domingo, 30 de agosto de 2015

DESAFIO DE MOTONETAS #4 & GRANDE PRÊMIO MOBYMANÍACOS

E no próximo domingo de feriadão da Independência do Brasil teremos mais um Desafio de Motonetas, e dessa vez em novo point, o Kartódromo de Limeira. E esse em especial trará muitas novidades, a começar pela parceria com as mobylettes na pista. A Scooteria volta pra estrada e dessa vez para levar a equipe da History Channel, que captará imagens e entrevistas para um episódio de uma Série que vai dar o que falar. Quem quiser viajar com a gente no sábado a tarde ou domingo bem cedo entre em contato. Abaixo as infos e o toque do Tatu, do Motonetas Clássicas Campinas, autoridades no assunto:


"E semana que vem tem mais um Desafio de Motonetas .
Nosso maior desafio dessa vez ,é o de ter conseguido a pista para usarmos o dia todo .
Então chamamos os Mobymaníacos para o dia de festa ,teremos baterias alternadas de meia em meia hora, tipo pizza: meia motoneta/meia mobylette.
Dessa vez não teremos apenas duas voltas e sim 8 voltas de meia hora, com isso vai ser uma maravilha poder ver todos os amigos de estradas e encontros andando na pista conosco .
Bóra passar um domingo na pista. Leve sua cadeira de praia, rede, livro, kit churras, isopor, mas não se esqueça do capacete fechado, da jaqueta e luvas.
Teremos disponíveis duas ou três baterias para um passeio em pista, na sua velocidade, à vontade para curtir .
Quanto mais motonetas em pista reunirmos mais barato vai sair para andar; estamos estimando um valor de R$50,00 por pessoa, e se conseguirmos 20 participantes, entrando mais de 20 mais barato fica; Só depende de nós.
Vamos aí, encher essa pista e fazer uma festa em 2T. Muita fumaça, barulho, adrenalina e diversão.
Apareça para prestigiar, tire sua moto da garagem, ou apareça com a família no kombão; todos são bem-vindos para curtir a véspera do feriadão".

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

XII ENCONTRO DE LAMBRETTAS, VESPAS E MOTOS ANTIGAS DE JUNDIAÍ

Outro agosto em Jundiaí com grande elenco. O mês do mais tradicional "encontro de estradas" do país. E foi top! Antes de mais nada a gente agradece ao Clube da Lambretta de Jundiaí por mais um ano, por tudo, e à Free Willy por pegar pelas mãos as damas e raparigos e os conduzir pela pista desde criança. Doze anos vivendo e aprendendo.


As 10h30 as motonetas estavam na estrada. O sol e o vento característico estavam lá para mais ou menos 35 motonetas, motocicletas e afins. A viagem foi tranquila e bem tocada, divertida, cheia de expectativa. Quantos de nós nos conhecemos por causa dessa Anhanguera? No meio dela mesmo? Essa viagem é importante. E o mais importante é que no vai-e-vem da cena paulista é no "mês do cachorro louco" que isso acontece. E para os leitores mais antigos, repito o discurso de sempre: todos chegaram bem ao destino. Acho que o pior que aconteceu foi um pneu furado... coisa rápida. (Também rolou uma expectativa pela minha presença na concentração, mas eu queria descansar sem carregar a pedra nesse dia - rotina puxada -, e como se fosse a primeira vez colei junto no rolê). Da minha parte procurei ajudar na condução ou contenção do comboio, e no mapa da viagem, além das fotos pra eternidade. Bom, uma hora tínhamos que chegar. E chegamos, num enxame cabuloso, a maior parte constituído de dois-tempistas.  


A décima segunda edição do encontro "foi jogo em casa". Ele voltou para o Clube Sede de Campo, a 500 metros de onde foi da última vez, e cerca de 75 motonetas estavam por lá, todas lindas como sempre - motocicletas idem. É um eclipse que acontece uma vez por ano. É um evento necessário, ele conta muito do amadurecimento das pessoas. E por lá muitos amigos e camaradas de outrora, muita gente contente, gente do bem. Sempre tem um mala, alguém que deu vexame, queimou a língua, a largada, a rosca. E em se tratando de pessoas isso andou bem complicado nos últimos anos. Até o Toninho do Diabo apareceu por lá. (Quem fez aquela foto? Na minha câmera ele saiu torradão; veja abaixo). Bom, foi isso e mais um monte. Passamos bem de novo, e quando a gente chega depois em casa é como um carimbo no passaporte do scooterista paulista.


