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terça-feira, 26 de outubro de 2010

Virada Cultural 2010







Recentemente encontrei na internet fotos de uma exposição que aconteceu em maio desse ano em São Paulo, a Exposição de Carros Antigos e Lambrettas da Virada Cultural, realizado no Parque Dom Pedro II, no Catavento do Palácio das Indústrias. Chegamos por volta das 10h30, e encostamos as nossas Vespas ao lado de uma solitária Piaggio GT250 - que foi embora na sequência. De imediato o pessoal se aglomerou para ver os baderneiros que acabaram de chegar. O seu Daré, que esteve presente na inauguração da Scooteria Paulista no mês anterior, fez novamente questão de nos trazer seus cumprimentos. Eu soube do evento nas vésperas, e não tive tempo para convidar a todos os amigos, apenas anunciei no Twitter e falei com os mais próximos. A exposição oficial foi encabeçada pelo time dos veteranos: Daré, Geraldo e Poló, com as clássicas LD, LI, Xispa e um Lambrecar. Já nós apresentamos as Vespas dos anos de 1978, 1987, 1998, 1998, com uma face pessoal chocante para os conservadores e ousada para os revivalistas. E a soma dessas espécies de época, personalizadas, restauradas ou originais como quando nascera, reunidas só traz o bem, a beleza e o imaginário dos bons tempos de volta.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

I RADUNO DA PRIMAVERA


Para não passar em branco a mais romântica das estações, a Scooteria Paulista (rede de scooteristas clássicos de SP) e a Free Willy (oficinas e peças) novamente une forças para mais um levante rumo às auto-estradas. Trata-se do I RADUNO DA PRIMAVERA, um passeio pelo litoral sul de SP.

O objetivo é realizarmos um giro vespístico à italiana por duas das mais belas paisagens rodoviárias de SP, a Rodovia dos Imigrantes e a Rodovia Anchieta. Chegando em São Vicente faremos o trajeto pela orla santista até as praias do Guarujá, nosso ponto de chegada. A beira-mar desfrutaremos o momento por 2 ou 3 horas. A diversão é livre.

DATA: 21 NOVEMBRO 2010
SAÍDA de São Paulo: Largo do Arouche no domingo às 8h30 rumo à Rodovia dos Imigrantes. CHEGADA à São Paulo às 17h30 pela Rodovia Anchieta.


PRA QUEM É DA BAIXADA SANTISTA:
Vamos reunir as turmas em 3 pontos: 1.Ponte Estaiadas (Rod. Imigrantes na altura de Cubatão) entre 10h e 10h30 - 2.Ponte Pênsil (São Vicente) das 11h e 11h30. 3.Parada final no Guarujá, região da Praia da Enseada (a definir), por volta das 13h.

SOMENTE MOTONETAS CLÁSSICAS!!! 

Dúvidas e informações: contato@scooteriapaulista.com.br
Free Willy: (11) 3223-9029
Scooteria: 12 7815-6384

Arte por Fidelis

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Destino São Paulo #2 - O FIM

Nas próximas quatro horas o Emerson e eu já estaríamos em São Paulo. Uitamar pernoitaria num hotel barato de Juquiá (SP), para completar a sua viagem no dia seguinte até o seu destino. Em toda a Regis Bittencourt pagamos cerca de 4 pedágios de 0,70 centavos cada. Rodiziamos o pagamento entre os três afim de economizar tempo. Na foto abaixo o pagante era o Emerson. Em certo momento furamos uma imensa fila numa barulhenta bagunça entre os carros, escrevendo o final dessa história em linhas tortas.


Passamos por Registro (SP) e paramos por duas vezes na altura de Juquiá, a primeira para abastecer e a segunda para a despedida do Uitamar, que pegaria o seu caminho na manhã seguinte até Americana (SP), deixando uma grande saudade e as melhores lembranças de estrada que teremos para toda a vida.

Estávamos a pouco menos de três horas de São Paulo, o Emerson e eu. Dali pra frente enfrentaríamos uma viagem um pouco diferente, como que num jogo de video-game, aonde o nível de dificuldade aumenta com a evolução do jogo. Primeiro foram os buracos da região de Miracatu (SP), a região do bananal. Foram quase 70 kms desviando deles. Depois foram os caminhões de carga que dali em diante triplicava em números na pista. Sem falar na chuva. Em certa altura a ansiedade vinha ao físico, e nos instigava a esticar mais o cabo. Todavia a chuva aumentava, e em meio aos caminhões, curvas e reformas, o melhor que fazíamos era manter o que já vínhamos fazendo, sem novidades. A cada parada para gasolina o Emerson atualizava o Twitter com as últimas notícias da viagem. Por celular recebi a última mensagem de apoio e confiança; e pareça o que parecer, esse tipo de manifestação é importante para nós, demonstra valorização e estimula a gente a informá-los. Então finalmente, depois de 9 horas de viagem, de toda uma aventura sobre rodas, do primeiro grande encontro inter-estadual, chegávamos ao mesmo lugar de onde saímos, recortando a cidade de São Paulo do sul à leste. Cheguei 1 da manhã, ensopado, sujo, cansado e gratificado. Ali foi para mim o fim do Curitiba em Vespa 2010. E é isso um encontro de estradas: ele começa quando você pega a estrada, e termina quando você chega em sua casa.

