais enferrujado que sucata de M3 no matagal. Mesmo assim encontramos mil formas de comunicação. 

De São Paulo, o Anderson Ballet atualizava o nosso twitter, enquanto, em Santos, Gustavo e Luca se preparavam para nos receber na balsa. Aproveitamos um visual fantástico até Maresias, enquanto havia sol. A partir daí foram mais duas horas de escuridão na estrada. Em alguns trechos a brisa úmida assentada na areia que o vento trouxera pra pista fazia do chão uma saboneteira para o meu pneumático careca. Ainda assim queria avançar até Bertioga, até a parada da gasolina. Sean sacou uma chave 13' e acertou os diversos parafusos soltos da roda traseira. Aproveitei o momento para trocar meu pneu e dar uma carga no celular. E partimos para Santos, aonde o pessoal nos aguardava na balsa.

A viagem estava excitante, apesar da escuridão e do tráfego na Baixada Santista. Ao chegarmos fomos recebidos pelo Gustavo e pelo Luca, orgulhosos da primeira visita internacional em Vespa na baixada. Trouxeram suas PX200's, e tinham uma programação pra gente: cerveja!! Depois de alguma prosa seguimos para o apartamento de um tio meu, o Lourival, nsso QG local. A noite 

Segue abaixo o relato de Gustavo Delacorte, postado em seu blog Graxa e Tralhas.

Eu já havia lido sobre Sean Jordan e sua aventura no site destinado a própria (www.vespa360.com) alguns dias antes de sua passagem por São Paulo. Embora não tenha me aprofundado sobre os detalhes de sua jornada, jamais poderia imaginar que o canadense incluiria Santos em sua rota.

Foi quando o Fidelis, da Scooteria Paulista, me enviou uma mensagem relatando que isso aconteceria caso ele viesse para a Capital pelo litoral norte de São Paulo e, se assim fosse, o encontraria na estrada para seguirem juntos para Santos. E foi o que aconteceu, logo após o Leo Dueñas, da Confraria Rio Vespa Clube, confirmar que o Sean viria pelo litoral.

Logo contatei o Luca, um vespista local, e fomos até a Ponta da Praia esperá-los. Após um pequeno atraso, pois Fidelis teve que trocar o pneu traseiro no caminho, ambos chegaram. Apresentações feitas e pernas esticadas, os guiamos até o local onde passariam a noite, mas apenas para guardarem suas bagagens, pois cervejas e muita conversa nos aguardavam.

Seguimos para um bar, onde estacionamos nossas Vespas, que logo viraram atração, principalmente a de Sean, toda equipada para sua jornada e com bandeiras de diversos países adesivadas em seu bauleto, fora a placa de Belgrado.

Como o papo - que variou entre nossas queridas scooters, a viagem de Sean e Giorgio Bettinelli, que eu até então, como vespista de primeira viagem, desconhecia - rendeu, resolvemos recolher as motonetas e seguir para um outro bar, onde uma torre de chope encerrou a noite.

Nos meus poucos meses como vespista, já pude notar o poder de sociabilidade das Vespas, mas não imaginava sua grandiosidade. No dia seguinte, ao conversar com Sean, ele comentou um caso em que, em um determinado país, não lembro qual, precisou reparar sua Vespa, mas não sabia nada da língua local, e os locais, que se prontificaram a ajudá-lo, não sabiam nada de inglês. A conversa acabou sendo no 'vespês' quando se tratava da motoneta, e na base do aponta pra isso e aponta praquilo.


Santista de certidão e de time, não poderia deixar Fidelis e Sean partirem sem uma foto em frente a Vila Belmiro, um dos cartões postais da cidade. Depois, seguimos até um posto para abastecer, onde desejei boa viagem para ambos e, logo em seguida, os acompanhei até a saída da cidade, onde nossas buzinas marcaram a despedida.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

SP em 2T


O Scooteria Paulista em 2 Tempos é uma concentração dos amigos(as) que estiveram conosco nesse período de um pouco mais de um ano de convivência. O encontro será num bar/loja de antiguidades da Rua Augusta, sentido Centro, e começará às 15h30, com fim às 18h.

Cheguem cedo pois vamos homenagear diversos scooteristas, pela atitude e colaboração com a cena, e premiaremos alguns em especial, pela superação vivida sobre uma motoneta durante esse pouco mais de um ano de Scooteria Paulista. Debateremos também a agenda 2011 e os novos projetos apresentados pelos novos colaboradores da SP. Mais infos em breve.