A volta foi por mais um ano feita em blocos, ou seja, aos poucos pequenos grupos ou duplas tomaram o caminho pra casa, e pelo que sei, todos chegaram bem. Eu voltei com a última leva, a da galerinha mais zica. E essa viagem nos clareou um monte de coisas boas para aplicarmos juntos no futuro da cena rodoviária. Ano que vem a Anhanguera vai ter que ampliar.  E que os ensinamentos de cada rodada seja compartilhado para toda a vida.

Por mais um ano agradecemos ao Clube da Lambretta de Jundiaí pelo evento e recepção, e à Free Willy Moto Peças pela iniciativa desde sempre. Doze edições!!! Com os aplausos do taxi-driver Travis me despeço dos companheiros que só encontro nessa viagem. Mas sem esquecer da eterna SP, a minha família, a causa nossa: Leonardo Russo, Reginaldo/Rose, Koré, Rafael Piera, Guiba Rocha, Flavio Mendonça e família, Caio Cesar, Mestrinelli, Vanessa/Nano, Sr.Artur Biscaia, Turiani/Gisele, Vitor Hugo, Favero e Fidelis. Até o ano que vem Jundiaí.

Keep the faith!!!
Por Marcio Fidelis

sábado, 15 de agosto de 2015

XII ENCONTRO DE LAMBRETTAS, VESPAS E MOTOS ANTIGAS DE JUNDIAÍ

Um grande encontro, o mais tradicional do Brasil, o mais aguardado do Estado talvez, essa é a edição 12 organizada pelo Clube da Lambretta de Jundiaí, e vai acontecer na manhã e princípio da tarde de 23 de Agosto.


E das gerações outras, é a Free Willy Moto Peças quem puxa o comboio paulistano até lá, como de costume.

Concentração e saída I: 9h as 9h30 no Largo do Arouche. (AQUI)
Concentração e saída II: 10h as 10h20 no Posto Shell da marginal do km 1 da Rodovia Anhanguera x Rua dos Radialistas.
Destino: Grêmio CP - Rua Maria Negrine Negro, 791, Jundiaí. (AQUI)

A volta está prevista para as 15h, mas a turma mais apressada vai voltando em blocos antes disso.
Preparem suas motonetas, verifiquem elétrica, parafusos, documentos, capacetes e pneus.

Imperdível!!!!

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

ANO DE CASERNA (1965)

As redes sociais podem ser a maravilha da informação quando bem utilizada. Em muitos dos casos a melhor parte é voltar ao passado. Esse é o Adersio Merlo e sua Vespa em Jundiaí, num dia de 1965.


"Era uma Vespa M4 1964, a primeira a sair com 4 marchas. As Vespas da época saiam de fábrica todas na cor cinza. Mandei pintar de azul-marinho e em 1967 troquei por um Gordini 1959, que na época tinha o apelido de leite Glória: desmancha sem bater. Foi um péssimo negócio. Com minha idade passei a ter medo, mas guardo muitas lembranças. Sou um saudosista."

Do período militar "não tenho lembranças boas; em 1964 tivemos a Revolução, e no ano seguinte fui para o Exército. A poeira não tinha baixado, e eu fiquei muito longe de casa."

ATENÇÃO!!!!
Essa é para te lembrar que no terceiro domingo desse mês teremos mais um grande Encontro de Lambrettas, Vespas e Motos Antigas promovido pelo Clube da Lambretta de Jundiaí. Em breve as informações. Preparem-se.

Adersio e seu primo Elio / Jundiaí, 1965

domingo, 9 de agosto de 2015

AS BOAS AO REI DE JAÚ

Esse é Carlos Murari, lenda viva das corridas de motonetas clássicas nos anos 60 e 70. Recentemente o Rei de Jaú - como era conhecido - sofreu um AVC, que debilitou sua fala e alguns movimentos. Sentimos muito pela velocidade com que a vida pode nos afastar dos mestres e amigos de um momento para outro, como num queimar da vela BP6. Toda a boa sorte e good vibrations ao eterno #89.

domingo, 2 de agosto de 2015

A M4 NOS TEMPOS DA PX (1986)


Nosso finado amigo Adriano Lemos nos enviou do além um e-mail com o scanner dos documentos da sua Vespa M4. Os mais chegados devem se lembrar de que com essa Vespa ele participou pela última vez de um encontro nosso (em vida), quando seu motor quase pegou fogo com a experiência mal sucedida da adaptação de um CDI no lugar do platinado. A Vespa ele comprou de alguém, que comprou de alguém, que vendeu pra alguém. Em 1986 uma dessas transferências aconteceu em Bariri, cidadezinha do centro do Estado de SP. Ela custou ao Pedro Geraldo a quantia de 500,00 Cruzados Novos. Aos economistas ou veteranos, quanto seria isso hoje?