Deixo novamente um grande abraço para quem diretamente esteve com a gente e valorizou a realização desse encontro: Emerson, Uitamar, Sr.Arthur, Lovercy e Alda, Marmirolli, Juan Montoya, Fabio e Confraria VMC, Curita/Marcos/Marcela, Jack/Coca/Ito, Leo Dueñas, Alucinados por Lambretta, Clube da Lambretta de Blumenau, Vesbretta, Scooter Boys e Free Willy. Agradeço também a força e a boa vibração de todos vocês que acompanharam as notícias e torceram pelos estradeiros.


Tenho esperança de que a filosofia de scooterismo da Scooteria Paulista tenha revelado um outro ponto de vista das coisas. Noto que nesse ano o conceito saiu da idéia e foi pra rua e pra estrada. Ponho fé que uma fraternidade vem crescendo, e que as barreiras de relacionamento entre nós, proprietários e pilotos, venha caindo por terra a cada peneirada. 2010 está sendo o ano em que o scooterismo brasileiro subiu de nível. Graças a todos os que fazem algo, seja pilotando, consertando, personalizando, organizando, divulgando, etc. Me vem à mente a expressão de um velho 'punk' do Do It Yourself americano chamado Tim Kerr: "O que você faz para participar?" 

E que venha o próximo grande desafio rodoviário!!!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Destino São Paulo #1

Era segunda-feira 06 de Setembro, e passava das 16h. O frio com a garoa fina era castigante. No primeiro quilômetro de Regis Bittencourt, Uitamar e o Emerson encostaram para abastecer, e eu que esticava o cabo uma pouco a frente não percebi o sinal do Emerson, que completou com um simpático 'tchau' de longe. Logo adiante paguei o primeiro pedágio de toda a viagem até aqui, foi quando um caminhoneiro boa praça me avisou que vira duas Vespas paradas, e uma parecia apresentar defeitos. Decidi então encostar no próximo Posto e esperar.



Passava meia hora que eu aguardava por eles no Esso. Não tínhamos sinal do celular nem do rádio ali, e a essas alturas, sozinho e molhado batia aquela uma ponta de desamparo, um breve sentimento de que estamos sujeitos a tudo quando nos sujeitamos a tudo isso. Imaginava também em que altura da viagem estariam o seu Arthur, o Lovercy e a Alda. Fumava para aquecer, e bebia uma água a contra-gosto. Era mesmo pra passar o tempo e distrair o pensamento. Passava das 17h quando ouvi de longe o inigualável barulho de um motor de Vespa e o mais inigualável ainda, as centenas de buzinas da Vespa do Uitamar, eram eles, na pegada rodoviária. Grande festa. Vamos nessa!



A viagem estava deliciosa, estávamos em três Vespas, e em cima delas, três scooteristas quilometrados. Se na ida fizemos a média de 70 km/h, na volta subimos essa média para 100 km/h. A Vespa do Uitamar apresentava uma queda na potência, desde a saída de Morretes isso estava acontecendo. Já era tarde quando descobriu de que se tratava de um mal contato no terminal do CDI. A concentração era dobrada pois além dos fatores conhecidos de uma viagem normal, enfrentávamos nesse momento uma forte corrente de vento com garoa, frio, carros e caminhões carregados. Foi um 'momento particular do Curitiba em Vespa', até porque quando se trata de 'encontro de estradas', o encontro só termina quando acaba a sua  última estrada para casa.


Passava das 18h30 quando cruzamos a fronteira Paraná-São Paulo. Não me atentei à placa do Km Zero, só tive a impressão de que já estávamos em território paulista pelo visual do asfato remendado e pela trepidação da minha Vespa nos buracos rasos. A Vespa do Uitamar continuava apresentando queda de ritmo, e por conta disso paramos mais três ou quatro vezes.  

E enfim o primeiro 'descanso'! Encostamos por cerca de 40 minutos no posto à beira da Regis, no perímetro da cidade de Cajati (SP). Ali o Uitamar comprou de mim um kit de manoplas brancas da Vespa Super, o que pagou a gasolina da minha viagem, uma ajuda de coração da oficina Scooter Boys. Tomamos um vinho qualquer, acompanhado de alguns salgados da estufa. Emerson dormia sentado...

