quarta-feira, 22 de abril de 2015

MUITA AÇÃO COM A MINI-SAIA


Assim era anunciada a Lambretta MS (Mini-Saia) da indústria Pasco, em São Paulo no início dos anos 70, nos modelos de 150cc e 175cc, aludindo à versatilidade do veículo aos tempos modernos, destacando a performance e as mudanças nas saias, na largura, na dirigibilidade e no consumo. Um modelo genuinamente brasileiro.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

MÚSICA: MARZELA E SCOOTERIA PAULISTA - CLIPE OFICIAL

Durante o VII São Anivespaulo algumas câmeras circulavam pelas veias da grande frota anivespaulista. Era a Crasso Records e o conjunto Marzela captando imagens para um vídeo-clipe scooterista. Marzela é uma banda que muitos de nós gostamos, e vale constar também o seu baixista Rodrigo Sonnesso é sangue da casa. Muito obrigado outra vez a todos os participantes dessa histórica sétima edição. Dê o play:

segunda-feira, 6 de abril de 2015

DESAFIO DE MOTONETAS EM PIRACICABA


No próximo domingo de 12 de Abril acontece essa etapa inédita dos Desafios de Motonetas, no Autódromo de Piracicaba. Procure por informações na página Motonetas Clássicas Campinas ou direto com o Tatu no (19) 99795-1213. Mais um combinado MCC, Clube da Lambretta de Jundiaí e Os Intocáveis.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

DOS HERMANOS E A S.P.

Durante o carnaval de 2015 a cena nacional recebeu alguns visitantes argentinos e paraguaios no grande Encontro de Tapejara. Dois deles foram além. Amigos de outros carnavais, os vespistas de Córdoba, Nano Aliaga e Christián Orellano, decidiram, de sopetão, acompanhar-nos na volta para São Paulo e passar uns dias com a gente. Essa aventura não é para qualquer entusiasta. Vale a pena o registro e o reconhecimento pela bravura dos grandes hermanos.


A viagem da dupla conosco pra Grande São Paulo começou na terça-feira cedo e findou na Quarta-feira de Cinzas, quase virando abóboras, conforme narrada AQUI.



Na sexta-feira foram até a Free Willy para reparos na Vespa do Nano. Era um problema na campana da embreagem, o que o impediria de voltar rodando. Reginaldo e Diogo bem que tentaram mas não acharam a peça similar entre seus contatos mais imediatos (a embreagem da PX150/Originale150), tendo de improvisar. E o improviso deu certo, e já adianto que os rapazes voltaram pra casa com sucesso.

No domingo a tarde fizemos uma festa combo: a recepção dos argentinos, dos membros da SP que foram ao Encontro Nacional em Tapejara, e o aniversário da Rose Moreira. Foi top 5 da história da nossa Sede. Vieram muitos amigos, da capital, ABC, Taboão, Santos e Suzano. Nano chegava com um enorme lustre de maluco de presente criado a partir de outras lâmpadas. Christián estava admirado com nosso pequeno porém familiar espaço social. Ter uma Sede própria, independente (da casa de alguém), com o acervo e a identidade do clube, é para poucos. Demanda gastos, prazos e algum esforço para mantê-la, o que desanima a muitos clubes de tentarem.


Nessa tarde de "parabéns pra você" recebemos então os membros Marcio Fidelis e Debbie, Raphael Favero, Leo Russo, Rafa Assef e Fernanda com o filhote Otto, Sr.Artur Biscaia, Everton Mendes, Diogo Reis, Reginaldo Silva e Rose, Vitor Hugo, Gustavo Delacorte, Fabio Much, João Macruz, Diego Pontes e Cintia. Também recebemos a ilustre visita dos dois-tempistas André Lopes e Alessandra, Deni Roque, Mauro Dominguez, e Paulo "DeVito" e Eliseu Beneti. Relembrando que o Christián Orellano trazia a sua Vespa, e Nano Aliaga outra vez chegava em nossa casa com sua Vespa Originale 150 e a namorada Ana Clara. E de tão bom que foi registramos também a presença dos visitantes: Evlym e filhas,  Hugo Nogueira, Elisete Carillo, Guadalupe e o chileno Jorge "Bootboys" Ramos. No meio da tarde os hermanos partiram com o Assef e família para conhecer a Scooterboys, na Mooca mesmo. E dá-lhe breja.

Segunda-feira nublada, e os hermanos passaram na Free Willy para um abraço final. Muchiba, Favero, Reginaldo, Rose, Diogo e Dino esperavam por lá. Naquela garoa fina eles seguiram para a Vila Mariana, de onde partiriam pra viagem bem cedo. Na terça-feira as 9h já estavam em Santos, para um café da manhã com Delacorte e Luca Perucchi no Empório Motoneta. Foi uma visita rápida, para um abraço entre amigos de estrada. 