COMPAREÇAM NESSE DIA ESPECIAL!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Scooteristas Paulistas rumo à Minas Gerais


Essa é uma indicação do J.R.Marmirolli, que levará sua Lambretta para exposição no encontro. Eu vou! E convido a todos os scooteristas para esse desafio rodoviário até Poços de Caldas (MG). Preparem suas motonetas.


Ida: 11 de junho (sábado) às 8h da manhã.
Volta: 12 de junho (domingo) às 14h.
Roteiro: São Paulo - Jundiaí - Campinas - Mogi Mirim - Mogi Guaçu - Aguaí - São João da Boa Vista - Águas da Prata - Poços de Caldas. (+/- 250 Km )

Interessados entrem em contato para planejarmos antecipadamente a viagem e reservarmos o hotel.

"Oh! Minas Gerais, quem te conhece não esquece jamais!"

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Sou Menino da Rua Paulo lá da Vila Mariana


Trago essas fotos do Flickr do fotógrafo paulistano Antonio Carlos Castejón. Nelas o próprio está tentando convencer seus pais a deixá-lo pilotar a Lambretta LD. A foto foi feita na esquina da Rua Coronel Lisboa com Rua Madre Cabrine, na Vila Mariana. O ano é 1958, numa São Paulo de muita elegância. Conta ele: "Tentei exaustivamente mostrar para minha mãe que estava apto a pilotar uma Lambreta. Mas, não houve acordo".


[O título desse post é inspirado na canção Rua Paulo, do conjunto Ira!]

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Vespas e Lambrettas no Jornal da Tarde


Assim como a Vejinha, o Jornal da Tarde também estampou Vespas e Lambrettas em suas páginas no mês de abril. A dica foi enviada pelo amigo São Anivespaulista Rodrigo Sonesso.

Em pelo menos dois dos lugares citados, além de serem utilizadas para embelezar os estabelecimentos, as Vespas e Lambrettas também são utilizadas como meio de transporte por seus proprietários. Vale um tour da Scooteria Paulista, em breve, não?

domingo, 8 de maio de 2011

Lambretta na Vejinha São Paulo




No final de Abril a Veja São Paulo (#2214, de 27/04/2011), fez uma matéria sobre a onda retrô. Produtos, galerias, barbearias, brechós, brinquedos, LP's, baladas e serviços vindos diretamente do passado. Não podia faltar a nossa Lambretta logo na capa! Vide dentro um box com as informações básicas e citação à oficina de restaurações Lambretta D'Época, nossa parceira desde sempre.

[Esse post é uma colaboração do blog Lambretta Brasil]

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Da Viagem e Encontro de Antigomobilismo e Similares de Monte Alegre do Sul (SP)


Era sexta-feira de feriado santo, dia 22 de Abril, posterior ao dia de Tiradentes e aniversário da Scooteria Paulista. Muitos scooteristas e proprietários não puderam deixar de lado seus compromissos familiares, profissionais ou recreativos, e uma pequena parcela não havia preparado suas motonetas a tempo para essa viagem. (Soubemos do evento há duas semanas antes e mal pudemos divulgá-lo da maneira como gostaríamos devido a uma seqüência de contra-tempos.) Então depois de uma semana de cruzadas em SP com Sean Jordan - vespista dando a volta ao mundo com sua PX: http://www.vespa360.com/ -, eu faria agora mais uma, a Santa. A sexta-feira amanheceu com uma belo sol de outono na capital semi-vazia. No Largo do Arouche também. De Jacareí, Walter Vespaparazzi e Eder Vespa estavam de sentinelas: “Fidelis, estamos prontos, alguém vai com você?” Já na Marginal Tietê às 8h40 respondi “Não, como eu disse, essa missão seria somente nossa”. Replicou Walter: “Quer deixar pra lá e desistir da viagem?” Respondi: “Não, vamos porque a viagem é das boas, além do que temos amigos esperando por lá”. Partimos: eu pela Fernão Dias, Walter e Eder pela Dom Pedro I.
Passado uma hora já estávamos no ponto combinado: o cruzamento das duas estradas. Chegamos ali logo após um grave acidente envolvendo um carro e um triciclo dos Abutres MC. Por sorte o motociclista saiu vivo e consciente, apesar das escoriações e da destruição total do seu triciclo. Ok, “vamos nessa?” Na saída o Walter não saía, o pneu traseiro havia furado. Experiente no assunto, antes da primeira gota de suor cair sua “M3 200cc” já estava ligada na pista. Seguimos rumo ao norte por estradas vicinais, cortando um dos vales mais belos do Estado. Passamos por dentro de Bragança Paulista e Pinhalzinho, além dos vilarejos rústicos aonde o aspecto dos tempos antigos se conservam. E depois de um breve trecho esburacado chegamos na modesta e encantadora Monte Alegre do Sul.