Resposta de Marcelo Druck: "Dá uns 300 reais, ajustado pelo INPC"

Valeu man!!!

terça-feira, 28 de julho de 2015

DA GIRATA D'INVERNO #3

A Girata D'Inverno é como um encontro de estradas regional, é em partes improvisada, e o objetivo dela é levar a classe para lugares incríveis da Grande São Paulo. A edição inaugural aconteceu em julho de 2013, quando visitamos a "ferro-Vila" de Paranapiacaba; no ano passado , durante a Copa, fomos para a cidade-artesanato de Embú das Artes. Agora foi a vez de São Bernardo do Campo apresentar seu maravilhoso Riacho Grande.


Por Marcio Fidelis

Domingo 9h da manhã e todos a caminho do lugar mais non-sense no qual já marcamos uma concentração: uma padaria fechada numa rua residencial. Não foi bem a intenção, deixa pra lá. Contando com a boa energia da classe, e com a fé no São Pedro Lambreteiro, partimos para o domingo de um confortável sol, verde e ar fresco. Ao todo 34 motonetas participariam do encontro, ao menos em algum ponto. Por exemplo o Sr.Daré, que foi para a concentração de "standinha" - Lambretta Standard  D construída  nos anos 50. Ele: uma lição de vida que me ensinou mais uma ontem. E a turma chegava, pela Ricardo Jaffet, pela Don Pedro, empurrando na contra-mão sem entender muito bem. Vinham de São Paulo, São Bernardo do Campo, Santo André, Campinas, Santos, Guarulhos, São Roque, Suzano, Ferraz de Vasconcelos, Mogi das Cruzes, Osasco. 


As 10h passei as instruções, pesando novamente na questão da segurança, e partimos. O caminho era fácil: cinco retas retas e lá estávamos - Av.Nazareth, Gentil de Moura, Anchieta, Índio Tibiriçá e Estrada Velha do Mar. Tudo calmo, sem pressa, orquestrado e bem tocado. Foi meia hora de pista livre até a entrada do centrinho do Riacho Grande. No caminho outros nos esperavam, como o Everton, que mora pertinho da Rodovia, e o Delacorte com a Karla, que haviam subido de Santos. Abastecemos e fizemos uma mula de meia hora no posto, até que o restante nos encontrasse: o Caio Cesar e o Flavio Gomes com a Marília. Uns abasteceram, outros pediram um café, e as 11h30 retomamos a estrada. 


A Índio Tibiriçá nos agraciava com sua natureza cheia, as águas da Represa Billings, as pontes, a vida local. O acesso para o ABC faz dela um movimentada estrada, com lombadas e radares eletrônicos. Eu ia na frente, sempre de olho na rabeta do comboio, procurando ditar o melhor ritmo conforme a situação. Hora alguém assumia e repetia o gesto, como fez Marcelo Santana. E foi numa dessas que, conduzindo a tocada, Delacorte nos levou para o fim da linha. Tem uma hora que a pista acaba para os veículos, até mesmo para as bicicletas, e dali em diante só é possível seguir a pé - a Estrada Caminhos do Mar foi fechada em 1985 por se tratar de um patrimônio histórico pioneiro de muita coisa na formação do Brasil. Então paramos as motonetas no acostamento e pisamos na estrada para a foto oficial. Coisa rápida. Aí no caminho a gente passou por um misterioso vespista desavisado (ou nem tanto) que parecia estar pescando ali no seu sossego. Dado curioso. E em questão de quinze minutos chegávamos ao incrível Restaurante Flutuante Netuno