E ficamos aqui com as palavras de Nano e Christián:
"Em SP a gente visitou namorada, família e amigos. Foram 5 dias de encontros, festa e carinho. Fomos pro Carnaval de rua pra asistir o show se Alceu Valenca. Fomos pra a Free Willy pra cumprimentar amigos que já tinhamos encontrado em Tapejara, no encontro Inter-Nacional de Lambrettas e Vespas; aí o Reginaldo, a Rose, o Diogo, e o Anderson, deram uma força na minha vespinha que estava maluca, e como sempre, recebendo presentes deles. Gente boa heim? Também visitamos mais uma vez a Sede de Scooteria Paulista, que estava de niver da Rose, e que recebeu a gente, os viajeiros, com um churrascão; não só os Argentinos, mas também aos quatro Guerreiros de SP que compartilharam o seu regresso a casa com a gente. Uma turma que foi só companhia: "JUNTOS E JUNTOS" foi a frase que levou a gente em 6 Vespas de Tapejara a SP dando risadas e abraços. E por último a gente visitou o China e a Leika, dois grandes amigos que Christian tinha muita vontade de conhecer porque gosta muito do seus projetos em motonetas. Bebimos mais algumas, trocamos ideias e recebemos mais presentes ainda. Turma muito legal". (Nano Aliaga)

segunda-feira, 23 de março de 2015

A PM DE PX


(Que São Anivespaulo foi esse?) Num domingo de 1986 a Polícia Militar de São Paulo promoveu um desfile de inauguração da sua nova frota vespista, com o apoio da Concessionária Volare. Foi na Mooca, começando aí, na Rua Juventus.

Muito obrigado Adalberto Casa pelo registro compartilhado.

quinta-feira, 19 de março de 2015

ACAMPAMENTO DE VERÃO #2

Nesse final de semana aconteceu a segunda edição do Acampamento de Verão, um evento ainda tímido porém bastante amistoso, aonde o que prevalece é a boa vontade de estar em comunhão, curtir a estrada e uma das praias mais bonitas do nosso Estado. E muito por causa dos grandes acontecimentos do verão (Natal, Reveillon, São Anivespaulo e Encontro Nacional), optamos por fazer menos alarde a respeito do Acampamento. Ainda assim uma dúzia cumpriram a missão, sendo eles da SP ou não, vindos de São Paulo, Ferraz de Vasconcelos, Santos e São José do Rio Preto. E outra vez é o Favero quem contará como foi.


Por Raphael Favero

SÁBADO 7h45 da manhã e tudo pronto, com o Much na garupa para mais um passeio. Olha, já estou ficando velho em passeios e viagens, porém a ansiedade é a mesma de antes. Ele veio na minha garupa já que está cumprindo punição por muitos e muitos pontos na CNH. Na concentração tomamos mais café, abastecemos, calibramos os pneus e aguardamos a chegada do restante. Chegou dois caras gente fina de São José do Rio Preto, um município a 450 kms distante da capital. Era o Marcelo e o Júlio com suas PX200. Batemos um papo, ligamos as motonetas e partimos pela Ayrton Senna até o trevo de São Miguel Paulista, próximo do Bairro do Pimentas - quase Guarulhos -, onde estavam o Gabriel "Joaninha" e o seu fiel escudeiro Marcelinho, ambos de PX200 também. Conforme o combinado, o Gabriel puxou o grupo de cinco Vespas por um caminho diferente do ano passado, por dentro das cidades, cortando caminho. E assim fomos, no meio do trânsito, num emocionante giro ao "estilo motoboy", como disseram os Rio-Pretenses. Bateu um certo alívio quando chegamos na rodovia onde estaria o Guilherme Castrezana, que ainda não havia chegado. Cinco minutos depois chegou, mas com a notícia de que não iria até o acampamento, somente até o mirante da Mogi-Bertioga.

O caminho foi muito legal. Estávamos em seis PX200 debaixo de um céu nublado mas sem chuva. A descida foi show, todos tocavam suas máquinas com maestria naquelas curvas abertas ou super fechadas. Todos foram nota 10. Nos despedimos então do Guilherme e voltamos para a pista até a reta final da Serra do Mar. E foi lindo ver os movimentos dos braços do Joaninha e do Marcelinho, que com os punhos cerrados comemoravam e agradeciam o fim da descida, caminho esse que merece muito respeito. Na minha opinião essa é a parte mais bonita de toda a viagem.