Ao ouvir os barulhos das Vespas Marmirolli veio ao nosso encontro e nos conduziu ao espaço das motonetas, em frente à Igreja Matriz, protegidas por uma corda de isolamento. Ali foram reunidas cerca de doze motonetas, nos seguintes modelos: Lambrettas Li, Standard, Cynthia e MS; Vespas M4, Super 150, Super “200cc”, M3 “200cc”, PX200 e Originale 150. De imediato Marmirolli nos apresentou a surpresa que preparou para o aniversário da Scooteria Paulista: um pequeno prato decorativo feito em Pedreira. Um zelo sem igual. O souvenir foi entregue a todos os proprietários de motonetas presentes. Passado meia hora eis que chega o guerreiro Uitamar com a família. Esses seis meses sem vê-lo pareceu uma eternidade diante das histórias que rememoramos sobre a estrada São Paulo x Curitiba que enfrentamos antes e depois do Curitiba em Vespa 2010. Além disso, dois dos mais genuínos vespistas de SP se encontraram: Uitamar e Walter. Um grande dia!




No Encontro de Antigomobilismo e Similares havia stands com peças, plaquetas, revistas, discos, e toda a sorte de variedades do mercado de pulgas. Diversos veículos de época abrilhantavam a praça principal. Cerca de 80 deles, talvez mais, ou menos. Fato é que havia de tudo, de triciclo à caminhão de época. Os restaurantes estavam a toda, e devido à quantidade de visitantes na pequena cidade, o principal deles não pôde oferecer o melhor dos seus serviços. Um amigo da classe (que levou toda a família para almoçar ali) teve sua conta superfaturada e apesar das queixas o restaurante manteve o valor, além dos atrasos no preparo do pedido de algumas mesas. Claro que isso em geral não é da alçada dos organizadores, mas se a cidade puder se atentar a esse ponto os scooteristas rodoviários agradeceriam imensamente, pois tem havido uma crescente na classe em visitas ao Circuito das Águas, e gostaríamos de tê-la como um os pontos de encontro entre o pessoal do leste e sul do Estado com a turma do centro e do norte.

Mas o percurso de volta seria longo, então tivemos de nos despedir da classe apesar dos pesares. Walter, Eder e eu teríamos longos 150kms de incontáveis rodovias para rodar. E dado o fato de que a minha Vespa perdeu potência nas últimas rodagens, esse caminho não seria feito em menos de 3 horas. Para trás ficou um adeus com data marcada. Um abraço ao Marmirolli, Uitamar e Flavio, o lambreteiro a quem fui apresentado. Partimos, os três de novo, dessa vez pela estreita Rod. Benevenuto Moretto. Debaixo de um forte sol procuramos por água no vilarejo de Arraial mas não havia sequer um bar aberto. Em Bragança Paulista enfim esticamos as pernas no pôr do sol do Lago do Taboão. Nosso deleite literário da viagem foi o livro "Vespa", de Valerio Boni, emprestado a mim pelo vespista italiano de Santos, Luca Perucchi. E enfim seguimos no tapete da Dom Pedro I, que nos levara direto para a Presidente Dutra, aonde nos despedimos, com orgulho de uma viagem bem feita. Sensação de medalhistas.

Um tipo diferente de amizade se fortalece quando convivemos em Vespa. Mas existe um espírito de fraternidade único que nasce quando dividimos a mesma estrada. De Vespa ou de Lambretta, a camisa pesa. E é assim que nos tornamos irmãos, herdeiros de uma grande Famiglia.


[Fotos 1 5 7 8 e 10 por Vespaparazzi + Texto e Fotos 2 3 4 6 e 9 por Fidelis]

segunda-feira, 2 de maio de 2011

SP no Vale do Paraíba

Em fevereiro de 2010 eu, Marcio Fidelis, topei um trabalho em São José dos Campos e me mudei para cá, com uma mala de roupas, discos, livros, violão e com a minha Vespa. O restante ficou. Durante os primeiros meses procurei pelas Vespas e Lambrettas na cidade e os únicos proprietários que conheci eram veteranos da classe e já haviam encostado suas motonetas na garagem, o mecânico Paulo e o bicicleteiro Sr. Martins. Meses depois num jornal de classificados encontrei uma Vespa PX200 a venda. Contatei o proprietário e fui ver a mercadoria. E foi daí que conheci o Carlos Guerreiro, um veterano lambretista que estava prestes a abandonar o estilo. Naquela noite conversamos sobre motonetas e música, também outros assuntos diversos, mas nos esquecemos da venda da Vespa. E tão logo estaríamos bebendo ao menos uma cerveja por semana no Juke Box Bar em respeito às nossas Vespas.