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Regis Bittencourt / Estrada da Graciosa

Nosso último momento no Curitiba em Vespa foi o ponto final do evento, a cidade de Morretes, a 70kms de Curitiba. Nessa manhã de frio e chuva nos reunimos aos demais e seguimos à essa bela cidade, em cerca de 25 Vespas. O seu Arthur, o Lovercy e a Alda decidiram voltar para São Paulo antes desse passeio serra abaixo, afim de evitar findar a viagem durante a noite ou posar em algum hotel de estrada. O Marmirolli já estava na estrada também com sua Lambretta LI no carro. Ali restamos nós já com as bagagens para a volta: Fidelis, Emerson e Itamar. Esse trecho da história está entre as postagens de setembro. Na foto abaixo a turma na Regis Bittencourt.



Depois do Barreado no Madalosso e da triste despedida, subimos novamente a Serra da Graciosa. Antes disso a "Super Super 200" do Itamar apresentou algum problema - resolvido em pouco menos de uma hora pelo próprio. A subida nos consumiu um precioso tempo da volta, pois além da chuva e do ritmo mais lento, estacionamos por três vezes, a segunda delas por falta de combustível na Vespa do Emerson. A sorte nesse caso continuava conosco: prevenido, o Uitamar levava consigo uma garrafa Pet de aditivada. Então chegamos ao fim, e ao início de outra saga: a volta. A foto abaixo foi o último registro do encontro, momento em que o Jack Cavalari nos explicava sobre o próximo trecho que tomaríamos até a "grande reta para SP". Note ao fundo sob a neblina a afamada Rodovia Federal Regis Bittencourt.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Destino Curitiba #6

Partimos de Adrianópolis (PR) por volta das 20h. Ainda estávamos no Rastro da Serpente, talvez num aslfalto mais bem cuidado, o que nos dava uma vantagem no breu na noite. Diminuímos o ritmo e priorizamos a segurança, e os 136kms restantes completamos em 2 horas e 40 minutos, numa média de 70km/h.


Em Tunas do Paraná (foto acima) e Bocaiúva do Sul abastecemos e colhemos informações gerais. Adiante passamos por Colombo até finalmente entrarmos em Curitiba, exaustos, sujos e famintos, cegos, surdos e muito loucos.



Liguei para o Jack: "Chegamos em Curitiba! / Então segue para o Shopping Müller, estarei esperando vocês. E por fim o trajeto do Ipiranga (foto acima) ao Shopping Miller foi registrado em vídeo (abaixo) pelo Emerson. Dali o Jack nos levou ao Largo da Ordem aonde alguns vespistas bebiam a saideira. Não podíamos acompanhá-los, estávamos esgotados e ainda precisávamos encontrar hotel para todos pois a minha reserva no Formule 1 havia espirado devido ao atraso de 6 horas na chegada. A saga paulista dos 504 kms em 16 horas foi completada por: Itamar, Emerson Mestrinelli, Arthur, Lovercy & Alda, e Marcio Fidelis, quem compartilha os relatos desse inédito desafio rodoviário.



segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Destino Curitiba #5

Com sucesso deixávamos o Estado de São Paulo para trás. Ali no quilômetro zero, e ali em cima do Rio Ribeira, fizemos essa foto marcante para toda uma história: a primeira vez que a Scooteria Paulista deixaria o Estado, era dia 04 de Setembro de 2010.


Chegávamos em Adrianópolis, e de fato esse foi um momento especial. Outras terras, e sutilmente um outro sotaque. Ali furou outro pneu do Itamar - em meia hora foram dois. O dia ia embora rapidamente, passávamos das 18h. Já tínhamos consciência de que rodaríamos de noite. Então em Adrianópolis nos demoramos por uma hora e meia, foi a pausa definitiva, para pneus, gasolina, água e internet. Encontrei perto da borracharia uma Lan House aberta. Ali tive quinze minutos, então atualizei o Twitter com uma mensagem de fumaça para os curitibanos e afins. Ainda estávamos no Rastro da Serpente, que só findaria em Bocaiúva do Sul (PR), e essa metade de extensão completaríamos no breu da lua minguante.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Destino Curitiba #4

Depois do último ocorrido seguimos viagem sem problemas até Apiaí. Aliás, quanto a Vespa do Arthur, de Guapiara em diante ela se comportou como um perfeita estradeira.



Enfin chegamos em Apiaí. Acredito que essa foi a cidade mais surreal que já visitei no estado de São Paulo até o momento. Não tenho habilidade para descrever seus aspectos psicodélicos, por isso nem arriscarei. Pessoalmente posso compartilhar essa visão bebendo uma cerveja com você. Apiaí parece de alguma forma representar o Rastro da Serpente, a estreita estrada que corta a Mata Atlântica até o Paraná. Em geral ela é rota turística e cultural de motociclistas e jipeiros. Paramos nesse ponto da foto abaixo e por ali ficamos. Para gasolina, fotos e padaria. Seria o nosso último combustível até o Paraná.