Chegamos no posto combinado com o Gustavo Delacorte, na Riviera. Lá estavam ele, o Luca Perucchi e o Francesco, seu filho. Tinham acabado de chegar, estava tudo muito certo. Tomamos um café e aceleramos os 55 kms finais. Éramos sete Vespas. No meio do caminho havia um guarda, havia um guarda no meio do caminho. E não é que ele nos parou? Porém achou até legal e perguntou rindo: "é o clube das Vespas"? Então pediu os documentos, mas somente para anotar que havia feito suas devidas abordagens. Todos estávamos com os papéis em ordem, então fomos liberados e continuamos o nosso caminho por uma das paisagens mais maravilhosas do litoral paulista. Foi quando em um posto já bem próximo do destino aparece ele: Marco Tulio Parodi, o cara. Então entramos na rua do camping e fizemos uma visitinha rápida ao sr.Cristóvão, que ficou muito feliz em nos ver. Porém, conforme já sabíamos, ele não poderia alugar o espaço pois seu irmão fazia uma festa de aniversário de 90 anos de vida, com familiares e amigos. Nos instalamos então em outro camping, a 40 metros dali.


Ao chegarmos o Sr.Rubinho, conhecido do Parodi, nos fez um preço bem bacana. Depois das barracas armadas (no bom sentido da coisa) organizamos uma vaquinha para o churrasco, quando o Delacorte e o Parodi cuidaram de todo o resto. Um trampo firmeza dessa dupla que fez as coisas de muito coração, e bem-feito. Churrasqueira e isopor bem abastecidos e arrumados para a festa. E a festa começou, e foi foda, foi louca, sei lá. Tudo numa perfeita harmonia. Mais para o fim da festa chegaram o Reginaldo, a Rose, o Diogo e a Marli, que vieram de carro pois haviam trabalhado até o meio da tarde na capital. Chegaram com a corda toda. Aí a festa começou de novo. Uma nova e pequena vaquinha aconteceu e lá foi o Delacorte de novo para as compras, para a felicidade geral da galera.

Depois de muita confraternização fomos para a praia, e como de costume, com umas brejas e muita criatividade para os nossos conhecidos e esperados vídeos trash. Foi um grande final.

DOMINGOAcordamos as 9h da manhã, e o Marcelo e o Júlio já tinham ido embora cedinho para São José do Rio Preto. O Marcelinho de Ferraz de Vasconcelos, que tinha ido embora no sábado à compromisso, voltou no domingo junto com o Eliseu, da PX200 vermelha - haviam se encontrado na estrada. Ao chegarem ouviram elogios da nossa turma porque saíram cedo e viram que fomos dormir muito tarde e não quiseram nos acordar. Quando chegaram no camping, com pão, toddynho e frios, alguns haviam saído para tomar café na rua e começar os preparos para curtir a praia. E foi foda! Suamos como sempre no mar, surfamos e tudo o mais... Olha, a Scooteria vai virar uma equipe de surfistas também.

Perto das 13h saímos para o almoço num restaurante indicado pelo Parodi. Marmitex responsa, comprados na maior satisfação. Nos alimentamos e então começamos a levantar o acampamento. As 16h entramos na Rodovia sentido capital. Na saída de São Sebastião abastecemos, e o Parodi havia trazido um colega vespista, o Marcio Terrabuio, com sua Vespa Originale 150. Eles nos acompanharam então até a metade do combinado pois a chuva apertou. Em Riviera tomamos um café e colocamos as capas de chuva. Então Delacorte e o Luca com Francesco seguiram para Santos, e nós (Favero, Much, Joaninha, Marcelinho e Eliseu) subiríamos a movimentada Mogi-Bertioga debaixo de forte chuva. A subida foi bem feita e em pouco tempo já estávamos no planalto, aonde o primeiro a sair foi o Eliseu. Paramos no posto para a última abastecida e despedidas - eu seria o próximo a pegar o Rodoanel sentido Ayrton Senna pois moro na Penha. Esse último trecho foi feito sob forte chuva e tráfego na rodovia. Mas deu tudo certo. Quando tudo acabou era só agradecer a Deus por tudo ter sido perfeito, e esperar o próximo. Valeu a todos!!!

sábado, 14 de março de 2015

1964: DUAS TRIBOS

A imagem é de 1964 e estamos com dúvidas sobre qual motoneta poderia ser aquela. Uma Vespa, Lambretta, Iso, que catso? Mas ao que tudo indica é uma Lambra LD...


Apesar dos pesares, esse clube não tem preferência política, nem terá, ao menos enquanto nos deixarem em paz com nossas motonetas. Todas e quaisquer manifestações dos nossos membros nas redes sociais são da liberdade do indivíduo de exercer o seu direito (ou até mesmo o seu dever) de ser pensante (ou não).

Busquem conhecimento.