Por indicação dele procurei pelo Walter Vespaparazzi, e numa manhã de domingo lá estava ele fazendo fotos na Rodovia Carvalho Pinto com sua Vespa M3 e o amigo Eder na PX200. Nesse dia Walter me apresentou Edgard, uma espécie de Professor Pardal, e que na época se dedicava ao novo projeto (mecânico e estético) da sua PX200. O Vespaparazzi também me apresentou um mecânico da cidade e ao garimpeiro Marcos. E por eles todos devo dizer que Jacareí é uma pequena cidade de scooteristas de verdade. Em janeiro o Walter e o Eder desceram com suas Vespas para o Circuito das Motonetas de Interlagos - junto do Antonio e Beth de Moji das Cruzes -, e dois meses depois finalmente unimos as duas cidades - SJC e Jacareí -, com a chegada dos joseenses Belchior - um engenhoso mecânico de motores que motivado em descobrir o funcionamento de um motor de Vespa, comprou uma PX200 – e Maurício – colecionador-restaurador de motonetas que recentemente abriu as portas da sua casa para as reuniões.


Dos últimos seis meses posso dizer que ao lado deles tive a certeza de que esse novo movimento scooterista está no caminho certo. Com o Carlos, nossas Vespas roubaram a cena no Encontro de Antigos e Kustoms de Quiririm - colônia italiana de Taubaté. Com Walter, Eder, Antônio Guerra e Beth realizamos um "raduno rodoviário" entre Jacareí, São José dos Campos, Caçapava e Jambeiro. Também ao lado da dupla de Jacareí começamos o Ano 2 da Scooteria em alto giro, quando tive a satisfação de apresentá-los ao Uitamar e ao Marmirolli em Monte Alegre do Sul. E no último sábado finalmente realizamos o nosso giro em maior contingente. Com o Carlos e eu saindo de São José dos Campos, e com o Walter, Eder e Edgar vindo de Jacareí cortamos, no último sábado, os vales do Vale até o pequeno município de Monteiro Lobato, uma tarde de outono sem igual. Essa viagem mais recente estimulou-nos ainda mais ao prazer de pilotar por estradas, por cidades, por caminhos diferentes da rota rodoviária. E no entremeio disso tudo as reuniões de quinta-feira eram a desculpa perfeita para um giro até o velho Juke Box Bar para encontrar os amigos, beber uma cervejas com fritas, e conviver em Vespa*.

E com essas lembranças na mente deixo a cidade de São José dos Campos. Depois de um ano por aqui vejo que minha missão foi cumprida, no sentido de que pude contribuir de fato para a união de parte dos scooteristas locais. Sentirei saudades das quintas-feiras no Juke Box Bar, dos amigos Carlos, Walter, Eder, Edgar, Belchior, Maurício e Fabrício. O pessoal é foda! Confesso, me emocionei mais tarde com as palavras de amizade e carinho desses marmanjos. A mais divertida é que “deixei todo mundo grávido e agora estou indo embora”. Mas uma coisa é certa, aqui fiz amigos e tenho casa pra dormir, então aqui estarei com a freqüência de um scooterista rodoviário. As reuniões deverão continuar agora sob o estímulo de uma organização local, entre o Juke Box e a casa do Maurício. Eu certamente estarei no Vale do Paraíba nas semanas pares ou ímpares, pois além do meu compromisso com os Scooteristas Paulistas do Vale, agora mais do que nunca tenho amigos aqui, amigos para sempre.

Para os vespistas e lambreteiros da região do Vale do Paraíba, convidamos a todos para confraternizarem as Vespas e as Lambrettas nas quartas-feiras do Juke Box Bar de São José dos Campos, ou nos giros entre-cidades. Contatos pelos telefones: Carlos Guerreiro (12 9729-0443, SJC); Maurício (12 9711-7060, SJC); Walter Vespaparazzi (12 7814-6289, Jacareí). Informações gerais no email: scooteriapaulista@gmail.com
[Fotos por Vespaparazzi]
[Texto por Marcio Fidelis]