Acho que o grande barato desse encontro foi o restaurante flutuante. O Netuto está lá desde 1976 sob as vistas do "capitão" Sr.Mauro Conti e família. Trata-se de um velho barco de dois andares da década de 30 guardado discretamente na margem do quilômetro 35. Ele tem capacidade para 150 pessoas: 110 no salão e 40 no convés. Ou seja, a vista privilegiada ficou toda pra gente. Lá em cima a brisa boa, parte sombra, parte sol. A staff estava preparada pra gente. Pontual e saborosos, os pratos subiam pela escada estreita a todo momento, a maioria feito de peixe, arroz e saladas. Tudo o que víamos era agradável demais: de um lado aquela natureza maravilhosa, do outro as nossas motonetas brilhando na terra. Passamos duas horas e meia inesquecíveis lá em cima, no melhor dos climas, bem como as coisas têm que ser. Nesse meio tempo alguns amigos chegaram, outros partiram, em duplas ou grupos menores. As 15h os últimos partiram, com o aroma, o sabor e as cores da mais afiada das Giratas D'Inverno. 


E vale deixar registrado aqui o nome de todos: Fidelis, Vitor Hugo, Delacorte e Karla, Reginaldo e Rose, Marcelo Santana, Everton Mendes, Samuel Charelli e Illa, Koré, Diogo Reis e Marli, Guilherme Rocha, Vanessa e Nano, Sr.Artur Biscaia, Caio Cesar, Guilherme Castrezana e o pai Antônio (e o primo), Leo Russo e família, Sr.Daré, Sr.Laercio, Cid, Fabrice e Roberta, Tatu e Adriana, Dário e Carolina, Luciano Spina, Deccó, Pastorelli, João, Daniel,  Alex Monteiro, Eliseu Beneti e esposa, Robson, Érico Brenha, Flavio Gomes e Marília, Paulo De Vito, Marcelinho, e um dos principais responsáveis pelo sucesso desse evento: Carlos Volpato. Tem mais alguém aí, e que me perdoe o esquecimento. Com muito orgulho e satisfação, em nome da Scooteria Paulista agradeço a cada participante dessa terceira Girata D'Inverno. E vale dizer que a gente quer mais amigos perto, gente correta, de boa vontade, afim de viver em Vespa e em Lambretta ao nosso lado. Fiquem atentos na nossa página no Facebook para as chamadas relâmpagos, confraternizações abertas, nossa Sede. E nunca se esqueçam de serem mais legais e compreensivos uns com os outros!

Por Marcio Fidelis
Fotos: Rose, Fidelis e instagrams: web_guiba + samuelcharelli

Leia também:
Relato do Tatu Albertini.
Relato do Flavio Gomes.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

ABC LAMBRETTA CLUBE

No clima da III Girata D'Inverno replicamos aqui o achado do Anderson do blog Lambretta Brasil. Preparem suas motonetas pois nesse domingo vamos para São Bernardo do Campo desfrutar da boa companhia dois-tempista sobre as águas do Riacho Grande.


Concentração: 9h em frente ao Parque Ipiranga, na Padaria Museu do Ipiranga (Rua Vasconcelos Drumond, 64).
Destino: Riacho Grande as 11h30 - São Bernardo do Campo.
Almoço as 13h num Restaurante Flutuante (opcional).
Término as 16h.

Rota oficial: CLIQUE AQUI.
Para quem vai direto a recomendação é que nos aguarde no primeiro posto Ipiranga (Pepa II)  da entrada: AQUI.


Essa é mais uma edição experimental do encontro. O objetivo é conhecermos um pouco mais das zonas turísticas e ecológicas da região enquanto desfrutamos das companhias dois-tempistas.

Prepare a motoneta, ajeite os documentos, salve a data.
Somente as clássicas!!!

scooteriapaulista@gmail.com
Dúvidas: 95497-8344

quinta-feira, 16 de julho de 2015

III GIRATA D'INVERNO

No domingo de 26 de Julho acontece mais uma Girata D'Inverno, um giro pelas veias da Grande São Paulo. Preparem-se!!


Concentração: 9h do Museu do Ipiranga - Altura da Rua Vasconcelos Drumond, 64.
Destino: Riacho Grande as 11h30 - São Bernardo do Campo.
Almoço as 13h num Restaurante Flutuante (opcional).
Término as 16h.

Para quem vai direto a recomendação é que nos aguarde no primeiro posto Ipiranga (Pepa II)  da entrada: AQUI.
Essa é mais uma edição experimental do encontro. O objetivo é conhecermos um pouco mais das zonas turísticas e ecológicas da região enquanto desfrutamos das companhias dois-tempistas.

Prepare a motoneta, ajeite os documentos, salve a data.
scooteriapaulista@gmail.com
Dúvidas: 95497-8344
Arte por Fidelis