E seguimos pelo Rastro da Serpente adentro, era 17h. Apesar dos percaussos, a partir daqui não poderíamos mesmo tirar o atraso rodando, visto que a fama da estrada está tanto para a beleza quanto para o perigo. Até que demorou para furar o segundo pneu, e aconteceu com o Uitamar. Seguíamos à frente, o Arthur e eu, e só demos falta do restante do grupo depois de 4 kms separados. Acho que foram tantas as curvas e inclinações que toda a nossa concentração estava no desafio da pista. Quando voltamos estavam: o Uitamar, o Lovercy, a Alda e o Emerson. Tudo sob controle!





Abaixo um vídeo de 5 minutos desse trecho de 38 kms que nos levaria ao Paraná.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Destino Curitiba #3




Trecho de Guapiara (SP),
Rod Sebastião Ferraz de Camargo Penteado, 14h.
Sábado, 04.Setembro.2010.
Fidelis, Itamar, Emerson, Arthur, Lovercy & Alda na estrada.

Vídeo por Marcio Fidelis

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Destino Curitiba #3

Quando acabei de trocar o pneu furado ouvi ao longe a 'Super Super 200' do Uitamar: "a gente achou que a polícia tinha te parado", disse ele ao chegar. E de fato eu tinha esse medo pois o documento da minha Originale 150 não havia ficado pronto. Na verdade pronto ficou, mas o Detran não me entregou a tempo porque a chancela havia quebrado dois dias antes - verdade ou mentira? Cinco kms adiante, num pé de árvore estavam o Arthur, Emerson, Lovercy e Alda, disputando espaço com as Vespas na pequena sombra que fazia ali.

E 10 kms a frente encontramos outro posto. Ali nos demoramos novamente, o sol estava de lascar e cada quilômetro se tornava um desafio maior, visto que entrávamos metro a metro no desconhecido Vale do Ribeira, e a partir dali recortaríamos a Mata Atlântica por um rastro de asfalto estreito. Então no posto foi uma água, umas cerveja, 6 reais de gasolina, e um bom papo com os policiais em serviço.


Adiante rodamos mais 60 kms até o portal do pacato município de Guapiara, um vilarejo estilo 'cidade fantasma'. A idéia era refrescar e fazer uma foto (como essa abaixo) mas ali o seu Arthur se deu conta de que sua Vespa estava mais baixa do que o de costume. O que teria sido? Deitamos ela de canto e depois de algum esforço veio a má-nova: "é o amortecedor traseiro, está quebrado". Eu torcia para que fosse o coxim pois os tinha trazido. Uitamar meteu a mão por dentro do chassis e sacou: o amortecedor quebrou, na ponta aonde parafusa o coxim. Aí complicou de fato. Essa é uma peça vital que está entre o piloto e a máquina, ela absorve o impacto do chão, além de concentrar o ponto de gravidade da motoneta.

Quase nada podia ser feito ali. Havia um posto de gasolina ao lado, um borracheiro em hora de almoço e um restaurante vazio. Nisso o Uitamar, sujeito ligeiro, sacou o amortecedor pra fora com a ajuda do Mestrinelli e seguiu para a cidadezinha à caça de uma solda. Era a nossa única esperança. Sr.Arhur, Alda e Lovercy aproveitaram o tempo para almoçar, enquanto Emerson saia à procura do Itamar na cidade. A espectativa era grande, a fé era maior. 20 minutos depois ouço as mil bozinas da 'Super Super 200', era o Uitamar com a peça na mão.


Ele conseguiu a solda numa oficina que estava praticamente fechada. Seria difícil convencer os funcionários a abri-la novamente, não ter sido o fato do Itamar dominar a língua popular do brasileiro: 25 reais e uma sacola de cerveja gelada. Com a peça na mão, o próximo passo foi encaixá-la novamente. Outro trabalho dos grandes! Com a Vespa deitada, tiramos o tanque de combustível, o step, esticamos o motor com toda a força abaixo etc. Ainda assim o amortecedor rosqueava no coxim. Isso porque a Vespa é compacta, tudo foi feito sob medida, e o processo de montagem e desmontagem das peças deve seguir uma sequência metódica. Com o conhecimento e o improviso do Uitamar, tudo deu certo. Aproveitei a ocasião para trocar minha câmara de ar rasgada, e então seguimos sentido Apiaí. Nessas alturas o Emerson enviou pelo seu celular Tim uma mensagem em nosso Twitter, e a partir de então foi ele quem atualizou a maior parte das notícias de viagem em tempo real para os amigos que ficaram. 




Próximo destino: Apiaí/Rastro da Serpente.