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quinta-feira, 22 de julho de 2010

Encontro de Lambrettas, Vespas, Bicicletas & Motos Antigas de Jaguariúna

No domingo de 19 de Julho realizamos o nosso primeiro tiro longo em grupo. Das cidades de São Paulo, Taboão da Serra e Salto ligamos os motorinos logo cedo, com destino programado para a aconchegante Jaguariúna. Nós quatro, pela ordem da foto abaixo: Celsinho, Fidelis, Sr.Artur Gildo, Sr.Alfredo.



Viajamos em quatro Vespas, saímos em três de São Paulo (Fidelis, Seu Arthur e Seu Alfredo) - outros três vespistas prestigiaram a saída da Padaria do Estadão - e encontramos o Celsinho no caminho, que nos esperava no km99 da Anhanguera. Antes disso a PX200 do Alfredo parou na altura de Jundiaí. Essa é uma história a parte, daquelas ao estilo 'diário de um scooterista'. Apesar do atraso, cinquenta minutos depois consegui funcionar sua Vespa num tranco simples. O motor era novo e estava amaciando naquele dia. Foram 150 kms cravados na ida, contando com o giro dentro da cidade de Campinas. (Quem sabe no ano que vem encontremos algum amigo por lá para um café ou tiro longo).


O Encontro foi bem interessante em diversos aspectos. Não posso me ater a todos eles porque consumiria o tempo que não tenho, e o mais importante é a vossa presença. Jaguariúna é uma daquelas belas cidadezinhas do Circuito das Águas, e sua paisagem urbana é totalmente coerente com a nostalgia do evento. A começar pelo Centro Cultural, que recupera com muita graça a memória dos tempos de ouro, aonde em 1945 foi fundada ali a Estação de Trem, muito bem conservada desde a sua restauração: estação e locomotiva.
Foram dois dias de exposições (17 e 18 de julho), que dessa vez casou dois eventos tradicionais: o "Encontro dos Amigos do Carro Antigo de Jaguariúna" e o "Encontro de Lambrettas, Vespas, Bicicletas & Motos Antigas" que acontecia em Pedreira, cidade vizinha. Essas fotos acima são do dia 18. Colecionadores como JR Marmirolli (organização), Osmani (Lambretta D'Epoca) e Serginho (Clube da Lambretta de Jundiaí) apresentaram as clássicas Lambrettas, a maioria ao estilo como vieram ao mundo um dia. Outros trouxeram a sua motoneta de estimação. Uma curiosidade notável talvez tenha sido uma Vespa M3 com motor de PX200 adapatado, contrastando com outra M3 idêntica não emplacada, ambas abrilhantando o espaço. Certamente algumas velhas scooters já haviam passado por lá no dia anterior, ou no início da manhã, todavia ainda que tarde devido às adversidades da viagem, creio que as fotos e o vídeo podem transmitir-lhes um pouco as características desse evento. Destaque para mim foi a divertida personalidade do vespista Itamar com sua Super vermelha carregada de acessórios e adesivos dos mais variados gêneros.






A volta, como anunciado, foi livre, e depois do almoço vieram o Arthur, o Alfredo e seu amigo, junto do Celsinho PX200 branca, que os acompanhou na Anhanguera até a saída para Salto. Uma hora depois voltamos o Itamar, seu filho e eu. Eles tomaram o desvio para Americana (na promessa de quem sabe participarem do Curitiba em Vespa). Desliguei minha Vespa às 19h e fui beber a Paulistânia gelada que me esperava no bar. Esse é o meu depoimento de estrada. E nesse dia eu tive o prazer de conhecer Carlos Miranda, o Vigilante Rodoviário. A moral da história que fica desse vespasseio é que para o scooterismo não existe idade.

Um abraço esfumaçado.
Marcio Fidelis.

7 comentários:

Leo_Dueñas disse...

Muito bacana o evento e o diário de bordo! Um dia eu chego lá...

Abraço,
Leo

Scooteria Paulista disse...

com certeza Leo! dia 04 setembro pra curitiba, de repente...

Scooteria Paulista disse...

Fotos Marcio Fidelis .excessão das 11 e 14 do Celsinho

D. disse...

excelente prosa, amore! adoro o estilo, como escreve... qdo o texto leva o leitor ao lugar, sentidos, imaginação, que na verdade é o que faz a GRANDE maioria dos bons livros serem imensamente superiores a seus filmes.

Marcio Fidelis disse...

po D, obrigado heim... fiquei feliz agora, vero!

Anderson disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anderson disse...

Ae Marcio! Belo post! Calma ai que jaja a a minha vai comer as estradas com voces. Agora são problemas burocráticos.